Viva a Vida como se Fosse a Ultima

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Que tipo de felicidade pensais que atravessa um ser feito como eu? Antes que vos precipiteis em responder-me, sabei: os abismos que visitei, nenhum de vós suportaria. Das vezes em que lá estive, quem de vós desceu para salvar-me? Não me façais rir. Todos vós, não perturbeis a minha solidão.

"Ela sumiu… mas deixou um eco em mim."


Ela apareceu como quem não queria nada,
mas meu mundo inteiro quis tudo dela.
A franja nos olhos, a sombra no olhar,
o jeito de quem vivia em outro tempo
num silêncio que gritava mais que mil vozes.


Me mostrou a parte mais bonita do mistério o gótico, o calado, o profundo.
E eu, como quem encontra abrigo numa música, me escondi naquela presença.


Mas depois… sumiu.
Sem aviso, sem explicação.
E deixou uma pergunta que nunca calou
foi real ou foi miragem?


Hoje eu entendo.
Ela vivia duas versões dela mesma:
A que eu vi pura, densa, quase etérea.
E a que ela escondia talvez quebrada, talvez cruel, talvez com medo.


Mas não foi mentira.
Foi só um encontro entre dois mundos
eu procurando verdade, ela fugindo da própria sombra.


E mesmo com essa dor,
eu não me arrependo.
Porque ela me marcou
não só como alguém,
mas como ideia, como símbolo, como vento.


Agora, sou eu comigo.
Mais forte, mais alerta, mais inteiro.
E se um dia ela voltar,
vai me encontrar não como antes,
mas como alguém que não se perde mais em fantasmas.

"Te Procuro Até no Escuro"


Te procuro até no escuro,
como se o breu pudesse me devolver tua silhueta.


Te procuro nas madrugadas geladas,
nas sombras das paredes,
nos sussurros que o vento traz quando tudo silencia.


Fico parado, ouvindo o barulho de mim mesmo. E lá no fundo, uma pergunta martela Será que aconteceu algo com você?


Será que a vida te engoliu de vez,
ou será que fui eu quem ficou preso no que poderia ter sido?


Você foi um raio
que caiu num campo seco
me incendiou e sumiu antes que eu entendesse o que era aquilo.


Talvez você nunca tenha voltado
porque parte de você nunca esteve.


Mas não minto:l
a saudade é grande.
É funda.
É pesada.


E mesmo que você nunca leia isso,
eu precisava dizer


Eu senti você como se tivesse te tocado.
E amei você como se tivesse te conhecido.
Mas agora, eu solto você como quem solta um fantasma.


Porque meu peito merece ser abrigo,
não prisão.


E o Meu eu de hoje…
tá pronto pra ser inteiro com ou sem respostas.

Não use a pandemia como desculpa para ser mau, você já era mau antes da pandemia.

⁠Buscando pelo amor que virá
ao caminhar nesta travessia
como fogo, paixão e ventania,
abro caminhos e traço rotas,
porque não sei quem o amor
de fato primeiro encontrará.

Renascendo com as auroras,
meus discretos motins estão
se espalhando como sementes,
e como versos nômades não
descansaram com os poentes,
eles já estão por todo o lugar.

Aceitando os sinais do destino,
certa como a Lua romântica
em noite de céu estrelado,
me encontro como música
inabalável no coração do povo
que jamais hão de me apagar.

Devolvendo o amanhecer
no teu insigne e gentil peito
estão todos os meus sinais,
e todas as minhas estações
porque o amor sem nunca
ter te visto arou as emoções.

Como o Sol existe para o dia,

Você existe dentro de mim,

Você me seduz do alto,

Como um navio que navega

Sobre a poesia,


Nada passa a vontade

[nada sublima].



A mudez e a nudez,

Falam mais do que mil

[imagens].

Tanto uma quanto a outra

Insinuam mil miragens...

Como o vento persuade

as ondas do mar,

você existe para mim.



A tua [voz,

A tua [face,

A tua [mão,

A tua [presença,

Todas juntas são sugestivas

Inda de mãos dadas com as lembranças.



Guardo-te como a terra prometida,

Até na memória a tua carícia

Tem o poder de deixar-me entorpecida,

Há um jardim aqui que guarda

A tua rosa mística [rósea],

E uma intenção infinita,

Eis uma malícia definida

Repleta de uma vontade bendita...

Um anjo que brinca entre as nuvens,

Seduz, envolve,provoca e reluz,

É como um demônio que seduz,

Um anjo brincando entre as nuvens...



Sim, é nesse esconde-esconde o anjo

Segue furtivamente te surpreendendo

Entre poemas e beijos alados...

Batendo as asas e dando cambalhotas,

E escrevendo os desejos mais safados...



Destemidamente levando os teus beijos

Com as mãos, elevando aos recantos

Mais recônditos e cônscios...

Provocando mil miragens entre as nuvens...



