Viva a Vida como se Fosse a Ultima
Nem os pássaros migrando - por força da Natureza ou compulsivamente - repetem no agir, como nós, deliberadamente, tantas desgraças.
A luz do Sol, assim como a verdade, traz à tona cada detalhe que não havíamos percebido na noite do dia anterior.
Você pode desconfiar de uma verdade. Mas uma mentira, como tal, é sempre rigorosamente verdadeira.
O tempo não passa: somos nós que nos esvaímos por entre os dedos do instante, como areia que nunca consentiu ser castelo.
Odiamos no outro a parte de nós que, por vergonha ou fraqueza, negamos; como se, ao reconhecê-la fora de nós, nos víssemos espoliados daquilo que um dia foi nossa substância mais verdadeira.
A paz verdadeira não é a ausência de conflito, mas o repouso do espírito no meio do caos — como a flor que floresce sobre a pedra.
Assim como a Terra guarda em suas camadas geológicas a memória de eras passadas, os velhos carregam nas rugas a história do mundo que ajudaram a moldar.
Escrevo como quem desossa a própria alma diante do espelho —
e oferece cada osso como uma forma de renascimento.
Há dores que não gritam: se disfarçam em gentileza, se escondem no riso. A alma, como a pele, aprende a cicatrizar por camadas — mas nunca deixa de lembrar onde foi ferida.
BOM USO DO TEMPO
É preciso aproveitar bem o tempo, pois assim como ele nos transforma, também podedeformar nossos sentimentos.
O Destino dos Lúcidos
O destino dos lúcidos é carregar o peso da verdade
como quem leva água num vaso rachado:
sabendo que, a cada passo, algo se perde,
e mesmo assim caminhando.
Ver além dos olhos é uma ferida secreta,
uma lâmina de luz que sangra devagar,
enquanto a maioria adormece embalada
pelo suave consolo da ilusão.
Os lúcidos atravessam cidades silenciosas,
templos abandonados, desertos sem nome.
Carregam nos ombros o que não pode ser dito
e nos olhos o que o mundo se recusa a ver.
Por vezes, desejam também dormir —
mas a lucidez é uma chama que não se apaga:
ela arde nos ossos,
ela queima no coração,
ela sussurra entre os passos:
“Segue…”
Pois o que vê não pode fingir que é cego,
e o que sabe não pode regressar à ignorância
sem rasgar a própria alma.
O destino dos lúcidos é ser ponte entre mundos,
eco entre silêncios,
voz entre os adormecidos
e chama acesa
nas noites sem estrelas.
A alma desce ao corpo como um viajante a um porto estranho, sem mapa nem idioma. Viver é decifrar esse enigma com os olhos fechados.
A justiça tem que sempre se questionar, assim como a sociedade só pode existir pelo trabalho que faz sobre si mesma e sobre suas instituições.
O professor é um instrutor neste modelo de educação por módulos como se fossem produtos, reproduzidos e distribuídos. É uma visão de modelo industrial da EaD que nas pesquisas Bechavioristas estavam aliadas às práticas de instrução programada. Um novo desenho educacional começou com CMC (Comunicação Mediada por Computadores) oferecendo atividades pedagógicas e recursos tecnológicos mais específicos. Contudo, o professor ainda é um co-responsável pelo resultado.
Conforme Gunawardena e McIsaac (2004) o aluno de EaD é o responsável por seu processo de aprendizagem e resultados devendo desenvolver as características de independência e autonomia.
Referência:
GUNAWARDENA, C.N., MCISSAC, M. S. Distance Education in Handbook of Research on Educational Communications and Technology: A Project od the Association for Educational Communications and Technology, Por David H. Jonassen, Association for Communications and Technology, Lawrence Erlbaum Associates, 2004.
É preciso pensar na aplicação da tecnologia como um recurso facilitador do processo ensino-aprendizagem de forma que a liberdade do conhecimento e criatividade fluam com naturalidade e não alienados na triplicidade de demandas extraclasse (para professores e alunos), o que pode gerar desinteresse ou inconsciência da sua necessidade nesta nossa Era tecnológica.
[...]a prática pode ser vista como um processo de aprendizagem por intermédio do qual os professores retraduzem sua formação e a adaptam à profissão [...].
A experiência provoca, assim, um efeito de retomada crítica (retroalimentação) dos saberes adquiridos antes ou fora da prática profissional.
TARDIF, M. Saberes docentes e formação profissional. 2 ed. Petrópolis: Vozes, 2002. p. 53.
É interessante observar a formação dos novos grupos de influência e como a idade biológica se distancia completamente da maturidade. Suas experiências contribuem à subjetividade.
O sucesso do líder depende da equipe. Não só da sua formação técnica como também da relação mútua de confiança.
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