Viver em Sociedade
Entender que é um privilégio contribuir direta ou indiretamente com a sociedade.
Que o serviço público seja visto como uma oportunidade de entregar tempo, conhecimento , ideias, inovações, sentimentos positivos para dias melhores.
Se for pra ser, seja sempre melhor a cada dia.
No Dia da Consciência Negra, é importante relembrarmos que a nossa sociedade foi constituída em meio à escravidão. 300 anos se passaram onde Zumbi dos Palmares lutou até a morte para pôr fim ao caos em que ele e seu povo estavam passando.
Por mais que os anos tenham se passado e muitas mudanças tenham acontecido, sempre prevaleceu a discriminação, o ódio, a falta de oportunidades, de compaixão e, o mais importante, o respeito com as desigualdades raciais.
O racismo sempre esteve presente em nosso cotidiano e muitos tentam apagar essa cultura, o que nos mostra que existe um longo caminho a ser percorrido. Os brancos deram esse dia como uma forma de desculpas, como se houvesse perdão por aqueles que só queriam viver, trabalhar e construir uma família.
Não tem que haver o Dia da Consciência Negra, Dia do Índio, Dia do Branco ou qualquer outro. Tem que haver o ano todo e inclusive enquanto tivermos ar em nossos pulmões, enquanto tivermos o bom senso, a compaixão e o respeito pelo próximo.
"Viveram pouco para morrer bem
Morreram jovens para viver sempre."(mmdc)
Faça a diferença, já sofreram demais no passado para você querer achar que eles têm de voltar novamente.
A SÍNDROME DA PRINCESA OU MEDO DA INDEPENDÊNCIA
Vivemos em uma sociedade moderna em que a mulher vem conquistando seu papel e importância no mercado de trabalho, o mesmo deve ocorrer nas relações afetivas. Nas quais homem e mulher devem cooperar e conquistar o sucesso da relação afetiva de forma conjunta e igualitária. No entanto, o que se vê, em muitos casos, é que as mulheres ainda estão presas a velhos paradigmas e ideologias cultuadas durante o romantismo como a sua valorização em virtude da aparência e imagem corporal. Essas distorções ainda persistem em nossa atual realidade e tendem a causar em uma parcela das mulheres uma dependência de espera e de iniciativa comportamental de seus parceiros.
As mulheres, ao se tornarem dependentes desse ideal de conquista e espera, como uma princesa que espera pelo príncipe encantando montado em um cavalo branco, fragilizam-se em sua auto-estima, amor próprio e autossuficiência; e, consequentemente, passam a ignorar a importância de conquistar a reciprocidade e a atenção de seus parceiros ou, simplesmente, pensam que o papel da conquista deve partir e ser, exclusivamente, papel masculino. Com isso, não buscam se capacitar para conquistarem seus objetivos pessoais, profissionais e no relacionamento.
Disso decorrem frustrações quando o relacionamento vai esfriando com o tempo ao surgirem outras prioridades, dificuldades e desafios a serem enfrentados conjuntamente ou, pior ainda, de forma solitária após separações conjugais.
A falta de preocupação e capacitação para se conquistar o que se almeja na vida profissional e conjugal por meio do sólido enfrentamento das dificuldades com parceria, companheirismo, igualdade e doações recíprocas para o crescimento pessoal e profissional de ambos acaba por dar origem a frustrações, a cobranças e a reclamações.
A falta de igualdade, responsabilidade e compromisso na manutenção do vínculo que une o casal causa um desequilíbrio e acúmulo de espera de atitudes em relação ao comportamento do outro.
Se não aprenderam a conquistar o que desejam e esperam da relação o caminho acaba sendo fomentar a carência de atenção e de carinho desencadeados em um processo de vitimização, de lamentações e de frustrações como consequência praticamente inevitável desse processo de dependência, caso não houver uma mudança de mentalidade, de postura e de uma adoção de responsabilidades perante a manutenção dos vínculos que unem o casal.
Não reivindicamos ser incluídas em uma sociedade profundamente racista e misógina, que prioriza o lucro em detrimento das pessoas. Reivindicar a reforma do sistema policial e carcerário é manter o racismo que estruturou a escravidão. Adotar o encarceramento como estratégia é nos abster de pensar outras formas de responsabilização.