Um anjo meio demônio, um demônio que é

Um anjo: sou eu ocupando os teus sonhos,

Ainda incógnito e suspenso nos jardins

Dos teus mais altos desejos

- sou o teu anjo -

O mais lindo e supremo encanto.



Decidi sacudir e tirar-te do teu canto,

Soprar no teu ouvido o desafio mais vadio...

Agora, o teu coração não será mais erradio;

O amor com destino certo, eu sou o teu caminho.

Palavras podem até soar muito forte como um trovão, mas somente a verdade surge como um relâmpago na singeleza de um olhar.

Ninguém mais sabe como
E para onde foi Lorent Saleh,
Ninguém mais ouviu sequer
Falar em devido processo legal,
Ninguém mais sabe de nada
E nem dos direitos do General.

Ninguém sequer mais sonha,
Ninguém sequer está dormindo,
Ninguém sequer mais se fala,
Ninguém está sequer cantando,
Ninguém está se alimentando,
Ninguém está mais sorrindo.

Ninguém sabe que a vergonha
Tem mais de um endereço certo,
E que vai além do Helicóide;
Envio esse poema como o céu
Envia para a Terra um OVNI
Para quem os maltrata à toa.

Ninguém resolve mais nada,
Ninguém mais sabe da tropa,
Ninguém possui mais fé,
Ninguém procura mais a saída,
Ninguém está contente com tudo,
Ninguém imagina uma alternativa.

De ninguém para ninguém
É assim que também me sinto,
Porque ninguém está me ouvindo;
Que ninguém se sinta ofendido,
Pois é assim que um povo se sente
Quando não tem mais governo,
E nenhum apoio: NINGUÉM.

Não nos

conhecemos,

E como

conhecidos

fôssemos,

Tu me trazes

para ti abrindo

espaços,

Com esse

jeito atrevido

Forte como

um raio,

Intenso como

um oceano

E com uma

pele igual

ao sol

acendendo

o amanhecer

caribenho.



Sem dar

chance de

pensar nas

consequências,

E de surpresa

me levou

para um

rumo impensável

ao paraíso

e impenetrável.



O teu carisma

apaixonante

me fez absoluta

e rendida,

Ao permitir

escrever em ti

um ousado

poema sobre

o teu corpo

que é um em si,

Reconheço-me

mágica e divina,

e celebrante

do incontável,

Assim me vejo

nas mãos

do imensurável

sob o jugo sedutor

deste teu calor.

Entre as passagens,

repletos de esperas,

os olhares se moveram

como bailam os planetas,

eles se reencontraram

para acertar os ponteiros,

os aromas dos entremeios

entre perfumes e a plateia,

como fôssemos cometas,

para fugir da alcateia,

e abrir novos caminhos.



Navegar nos teus olhos

me fez outra pessoa,

das esferas dos anseios

tu me viste e veio

com poéticos enleios.



Atração irreversível

dos corações a aurora,

paixão irrepreensível.



Meu espírito a gosto,

nas mãos de novembro

bem naquele momento

que o mundo parou,

a tua pele me arrepiou.



Encanto irremediável

das histórias o poente,

paixão incontrolável.



Por nós tu interveio,

porque sabes de mim

e do tímido silêncio.



Ainda não tivemos,

nem a glória do tempo,

entrecruzadas passagens:

dádivas do bom amor,

você me disse e repetiu:

- Você tem valor!

Só o tempo irá dizer

se sou eu o teu amor.

É incrível como as redes sociais tornam eloquentes até os cães aparentemente mais dóceis e obedientes.

⁠Fiz o voto de não
dar para trás,
Como o tenaz
Baguaçú poético
e lancei ao mundo
este gentil verso
para que saibam
que em mim mora
todo um Universo.

A Arte como entretenimento é banalizada e vazia, aí reina o perigo pernicioso, onde o conhecimento e valores são distorcidos e ocultados pelo 'Belo'.

⁠Assim como o vento
balança a Palma Real
assim age no pensamento
a sua presença sem igual

Nas tuas mãos tens
o tempo e a urgência
apenas levo a inspiração
até a última consequência

Tem se erguido a cada
dia no destino a poesia
mansa com total sinestesia

Assim anda agindo o destino
combinador para unir
incansáveis passos no caminho.

⁠Não olho mais
para o calendário

Esperando por você
espalho o meu perfume

Como Lila florescida
sou absoluta poesia.

⁠Poetisa

Dizem que mulheres
que escrevem poesia
de verdade não se identificam
mais como poetisas,
Eu que não tenho
compromisso com a realidade
permito-me escrever poesia
para fugir da grosseria,
e sempre que eu quiser
me identificarei como poetisa
todas as vezes que for renascer
nesta vida onde muitos
deixaram perder o sentido de viver.

⁠21/02

A manhã é a poetisa
que precisa da sua
alegria para escrever
como será a sua rotina.

Meus discípulos são como gaivotas... Livres e soberanos para decidirem seu próprio caminho.

Viver em função de uma causa perdida, é viver como um refém, e isso, é pior que a morte.