Viver e Nao se Preocupar com o Futuro
A concentração nas forças positivas de nossas ações no presente pode determinar o quanto nos dirão que temos de sorte no futuro.
Buscar novidades, conhecimento, inventar e reinventar são atitudes aplausíveis de pessoas visionárias que têm ideia de onde pisarão no futuro.
Entenderás todos os seus exageros de hoje e de ontem, quando suas consequências te abordarem logo adiante.
Quem investe suas energias no presente, entende a importância dos pilares do hoje para a sustentação da sua vida no amanhã.
A opção pelos prazeres e desejos imediatos pode resultar em arrependimentos, contrariedades e perturbações de sua paz no futuro.
Quando me ajoelho diante das raízes dos meus erros e me coloco a refletir sobre suas causas, minhas aflições diminuem e me dão espaço para a compreensão de minhas necessidades rumo a minha reconstrução e possibilidade de acertos futuros.
A atitude de deixar de fazer o necessário para depois, pode lhe colocar aos pés do arrependimento e da amargura desejando reviver o passado.
Os excessos de recompensa aos pequenos e inocentes prazeres imediatos, naturalmente nos impedem de acumularmos energia suficiente para a realização de grandes projetos futuros.
A crise pode obstruir seus caminhos de facilidade. Consequentemente, pode também, despertar seus talentos para novas habilidades e meios alternativos de seguir em frente.
A destruição da natureza reflete o quanto seus predadores desrespeitam o bem estar coletivo e as boas condições de futuro em troca de uma egoísta vantagem imediata.
Por muita sede de encontrar um dia em minha existência o verdadeiro amor, vivo semeando docilidades amorosas por onde caminho na certa esperança de que algum dia não mais estarei sozinho navegando nos mares solitários da dor.
Brasil, ofereça uma melhor educação para nossas crianças e teremos melhores cidadãos brasileiros, amanhã. Sem isto, deve se pensar construir desde já mais presídios e sanatórios.
A abundancia e a rentabilidade financeira nas verdadeiras obras de arte dentro na historia da riqueza humana, está sempre mais ligada ao comerciante banqueiro apostador que ao próprio artista que foi o inventor e o executor.