O maior legado que um educador pode deixar para uma sociedade é o despertar do senso crítico, nos educandos. Formando assim, futuros líderes para contribuir com uma sociedade mais justa e mais ditosa.
COVID - 19
O Corona vírus está ai para mostrar o quanto a sociedade é egocêntrica e está doente há muito tempo por não enxergar na diferença do outro a sua própria semelhança como Ser Humano. Muitos fecharam os olhos para o mundo mais agora o universo está abrindo os olhos da consciência de ter a empatia com o outro. Levando o ser humano a pensar no coletivo mundial porque se não a sua existência já era, não importa a sua cor ou classe social... se você não resistir nem se adaptar em seu próprio mundo real, é certo que ele vai entrar em colapso espiritual.
Às vezes fico perguntando-me "Como a sociedade seria sem a paciência?", ela é o único sentimento que faz com que as pessoas tratem as outras com educação, pois antes de termos educação temos que ter paciência para sabermos como conviver com outras pessoas.
A corrupção está devastando a sociedade brasileira. Privando os critérios de admiração do povo. É lamentável!
Na espúria vida através do feed
E na vacuidade das relações através dos comentários.
A sociedade embebedou a alma de vazio e cultivou afetos inexistentes através dos likes.
Esqueceu que likes, não constituem afeto, independente do algoritmo.
Algoritmo do hedonismo contínuo, incessante busca por deleite, a fim de evadir da solidão.
Numa realidade que tudo conecta, mas nada solidifica.
Gradualmente aniquila a capacidade de desfrutar, sentir e viver aquilo que é real
Seriam os “likes” o feitiço de auto contemplação como com Narciso?
Vaidosos na busca por validação, perdem o fôlego em suas timelines, e a percepção sobre si mesmo, com seus mosaicos de alegria, avesso a vida real, a vida sem filtro.
Alguém me perguntou o que acho na nossa atual SOCIEDADE. Fui para casa, tomei meu RIVOTRIL e lhe RESPONDI: é uma geração que para ser PERCEBIDA, tudo o que faz é NECESSÁRIO ser mostrado.
A sociedade não forma indivíduos, são os indivíduos que formam a sociedade, a nossa individualidade não deve ser esmagada pela presença do outro, assim também não devemos corroborar para a pressão social, a noção do normal, quando na verdade o normal não existe. O Igual é ser diferente pois somos únicos e incomparáveis.
A sociedade é dividida em vertentes devido à classe social: o pobre subtrai e divide, enquanto o rico soma e multiplica.
Meu LUTO também é LUTA!
Meu LUTO é pela sociedade preconceituosa e cega!
Minha LUTA é pelas minorias que são vistas por alguns com olhos de ódio e desamor.
Minha LUTA é plantar empatia e amor ao próximo para que surja um mundo melhor, onde o preconceito não exista mais nos dicionários.
Meu LUTO é pela Santa Inquisição virtual e social que assola este País.
Minha LUTA é Em Casa, Isolada para cuidar da minha família e do meu próximo.
Meu LUTO é pelas 90 mil pessoas que se foram deste planeta só aqui no Brasil.
Minha LUTA é por um planeta sustentável!
Meu LUTO é por aquele que ainda joga garrafa de água pela janela do carro.
Minha LUTA é combater as FAKE NEWS que só destroem e desinformam.
Meu LUTO é ver a própria família e amigos que tanto amo compartilhando FAKE NEWS.
Minha LUTA é por você que está lendo este post e se identifica com a minha luta.
Meu LUTO é por você que vai ler isso tudo e ainda assim vai criticar e falar que é mimimi a minha luta.
E você, LUTA com meu LUTO?
“Não há nada mais patético do que uma sociedade que vive em cima do muro , aonde nao vivem o caos e nem sabem o que é ordem , uma massa fácil de ser manipulada e farta de revolucionários virtuais que esbravejam sua ira e indignação na tela do computador , mas ao primeiro sinal da batalha desligam seus computadores e voltam para sua realidade como ovelhas dominadas por leões .””
