Viver em Sociedade
"No Direito aprendi a importância da palavra como instrumento primeiro e último da superação das injustiças, e tanto por isso a necessidade de ser bem dosada com responsabilidade e aberta ao contraditório.
Todo o dito pode ser maldito ou bendito ao sabor ético das línguas que o professam.
A palavra cura, mas também pode matar."
Tudo o que fazemos é para os outros!
Apesar de algumas necessidades que precisamos para sobreviver, nós por exemplo não nos “vestimos”, se arrumamos ou expomos nossa beleza para nós mesmos.
Não vamos a determinado lugares sem registrar o momento e dizer que desbravamos e hasteamos nossa 'bandeira" por lá.
Não comemos coisas mais sofisticadas sem querer compartilhar o momento prazeroso que estamos sentindo.
Que temos família, dinheiro, saúde, alguém para chamar de amor, etc.
A felicidade está vinculada ao nosso ego.
Sem o nosso eu o nosso egocentrismo querendo projetar isso para as outras pessoas, a vida não teria um significado muito plausível.
É o ego que nos faz progredir e também regredir.
Queremos ser aceitos no meio social, queremos ser úteis, capazes e queremos fazer nosso marketing.
Deste modo seguimos regras e até dogmas religiosos para chegar em um consenso social e cultural imposta pela sociedade que diz respeito a “Uma pessoa de alto valor”.
Solidão não condiz com a nossa natureza, pois fomos criados para interagir e se comunicar com pessoas, seres vivos e o sobrenatural.
Mal Espetacular
Então piedade nos causasse,
É um espetáculo ver
Tal lenço frente a face,
Numa sociedade em que o parecer
É melhor que o ter e o ser
Vê-se então uma ambição,
Posso não ter, mas se mostrar
Duvido alguém contestar
Que não é assim, que seja,
Ou não, piedade nos causa
Quando descobrirem a cereja
Defronte pego-me extasiado,
Fantasiado, amargurado,
Não tendo em si a aprovação,
Sociedade essa que impera
A reprovação, ou será que não?
Nada é bom, nada é atual,
O bom Adorno externou
O que hoje se intensificou,
Nada é bom, isso é fatal!
Ideal mostrado com um lenço,
Às vezes até penso
Em parecer aos outros
Aquilo que não sou,
Taí uma habilidade sem talento:
Indústria do Instagram
Sem o conhecimento
Preparar a juventude para o futuro, para os desafios da vida adulta é um privilégio, são eles a força, a esperança. Que saiam das faculdades profissionais competentes e equilibrados, orgulhos para as famílias e úteis para a sociedade.
Se um político precisa ajudar o povo para vencer eleições,
Quem vai se interessar em acabar com a dependência dessa ajuda?
Lute por seus direitos com a mesma medida que você cumpre com orgulho seus deveres diante da sociedade.
O dinheiro, segundo ditados e até mesmo a Bíblia, considerado "a raiz de todos os males" deixou podre a humanidade, pois a sustentação do cerne da árvore chamada sociedade, entrou em colapso, gerando assim o desmatamento moral.
Em um mundo onde se mata pessoas como se caça passarinhos, o amor não está frio...já congelou.
E o descongelamento da afetuosidade e empatia depende de cada um de nós.
A política assistencialista é uma abordagem que visa atender às necessidades imediatas das pessoas que vivem em situação de vulnerabilidade social. Ela se caracteriza pela oferta de programas sociais que garantem acesso a serviços básicos, como saúde, educação, moradia e alimentação.
Essa abordagem tem sido amplamente utilizada no Brasil como forma de combater a pobreza e a desigualdade social. No entanto, ela tem sido criticada por alguns especialistas, que argumentam que ela não é suficiente para resolver os problemas estruturais do país.
A política assistencialista pode ser eficaz no curto prazo, mas não é capaz de gerar mudanças duradouras na vida das pessoas. Para que isso aconteça, é necessário que sejam adotadas medidas que promovam o desenvolvimento econômico e social do país.
Além disso, a política assistencialista pode gerar dependência e desestimular o trabalho, uma vez que as pessoas passam a depender dos programas sociais para sobreviver. É preciso, portanto, que haja um equilíbrio entre o atendimento às necessidades imediatas das pessoas e a promoção do desenvolvimento econômico e social.
Em resumo, a política assistencialista é uma abordagem importante para garantir o acesso a serviços básicos às pessoas em situação de vulnerabilidade social, mas não pode ser a única estratégia adotada para combater a pobreza e a desigualdade no país. É preciso que sejam adotadas medidas estruturais que promovam o desenvolvimento econômico e social de forma sustentável.
A língua é uma entidade viva que está em constante evolução, devido ao avanço das tecnologias, aos conceitos que são introduzidos na sociedade e à globalização.
Portanto, o estrangeirismo não é uma ameaça;
ele simplesmente faz parte do processo dessa manifestação.
A Justiça, por ser fruto da ética e da moral humana, é sempre falha.
Por óbvio, não se pode esperar algo perfeito concebido por seres imperfeitos numa sociedade imperfeita.
A Justiça como valor máximo só pode existir numa sociedade ideal, de fato igualitária e fraterna, quando então o conceito de Direito se tornaria nulo e sem sentido, uma vez que as coisas seriam justas por sua própria natureza.
Não vivendo numa sociedade ideal, naturalmente igualitária e fraterna, a Justiça nasce corrompida, suja do sangue e das viscosidades humanas, maculada por sua corrupção e egoísmo, fazendo com que o Direito se torne mero instrumento de dominação e manutenção dos interesses de determinadas elites.
A política é vista como um cenário de corrupção e ilusão. Portanto, afasta as pessoas, e aproxima quem não tem compromisso com o povo. Essa estrutura é mantida para anular ou diminuir a participação daqueles que verdadeiramente desejam representar as pessoas.
Se em nome da segurança jurídica,
o operador do Direito renuncia ao princípio da razoabilidade,
ele se torna cúmplice de condutas imorais ou transgressoras
e coloca em risco o próprio ordenamento da sociedade.
A segurança jurídica não pode ser utilizada
como subterfúgio para que se promova a injustiça.
"Quem te representa?O brasileiro é desacreditado da política do país, mas é ele quem escolhe seu representante!"
É importante entender que a problemática da violência na escola não deve ser aceita como um estado de exceção. O dilema da sala de aula é que ela reflete exatamente o espírito da comunidade. É um reflexo no espelho de regionalismos e não de toda a sociedade. É um termômetro do entorno socioeconômico. Então, a partir desta perspectiva, podemos traçar projetos ou ações direcionados ao que se pretende corrigir ou adaptar, e que protejam professores e alunos. Num primeiro olhar é isso que precisamos compreender. É um tema complexo.
