Viver e Nao se Preocupar com o Futuro
Nós, seres humanos errantes, ansiamos por riqueza. Sejamos, então, ricos em viver plenamente nossas vidas e em cultivar nossos sorrisos. Essa é a única riqueza que realmente importa! Que cada um de nós seja portador de sorrisos e abraços cheios de bondade. Feliz Natal a todos!
E se foram as horas, perdidas no tempo nocivo...
As horas em que me acordei dormindo, pra viver este amor.
Que me deram o saber pra "mi" conhecer, e reconhecer o profundo ser!
Já fui tantas vezes amado sem amar.
Já amei tanto sem saber que era amor.
Já vivi tanto sem viver e agora vivo por viver.
Provérbios Bíblicos: “melhor é viver no deserto, do que com uma mulher briguenta e amargurada”. Nos dias de hoje tem a leitura misógina, adequado substituir mulher para alguém. Agora, não ter nem no deserto o refúgio: “é pedir a Deus que o mate e ao diabo que o carregue”.
A dor interroga a vida e suas certezas porque coloca a humanidade frente ao seu processo de viver o “não prazer”. Embora a dor seja uma experiência da carne, ela atua na alma e pode, pelo processo de expurgo, operar mudanças no espírito.
Quando alguém intenciona viver a espiritualidade e sua sabedoria universal, é necessário, antes de tudo, desprender-se do material. É preciso acreditar que a espiritualidade de fato irá suprir todas as suas necessidades e por isso a missão de vida poderá ser seguida.
De dentro para fora é possível viver mais feliz. Quando se busca realização pelos valores sociais nascem confusões mentais sobre a existência.
Depois de tanta vida, comecei a viver. Veio à mente a lembrança do que perdi em vivências consistentes, por acreditar nas disputas mercadológicas; nas corridas para o sucesso notório. Tudo sempre mais público do que pessoal.
Faz tempo, deixei de viver em razão dos outros. Aprendi a saber que estou em mim. Sei me doar sem doer por excesso de autocobrança. Faz-me bem olhar o mundo com serenidade, sem temer a sombra; o anonimato; a classificação nesse concurso instituído por uma sociedade viciada em superar o próximo.
Demorada maturidade. Não tardia, exatamente. Apenas demorada. Em tempo de me recompor, adaptar as sucatas do meu ser e renovar conceitos. Vencer preconceitos. Preencher vazios e me realizar como repessoa.
Só a felicidade justifica o viver a dois, e isto só é possível se houver amor na igual medida em ambos os lados. Quando não é para ser feliz, de nada vale ao ser humano estar com alguém.
Esse tal de "até que a morte nos separe" não se restringe à natureza física da questão afetiva. É mais adequado ao sentimento, propriamente. Seremos fiéis aos nossos pares ou cônjuges na alegria ou na tristeza, na saúde ou na doença, na pobreza ou na fartura, e seremos felizes assim, não exatamente até que um dos dois morra... muito menos ambos.
O amor é de fato perecível... Muitas vezes morre antes que nós. Quando isso acontece, já não vale a pena insistir numa relação que leva o peso e a fedentina de um cadáver... O ex-amor.
