Viver em Sociedade
Ao fazer feliz um alguém veja
Se isso te faz bem, porquanto que se
Ao fazer bem a alguém e isso não
Lhe fizer bem, logo te fará mal e
Você será injusto com teu bem
Recebido.
FILÓSOFO NILO DEYSON
Quero muito, de coração, dizer, agradecer,
A todos que quiseram me parabenizar...
É sempre um grande prazer aprender,
Que viver, é uma dádiva, e devemos sempre comemorar...
Guardar as boas lembranças afetivas,
É tão prazeroso, como lembranças criar...
Permite manter algumas coisas boas vivas,
Como a satisfação de rever, viver e compartilhar...
Se esforce para entender os detalhes do modos operandi viver!
Porque a vida não é do jeito que tÚ imagina.
Uma vez que TUDO foi ou é imaginação...
Será?
Quem escolhe o momento para estar com Jesus é você e não Ele, porque isso Ele já fez na cruz morrendo para que você possa viver.
Vamos apropriar dos milagres de Deus enquanto estamos nesse mundo, porque depois que partirmos viveremos o próprio milagre.
Quando Deus te conduz pelo deserto é por um grande propósito, já voltar ou deixar de prosseguir o caminho é abrir mão desse grande propósito.
Contraste é dizer que Deus existe e agir como se Ele não existisse, é ignorar o que a Bíblia afirma e viver dissolutamente.
Quando a vida silencia
Há um dia em que a gente acorda,
e tudo parece igual, mas é diferente.
O café tem o mesmo gosto,
o sol nasce no mesmo canto,
mas algo em nós já não espera.
De tanto esperar e se frustrar,
aprendemos a não esperar mais.
Não é tristeza, nem dor,
é um silêncio que se instala.
Um jeito de caminhar olhando o chão,
não porque se teme o horizonte,
mas porque o horizonte deixou de prometer.
E então, a vida vira rotina.
Os passos seguem por onde devem ir,
as palavras saem porque precisam sair,
o sorriso aparece porque se aprendeu a mostrá-lo.
Mas dentro, tudo é morno.
Não é amargura, é aceitação.
Aceitar que as pessoas não são o que sonhamos,
que o mundo não é justo,
e que o tempo leva mais do que traz.
E é estranho, porque há paz nisso.
Uma paz áspera, que não conforta,
mas alivia.
Como se o coração dissesse:
"Eu entendi. Agora, só sigo."
E seguir é tudo o que se pode fazer.
Até que chegue o fim.
Até que a vida silencie.
A esta tal liberdade hoje escreverei. Escreverei em palavras duras, dura como esta imposição.
Imposição esta que, hipocritamente, é mascarada em um antigo dito, chamado: Liberdade.
Como posso eu, a vida aproveitar, da vida desfrutar, se junto a mim tenho esta tal liberdade?
Liberdade esta que dita minhas escolhas e imprime o meu viver. Viver... Se é que ainda tenho esse viver.
Por que esta liberdade, toma a liberdade, de minha liberdade fazer a dela? Por que finges que me conhece?
Por que finges que sou livre? Por que finges que ainda tenho decisões próprias a tomar?
O pior cego é aquele que não quer ver,
Não quer sentir, não quer refletir, não quer ponderar...
Não quer ajudar, não quer entender, não quer viver,
Não quer investigar, reconsiderar, não quer pensar...
Ah viver é tão desconfortável. Tudo aperta: o corpo exige, o espírito não para, viver parece ter sono e não poder dormir – viver é incômodo. Não se pode andar nu nem de corpo nem de espírito.
Coragem de Ser amanhã
Viver é um ato de coragem. Não dessas bravuras que se estampam em manchetes ou que fazem as multidões aplaudir, mas daquela coragem miúda, que se levanta todos os dias, encara o espelho e diz: "Hoje eu vou tentar de novo." Porque, no fundo, a vida não é sobre certezas, é sobre o risco de errar, o risco de doer, o risco de amar.
Quantas vezes nos prendemos às grades invisíveis do “e se”? E se não der certo? E se rirem de mim? E se eu me machucar? Mas a verdade é que a vida não nos dá garantias. Não há contrato assinado, não há promessa de finais felizes. Só há o agora, esse instante breve que escorre pelos dedos enquanto pensamos demais.
Manuel Bandeira queria “passar a vida limpa, útil, fraterna”.
Drummond tropeçava em pedras que só ele via.
E você? Qual é o poema que está escrevendo hoje? Será que está parando nas reticências do medo?
Ou será que, como Clarice, arrisca o abismo só para descobrir que lá embaixo há asas?
Seja como for, vá! Vá com o coração trêmulo, vá com a voz insegura, vá mesmo sem saber se é o caminho certo. Porque não ir é pior. Não ir é morrer um pouquinho de cada vez, é ser metade onde poderia ser inteiro.
Dance no meio da sala, mesmo que os vizinhos escutem. Grite seus sonhos no vento, ainda que ninguém os ouça. Ame tanto que o peito quase não aguente. Porque viver é isso: abraçar o caos, aceitar o improviso, celebrar o inacabado.
E se der errado? Ah, ao menos você viveu. Ao menos você foi mais do que uma sombra caminhando pela vida. Foi humano, foi poesia, foi fogo. Amanhã pode nem existir, mas hoje é seu.
Então vá, sem medo de ser feliz.
Saudades de mim
Quando ria sem fim
A alegria fazia morada
E viver, era uma bênção aproveitada.
Saudade da minha inocência
De Minh 'alma plena
Sem nenhum resquício de maldade ou do
pecado que me envenena.
Saudade da minha criança
Das boas lembranças
Das feridas rápidas curadas
E da contentação com o que tinha em casa.
Saudade do meu coração
Quando era inteiro
Sem cicatrizes ou medos.
