Vivendo em Sociedade
O ser humano ainda se junta, não para ter o prazer de viver em sociedade, mas para sentir o desprazer de viver em apartheid.
Vivemos numa sociedade livre, mas aprisionada e asfixiada pelos inúmeros e indecifráveis sentimentos gerados por questões emocionais não resolvidas. Em dias atuais, ardentemente obscuros, vão sendo enterrados em nossa psique, cada vez mais sem a devida atenção, nossos tormentos e desgostos, bem como mágoas e decepções, pois somos reféns da infindável chuva de compromissos do dia a dia. Diante disso, a escolha tem sido não arriscar, não mudar, permanecer na ilusória zona de conforto.
Estamos vivendo um mundo onde os valores estão completamente invertidos, uma sociedade medíocre e estereotipada, que vive de aparências. e eu? eu sigo aqui, meu próprio caminho, porque não pretendo chegar no mesmo lugar que eles.
A sociedade evolui de uma forma assustadora, mas ainda não conseguiu entender a arte de viver em comunidade!
Vivemos em um tempo de tribos, e todos têm uma não importando qual seja. Sou contra uma sociedade repressora, e fundo uma sociedade que reprime a repressão, não procure lógica no meio do caos.
Somente agora parte da sociedade acredita que nunca esteve vivendo num país democrático; quem sabe apareça algo lá na frente para continuar alimentando essa crença, para a própria ilusão social.
Vivemos em uma sociedade extremamente dependente da ciência e da tecnologia, na qual quase ninguém sabe nada sobre ciência e tecnologia.
É impossível viver em sociedade e não se importar com a opinião alheia. A sociedade é composta totalmente pelo julgamento dos outros.
Vivemos numa sociedade em que ninguém é responsável pelo que faz, mas todos são responsáveis pelo que os outros fizeram no presente ou no passado.
Nota: Trecho de artigo da "National Review".
...MaisO nosso Deus nos chama para viver em milagres, nos convida a um mover profético
Ministério Unção e Legado
Não vivo no mundo que a sociedade exige.
Vivo no meu mundo, escolho minha moda, minha comida e sou minha etiqueta social!
Apenas sou...
Independente do alheio!
Sociedade, o problema é essencial
E se ninguém vai ser do bem
Bom, tentemos ser menos mal
É igual miséria do inquérito, bem-vindo a América
Dias sombrios...
Vivemos tempos difíceis. Tempos de superficialidade exagerada, ou, como definiu Bauman, de amores líquidos.
Nos dias de hoje, raros são os casos em que se observa uma amizade duradoura e sincera ou um relacionamento intenso e sólido ao mesmo tempo. São tempos de larga mudança nos valores sociais. A sociedade passa por uma de suas mais bruscas mudanças.
A velocidade com que a informação flui no mundo moderno, torna cada dia mais complexa a manutenção do que conhecemos por relações humanas. Pessoas são tratadas como objetos. Ao não terem mais serventia simplesmente descarta-se o supérfluo.
Valores éticos e morais que perduraram por séculos, cito como exemplo a ética kantiana – sintetizada em seu imperativo categórico -, tornam-se cada vez mais inviáveis de serem postos em prática.
Não vemos mais romantismo, o que vemos é a banalização da palavra amor em favor dos vários tipos de experiências superficiais praticadas pelos indivíduos hodiernamente.
Bauman fala de forma brilhante que:
"Para ser feliz há dois valores essenciais que são absolutamente indispensáveis [...] um é segurança e o outro é liberdade. Você não consegue ser feliz e ter uma vida digna na ausência de um deles. Segurança sem liberdade é escravidão. Liberdade sem segurança é um completo caos. Você precisa dos dois. [...]
Hoje, o que vemos na sociedade é a valoração excessiva do “o que você é”, no lugar do “quem você é”. Tempos de relações imediatas, pautadas no momento e no que podemos obter com isso. O imediato não existe mais, apenas o agora. Isso se aplica em toda sociedade. Seja no critério profissional, pessoal ou interpessoal.
A cobrança do que se tem ofusca a expectativa do que se poderá ser. O amanhã não mais existe nos dias de hoje, apenas o agora. A fluidez em que o mundo está embebido trouxe consigo uma mudança permanente no modo como a sociedade se desenvolve, e, na maneira como ela se desenvolverá. Um dia, a história lembrará deste momento, de uma época na qual o homem não mais é o lobo do próprio homem – citando Hobbes –, mas o homem tornou-se o fim em si mesmo. Estamos entrando na era do egocentrismo autofágico.
Vivemos um tempo onde muitos valores foram deturpados e esquecidos, e acabamos por criar uma sociedade formada por pessoas carentes e solitárias que vivem entre si, mas não se enxergam.
Viver é estar conectado e não apenas online.
Boas conexões não são realizadas apenas por cliques em simples botões.
