Viver e Nao se Preocupar com o Futuro
Tem uns baratos que não dá pra perceber.
Que tem mó valor e você não vê.
Uma pá de árvore na praça, as crianças na rua.
O vento fresco na cara, as estrela, a lua.
Porque os outros se mascaram mas tu não
Porque os outros usam a virtude
Para comprar o que não tem perdão.
Porque os outros têm medo mas tu não.
Porque os outros são os túmulos caiados
Onde germina calada a podridão.
Porque os outros se calam mas tu não.
Porque os outros se compram e se vendem
E os seus gestos dão sempre dividendo.
Porque os outros são hábeis mas tu não.
Porque os outros vão à sombra dos abrigos
E tu vais de mãos dadas com os perigos.
Porque os outros calculam mas tu não.
Os livros servem para mostrar para um homem que aqueles seus “pensamentos originais” não são tão novos assim, afinal.
Tenho uma dor de concha extraviada.
Uma dor de pedaços que não voltam.
Eu sou muitas pessoas destroçadas.
A conversão não é um processo suave e fácil como algumas pessoas imaginam; se assim fosse, o coração do homem jamais teria sido comparado a um solo não cultivado, e a Palavra de Deus, a um arado.
Eu não sou forte!
Forte é o Deus que habita em mim, Ele me faz forte e capaz de ir além, de lutar e vencer.
O poder de Deus em minha vida me faz vencedor.
Não é só a morte que iguala a gente. O crime, a doença e a loucura também acabam com as diferenças que a gente inventa.
Às vezes você tem que levantar paredes, não para afastar as pessoas, mas para ver quem se importa o suficiente para derrubá-las.
Eu não acho que você tenha qualquer noção da sua capacidade para o bem até que você tenha uma noção bem desenvolvida da sua capacidade para o mal.
Sei quem gosta de mim, quem não gosta, e quem finge gostar. Sei também, que quando uma pessoa gosta, ela cuida, demonstra, protege e fala, sem medos e sem vergonha. E se for pra alguém gostar de mim, que seja pelo o que sou, e não pelo o que aparento ser. Sem idealizações.
Porque não há sentido, se não houver mudanças... Uma vez inverno, outrora primavera. Uma vez sozinho, outrora na multidão. Uma vez chorando, outrora sorrindo. Uma vez observando, outrora sentindo. Uma vez lamentando, outrora se alegrando. Uma vez silêncio, outrora cantando. Tudo está em constante mudança, até mesmo seu coração.
Desapegar é preciso. Seguir em frente é evoluir. Lembrar do passado apenas com carinho e não querer voltar no tempo é superar.
