Viver em Sociedade
"Nos últimos anos tenho cada dia que passa dominado como nunca um dom chamado Silêncio e o interessante é que aquela frase do quem cala consente é a maior mentira já contada, meu silêncio ele pode ser, calmaria, pode ser felicidade, pode ser inquietação e pode ser o domínio de um fera incontrolável que tenho dentro de mim, assim como os lobos aprendi que é preciso ser solitário, calmo ou feroz a depender de cada situação, mas também se há nescessário de está em meio social só observando sempre atento mas nunca descontrolado, a frieza dos lobos não é maldade e sim caltela e proteção, vivemos numa selva de maldades onde qualquer um pode ser seu amigo disfarçado de anjo"
Tenho tanto medo de não viver bem.
Medo de estar fazendo tudo errado, de estar perdendo um tempo que nunca mais vai voltar.
Crio inúmeras coisas na minha cabeça, metas, objetivos, listas, etapas. Mas dificilmente cumpro, dificilmente consigo.
Penso que deve haver um porquê, de ser quem somos.
Deve haver uma explicação pra tudo, uma explicação que não temos acesso ainda, e que talvez esteja fragmentada ao longo da nossa vida.
Deve haver. Ainda está por vir.
Não retribua com tristeza a morte de quem cuidou tão bem de ti, porque esse alguém nunca desejou te ver triste.
_______Quem te ama quer te ver feliz__
(Avante!)
PLANOS MAIORES
Um sábio professor e um cientista se encontram na avenida e começam a conversar.
O cientista:
– Senhor.
O professor:
– Você está bem.
– Ah, vida limpa e coração puro, eu acredito.
– Há quanto tempo nos conhecemos? – pergunta o professor.
– Eu tinha uns 7 anos de idade.
– Você conseguiu sair ileso! Muitos regressaram a mim. Ainda continua lá, por quê?
– Eu acho que eu tive sorte.
– Não, você foi um bom aluno, mas fiz você melhorar, não fiz?
– Sim, fez sim.
– E todos esses anos, eu ajudei você a se proteger, ensinei sobre a ilha, coloquei você nas operações...
– Alguns podem dizer que sim.
– Mas você não, por que não está mais ao meu lado? Está com planos maiores...
– Se o senhor está dizendo...
O acordo era viver
O acordo era viver
Não importa o que ouvesse
O assombro foi esquecer
Como se missão não tivesse
Como se o acaso supusesse
Como se a canção falecesse
Em um submundo logo estavamos nós
Imersos no imundo espelho do algoz
No antro obscuro de uma selva feroz
Reflexos côncavos do lado tardoz
Mas lá no fundo algo ligava os nós
Como um fino fio alvo do seres sós
A chave mestra, a grande porta voz
Chuva maestra, fonte da grande foz
Canto enquanto o coração bater
Canto a alegria de viver
Canto pelos cantos sem temer
A vida sempre vai me surpreender
Meu corpo
Minha mente
Minha alma
Não suporta mas
Viver tantas vidas
Uma hora vivo vida de rico
Outra hora vivo vida de pobre
Outra vivo uma vida feliz
Outra vivo triste
Vivo vivendo procurando viver sem ter que sentir a vida
Procuro apenas viver uma única vida
A vida que ninguém me obrigue a viver.
Não sabemos mais viver os desafios, vivemos desesperados para viver a vitória. Mas sem desafios, o que há de vencer?
E será que isso é viver?
