Viver de Verdade
Deus! Eu te agradeço pela tua presença em mim, nestes 62 anos de idade! É verdade que não me curaste, desta doença de Parkinson! Ainda assim eu te amo! Porque tu estás comigo! Permite Senhor, que eu sempre aceite, o que tens preparado para mim! Faça-se a tua vontade e não a minha!
Abençoa, a minha família, neste ano que está a começar! Abençoa todos os amigos! Assim seja amém!
Todo relacionamento é único. Na verdade, o parceiro com o qual me envolvo se torna uma
parte da minha vida, mesmo que a própria Vida tenha o conduzido a caminhos diferentes.
Respeitá-lo é respeitar a própria história
Uma entidade superior te oferece a verdade absoluta sobre o universo. O custo: o amor da sua vida e toda a humanidade morrem diante de você. O que vale mais: a verdade ou o amor?
Custa caro ser de verdade, por isso que as pessoas hoje em dia preferem vender uma falsa imagem de si, pra ser popular do que mostrar quem de fato é, porém o preço de não ter que fingir é impagável.
Costumamos eternizar
coisas que, na verdade,
não têm mérito algum
para serem eternas.
Amores que não se concluíram
ganham status de perfeitos
justamente porque ficaram pela metade.
Nessa ausência de fim,
mora uma pergunta insistente:
e se…?
O inacabado seduz.
Não foi testado pelo tempo,
não enfrentou a rotina,
não precisou permanecer.
Por isso parece grande,
quando na verdade
é apenas incompleto.
Talvez seja hora
de valorizar o que é real,
o que é existencial,
o que ficou
e escolheu ficar.
E, sobretudo,
parar de cultuar
aquilo que não teve coragem
de se tornar inteiro.
Nem tudo o que não acabou
merece ser eterno.
Algumas coisas
apenas ficaram pela metade porque era exatamente
até ali que podiam ir...
Amar de verdade não é ceder tudo.
É saber o que é negociável e o que é digno.
É entender que diálogo não é favor, é fundamento.
Que assumir erro não é humilhação, é maturidade.
Que esperança não é sentimento, é prática.
E que silêncio, quando vira hábito, não é paz.
É abandono em câmera lenta.
Todos que me disseram Adeus esperando um Te vejo novamente. Sabem que é verdade o que vou dizer:
Eu levo a sério cada palavra se eu alguém me diz Adeus tenha certeza que nunca mais irá me ver. Se sumir por um tempo não se preocupe em voltar, tenha a certeza que vou separar meus caminhos e você nunca mais irá me encontrar.
TÍTULO. A PLENITUDE APARENTE E O VAZIO ESSENCIAL.
A frase afirma uma verdade desconfortável, mas antiga como o próprio pensamento humano. Existem pessoas tão cheias de si que acabam completamente vazias. Não se trata de um paradoxo retórico, mas de uma constatação ontológica. Quanto mais o indivíduo se ocupa de acumular imagens, discursos, certezas e performances, menos espaço resta para o ser autêntico. A vida interior, que exige silêncio, humildade e escuta, é soterrada por ruídos fabricados para convencer o mundo e sobretudo a si mesmo de que algo ali existe em profundidade.
Filosoficamente, essa plenitude ilusória nasce da confusão entre ter e ser. O sujeito acredita que se constrói pela soma de papéis sociais, conquistas materiais, aplausos e posições morais exibidas. No entanto, tais elementos pertencem ao domínio do transitório. Eles não tocam o núcleo do existir. O vazio surge quando aquilo que deveria ser meio torna-se fim. A pessoa passa a existir para sustentar uma narrativa sobre si, e não para viver uma verdade. Nesse ponto, a identidade deixa de ser descoberta e passa a ser defendida, o que gera rigidez, medo e intolerância ao fracasso.
Do ponto de vista psicológico, o vazio interior é frequentemente mascarado por excesso. Excesso de controle, de fala, de razão, de vaidade, de exigência sobre os outros. O indivíduo cheio é, em geral, alguém que não suporta a própria fragilidade. As decepções da vida, inevitáveis e pedagógicas, não são integradas como experiências formadoras, mas interpretadas como injustiças pessoais. Surge então a amargura. A expectativa infantil de que o mundo deveria corresponder aos desejos individuais colide com a realidade concreta, que é impessoal, imperfeita e indiferente aos caprichos do ego.
A vida não é um parque de diversão. Ela não foi concebida para entreter, recompensar constantemente ou poupar o ser humano da dor. Ela educa pela frustração, amadurece pela perda e revela pelo limite. Quem não aceita isso permanece num estado psicológico de adolescência prolongada, esperando que a existência funcione como espetáculo e não como travessia. Quando a realidade se impõe com suas rupturas, traições, silêncios e despedidas, o sujeito despreparado sente-se enganado, quando na verdade apenas recusou aprender.
No plano introspectivo, essa frase convida a um exame severo. O que há por trás daquilo que mostramos. Se cessarem os elogios, os cargos, as relações utilitárias, o que resta. O vazio não se manifesta apenas como ausência de sentido, mas como incapacidade de amar sem possuir, de ouvir sem disputar, de existir sem encenação. Pessoas vazias temem a solidão não porque estejam sozinhas, mas porque, ao ficarem consigo mesmas, não encontram conteúdo algum que sustente o silêncio.
Moralmente, a plenitude falsa é perigosa. Ela gera arrogância ética. O indivíduo acredita-se superior, esclarecido, justo, quando na realidade apenas reproduz valores para autoproteção. Falta-lhe compaixão verdadeira, pois nunca atravessou o próprio abismo. Falta-lhe misericórdia, pois confunde correção com dureza. A moral que nasce do vazio é sempre punitiva, nunca restauradora. Já aquela que brota da dor compreendida tende à humildade e ao cuidado.
As decepções, portanto, não são falhas do percurso, mas revelações. Elas mostram quem somos quando o mundo não coopera. Mostram se nossa força é real ou apenas decorativa. A pessoa cheia de si quebra-se facilmente, pois tudo o que a sustenta vem de fora. A pessoa que aceita o esvaziamento interior, ao contrário, aprende a reconstruir-se a partir do essencial.
Viver é desaprender fantasias. É abandonar a ideia de que merecemos mais do que os outros ou de que o sofrimento é um erro do sistema. A maturidade nasce quando se compreende que a vida não promete conforto, mas sentido, e que esse sentido não é entregue, é escavado. Somente quem aceita perder ilusões ganha densidade humana, e somente quem suporta o vazio inicial pode, um dia, tornar-se verdadeiramente pleno.
"Não há algo acabado para se dizer sobre como ser feliz, o que existe, na verdade, são fórmulas que são divulgadas por vendedores de sonhos."
"A verdade exige o contraditório; ninguém detém o monopólio do real. Onde a pluralidade de vozes é silenciada, o que subsiste não é a verdade, mas o dogma."
A verdade bíblica não é democrática;
ela não depende de votos, aprovação popular ou likes para continuar sendo verdade.
É um pouco assustador desconstruir coisas que sempre achamos ser verdade. Olhar com olhos de amor, e não de dor. Perdoar o outro, e a gente mesmo, por tanto tempo perdido cultivando mágoas bobas. Então a gente descobre que ainda dá tempo de ser feliz. E descobre que ficar sem chão é o mesmo que voar.
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