Viva a Vida como se Fosse a Ultima

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O pensamento é como uma gaivota..
Livre a voar.

Por isso vivo a voar..em meus pensamentos.
Vôos rasantes..
Infinitos..
Distantes.

⁠Beija-me

Beija-me como quem chega em casa depois de muito tempo.
Como quem reconhece o sabor da alma no toque da boca.
Sem pressa. Sem ensaio.
Mas com aquela vontade que carrega o tempo todo.

Beija-me com os olhos também.
Com os dedos. Com o pensamento.
Beija as minhas dúvidas até que elas se rendam,
e os meus silêncios até que virem som.

Beija-me pra além da pele.
Entre as palavras não ditas,
nas pausas da respiração,
no espaço entre um suspiro e outro.

Quero um beijo que acolha, mas acenda.
Que abrace, mas incendeie.
Que não peça licença,
mas saiba o momento exato de invadir.

Beija-me como quem sabe que estou faminta,
mas que minha fome é de algo que só se encontra quando a alma também se abre.
Beija-me como se cada toque fosse um recomeço,
e cada fim, apenas uma promessa de mais.

E se for pra ser beijo,
que seja inteiro.
Que me cale.
Que me entregue.
Que me eleve.

Beija-me como quem entende
que a boca é só a porta —
e o desejo,
é tudo o que vem depois.

As brigas são como o ensaio de um grande amor.

Como a bebida para o alcoólatra; a droga para o viciado; o perfume para a flor; a voz para o cantor; o sangue para as veias; a fé para o desesperado.
Essencial.
Vital.
Você para mim.

Lutar por ti, meu amor, vale sempre a pena
por um homem carinhoso, amoroso como tu
que toca a minha alma e não somente o meu corpo
que entra pelos meus olhos com o coração livre.

Que olha no fundo da minha alma como ninguém,
olha e vê o reflexo do meu amor e carinho
tu és grande para invadir os meus sonhos e
torná-los uma doce realidade, com o coração.

Que este amor que seja vivido por inteiro com
os corpos de um encontro total, tornando a união
em êxtase, prazer, gemidos afagantes de amor
e que os teus abraços sejam o meu abrigo.

Que a voz a ser ouvida seja a do coração, da alma
dos nossos corpos e os meus e os teus lábios
sejam mudos de beijos, mudos, sem palavras.
Ganhando a emoção de dois corpos num só!

Tá tudo assim queimando em mim
como salva de fogos
Desde que sim, eu vim morar nos seus olhos.

Vivendo e sentindo como gente grande... trago nos olhos a esperança de uma criança... e no coração a emoção de uma mulher....

Seu olhar é como um livro aberto...infinito de amor. Fica comigo que serei sua alma e você meu coração...

E como dizem, tempo é tudo.

Ela é feita como eu, pedaço de passado mal vivido, ou acontecimentos inesperados que causam grande estrago dentro do coração. Entretanto, ainda chegando de mansinho pude encontrar nela uma parte de alguém que tem um coração tão cheio de amor, e tão meiga. Ainda pequena por fora, mas tão grande por dentro, podendo encantar apenas com o sorriso, parar seu respirar somente com o olhar. Ela é o reverso daquilo que se encontra em qualquer lugar. O oposto de comum, ela é rara de se encontrar. Mas eu encontrei.

Algumas vezes achamos que palavras
são apenas como folhas secas que após cairem são levadas com o vento.
Palavras podem ser causadoras de explosões assim como bombas quando ditas em momentos errados
podem deixar estilhasços se faladas as pessoas erradas.
Podem devastar corações assim como o homem a mata,destruir sonhos em velocidades maior do que se conseguem contrui-los.
Em uma briga dizemos palavras que muitas vezes se quer foram setidas e em uma momento de reconciliação nós, quem as falamos se quer lembramos, mas não as falamos ao vento
por tanto foram plantadas em um coração que por mais que tenha perdoado não esqueceu.
Feridas podem ser curadas mas cicatrizes permanecem pra sempre.

Você pegou minha mão
Você me mostrou como
Você me prometeu que ficaria por perto
Aham
Tá certo...
Eu absorvi suas palavras
E eu acreditei
Em tudo que você me disse
É, aham
Tá certo...

Se alguém dissesse daqui a três anos
Que você iria embora
Eu apagaria todos eles com um soco
Porque eles estariam errados
Eu sei melhor que eles
Porque você disse "para sempre"
"E sempre"
Quem diria...

Lembra-se quando nós éramos tão bobos
E tão convencidos e tão, tão legais
Oh não
Não não
Eu queria poder te tocar de novo
Eu queria poder ainda te chamar de amigo
Eu daria qualquer coisa

Quando alguém disse "Seja agradecido
Por aqueles que já não estão por perto"
Eu acho que eu não sabia como mesmo
Eu estava totalmente errada
Eles sabiam melhor que eu
Ainda sim você disse "para sempre"
"E sempre"
Quem diria

Yeah yeah
Eu te manterei trancado em minha mente
Até nós nos encontrarmos novamente
Até nós...
Até nós nos encontrarmos novamente
E eu não te esquecerei, meu amigo
O que aconteceu?

Se alguém dissesse há três anos atrás
Que você iria embora
Eu me levantaria e socaria todos eles
Porque eles estariam enganados
Aquele último beijo
Que eu apreciarei
Até nós nos encontrarmos novamente
E o tempo torna tudo mais difícil
Eu queria poder me lembrar
Mas eu mantenho sua memória
Você me visita em meus sonhos
Meu querido,
Quem diria

Meu querido, meu querido
Quem diria
Meu querido, sinto sua falta
Meu querido
Quem diria

Quem diria...

pink
Pink, Who Knew

Queria não desistir
Desistir de sonhar
Desistir de amar
Desistir de ser feliz

Mais como não desistir?
Como não parar?
Se sou tão fraco?
Sou arrogante!
Por não me
amar demais,
Sou frio, por não
Ter esperança.

Mais como não desistir
De tudo, pois o que é mais
Belo no mundo o próprio
Homem esta a destruir,

Como não desistir
Se as pessoas estão deixando Deus
De lado e estão buscando forças em outros deuses?

Como não desistir, se as pessoas não estão
Mais a ligar para a letra da música?

Como não desistir se as pessoas não lêem mais
As poesias.

Como não desistir se as pessoas se conformam
Com esse século, cheio de homens amantes de si
Mesmo, homens que só busca bens matérias,
Mais não busca o bem espiritual que é o Deus vivo.

Como não desistir, se eu próprio quero desistir?
Como?
Tento fazer tudo, mais muitas das vezes acabo não fazendo nada
E acabo a desistir!

Devem-se buscar amigos como se buscam livros

Acertar na procura não reside em que sejam muitos

nem extraordinários ,mas que sejam poucos,bons

e bem conhecidos...

Conhecimento não é aprender só o que é certo, mas o que é errado, para sabermos como desviar das armadilhas que o "mundo" coloca a nossa frente.

como quero seu carinho, como penso em ti, anoiteco e amanheco pensando em vc, pensando em como seria bom te-lo ao meu lado,nao todos os dias, so de vez em quando pois assim, a saudade nos faria ainda melhores amantes.

Quando alguém te der boa noite, boa tarde ou bom dia, responda, você não sabe como vai ser seu dia e muito menos se vai ter a oportunidade de viver mais um dia, uma tarde, uma noite...para responder de novo!

Ainda me espanto com a arte das pessoas trocarem de "amor" como quem troca de roupa, mas enfim. Cada um com o seu dom.

Lá na infância
Qualquer pessoa que já tenha se separado e tenha filhos sabe como a gente se preocupa com a reação deles e procura amenizar qualquer estrago provocado por essa desestruturação. É preciso munir-se de muito respeito, delicadeza e amor para que essa ruptura seja bem assimilada e não produza traumas e inseguranças.

Muito do que somos hoje, do que sofremos e do que superamos, tem a ver com aquele lugar chamado "infância", que nem sempre é um paraíso. Por mais que tenhamos brincado e recebido afeto, é lá na infância que começamos a nos formar e a nos deformar através de medos, dúvidas, sensações de abandono e, principalmente, através da busca de identidade.

Por tudo isso, estou até agora encantada com a leitura de Marcas de Nascença, fenomenal livro da canadense Nancy Huston e que deixo como dica antes de sair de férias. O livro é narrado por quatro crianças de uma mesma família, em épocas diferentes, todas quando tinham seis anos: primeiro, um garotinho totalmente presunçoso, morador da Califórnia, em 2004. Depois, o relato do pai dele, quando este também tinha seis anos, em 1982. A seguir, a avó, em 1962, e por fim a bisavó, em 1944. Ou seja, é um romance genealogicamente invertido, começando logo após o 11 de Setembro e terminando durante a Segunda Guerra Mundial, mas é também um romance psicanalítico, e é aí que se torna genial: relata com bom humor e sem sentimentalismo todo o caldeirão de emoções da infância, mostrando como nossas feridas infantis seguem abertas a longo prazo, como as fendas familiares determinam nossos futuros ódios e preconceitos e como somos "construídos" a partir das nossas dores e das nossas ilusões. Mas tudo isso numa narrativa sem ranço, absolutamente cativante, diria até alegre, mesmo diante dessas pequenas tragédias íntimas.
A autora é bastante conhecida fora do Brasil e ela própria, aos seis anos, foi abandonada pela mãe, o que explica muito do seu fascínio sobre as marcas que a infância nos impõe vida afora. É incrível como ela consegue traduzir os pensamentos infantis (que muitas vezes são adultos demais para a idade dos personagens, mas tudo bem), demonstrando que toda criança é uma observadora perspicaz do universo e que não despreza nada do que capta: toda informação e todo sentimento será transformado em traço de personalidade.

Comecei falando de separação, que é o fantasma familiar mais comum, mas há diversas outras questões que são consideradas "linhas de falha" pela autora e que são transmitidas de geração para geração. Permissividade demais gerando criaturinhas manipuladoras, mudanças constantes de endereço e de cidade provocando um desenraizamento perturbador, o testemunho constante de brigas entre pessoas que se dizem amar, promessas não-cumpridas, pais que trabalham excessivamente, a religião despertando culpas, a política induzindo a discordâncias e exílios, até mesmo uma boneca muito desejada que nunca chegou às nossas mãos: tudo o que nos aconteceu na infância ou o que não nos aconteceu acaba deixando marcas para sempre. Fazer o quê? Em vez de tentar escapar de certas lembranças, o melhor é mergulhar nelas e voltar à tona com menos desespero e mais sabedoria. Todos temos nossas dores de estimação. O que nos diferencia uns dos outros é a capacidade de conviver amigavelmente com elas.

Fala-me anjo de luz! é glorioso
À minha vista na janela à noite
Como divino alado mensageiro
Ao ebrioso olhar dos frouxos olhos
Do homem, que se ajoelha para vê-lo,
Quando resvala em preciosas nuvens,
Ou navega no seio do ar da noite.