Viva a Vida como se Fosse a Ultima
0113 "Não sabem da última do papagaio? Nem vão saber, pois ele morreu, pobrezinho. Morreu e deixou a última inacabada!"
0131 "Digo e confirmo: 'A última coisa do mundo que eu quero é magoar a Mim mesmo! Por ser a última coisa do mundo, por que eu me importaria em magoar outra pessoa? Hein?"
"Sabe da última do papagaio? Ele morreu, pobrezinho. Por isso é a última (dele)!"
Frase Minha 0113, Criada no Ano 2007
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
"A última coisa do mundo que eu quero é magoar a Mim mesmo! Já que é a última coisa do mundo, por que eu me importaria em magoar outra pessoa? HeuHein!"
Frase Minha 0131, Criada no Ano 2007
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
A quantidade de Salvadores da Pátria de última hora é quase proporcional aos Eleitores Apaixonados.
Em ano de Eleições — especialmente as gerais —, o Brasil, quiçá o mundo, costuma assistir a um curioso fenômeno: quanto mais apaixonados os eleitores, maior parece ser a produção de salvadores da pátria.
Alguns surgem de última hora, outros são requentados, e há ainda os que passam anos criticando o messianismo alheio para, na primeira oportunidade, vestir a própria capa de herói.
É compreensível, ou ao menos deveria ser.
A paixão política tem pouca paciência para soluções complexas.
Ela prefere personagens…
Precisa de alguém para encarnar a esperança, concentrar a indignação e, de preferência, carregar sozinho a “responsabilidade” por aquilo que deveria ser uma tarefa coletiva.
O problema é que democracia não combina muito bem com Salvadores.
Combina com instituições, limites, fiscalização, alternância de poder e, sobretudo, cidadãos capazes de desconfiar também de quem diz estar lutando exatamente por aquilo em que acreditam.
O Eleitor Apaixonado costuma enxergar a eleição como uma batalha entre o bem e o mal.
E, quando a política se transforma em guerra moral, o candidato deixa de ser alguém a ser avaliado e passa a ser alguém a ser defendido.
Seus erros viram justificativas; suas contradições, estratégias; seus aliados inconvenientes, males necessários.
Enquanto isso, o adversário deixa de ser apenas um adversário: torna-se uma ameaça existencial.
É nesse ambiente medonho que prospera o Salvador da Pátria, especialmente o de última hora.
Ele não precisa necessariamente apresentar um grande projeto.
Basta oferecer uma narrativa — suficientemente convincente ou não — para que seus seguidores possam acreditar que, desta vez, finalmente apareceu alguém capaz de consertar tudo.
Talvez a reflexão mais incômoda e necessária seja justamente esta: o problema não está apenas em quem se oferece para salvar a pátria, mas também em quem continua procurando alguém para fazê-lo.
Uma Democracia madura talvez comece quando o eleitor troque a pergunta “quem vai nos salvar?” por outra, bem menos sedutora e muito mais importante: “quem merece receber uma parcela limitada do poder — e como faremos para continuar cobrando essa pessoa depois da eleição?”
Porque Salvadores costumam pedir fidelidade e fé.
Governantes deveriam receber votos — e fiscalização.
“A sociedade líquida não está apenas dissolvendo relacionamentos; está liquidando a última resistência contra a transformação do ser humano em objeto: a capacidade de amar, permanecer e construir.”
Mesmo que você não queira mais falar comigo, só queria que você me escutasse pela última vez. Depois disso, sim, viro as costas e nunca mais te procuro. Até desaparecer da sua vida, eu desapareço.Mas antes de ir, preciso te dizer que você sempre será o meu grande amor.E te digo mais: o mundo está cheio de conexões rasas, mas o que vivemos teve uma profundidade que levarei comigo para sempre. Eu não lamento os nossos caminhos se dividirem, porque amar você me ensinou a ver o mundo com mais sensibilidade e beleza. Se o nosso destino agora é o silêncio, saiba que amar você foi a escolha mais bonita e corajosa que já fiz. Eu te entreguei o meu melhor, com a pureza de quem realmente se importava com cada detalhe do seu sorriso, com as suas dores e com os seus sonhos.Eu tive o privilégio de conhecer a sua essência mais sincera, e fiz do nosso abraço o meu lugar mais seguro. O que nós tivemos foi único; foi um encontro que transformou a minha forma de enxergar a vida e a mim mesmo. Eu te amei com toda a honestidade do meu coração, querendo apenas o seu bem-estar, mesmo nos dias difíceis. Se hoje eu aceito o seu silêncio e o seu espaço, é exatamente por causa desse amor: ele é grande o suficiente para entender que amar também significa respeitar a sua vontade de seguir em frente sem mim.Você pode seguir o seu caminho, construir novas memórias e viver a vida linda que você merece. A minha maior verdade é que ninguém vai tirar de mim o carinho profundo que sinto por você, nem a gratidão por termos cruzado a vida um do outro. Eu espero, de coração, que o universo te devolva em dobro toda a luz que você trouxe para os meus dias. Que o seu futuro seja leve, cheio de paz e de sorrisos sinceros. Fique bem. Adeus.
Antes de sentir medo de algo, pense, dá ultima vez que você acabou ficando sem alguém, se viu sozinho, sendo que antes era tudo double. Passou o aperto de um fim? A chance de as dores ter passado é de 90% e logo mais um novo amor apareceu. E é ai que o medo entra. As vezes medo de dizer algo, fazer algo, de bancar o Dom Juan ... simples medo de se arriscar em um instante ser um cara bobo apaixonado. Mas me diga uma coisa! Você se lembra que quando sentiu esse medo, quando não agiu conforme queria, mesmo assim o double virou one. Então pra que ter guardado tanto? O diferente vale mais. Seja o que sente, diga o doce que quer sair da sua boca e lembre: O amor não assusta e sim a falta dele.
A Confiança nos leva longe mas a Humildade nos leva muito mais além, mesmo que esta última reflita em um caminho mais doloroso para aquilo que define-se como Ego.
Porque se você não aprendeu nada com a última experiência, aí foi perda de tempo. Você não cresceu, não amadureceu e, então vai cometer os mesmos erros do passado.
Eis aqui o último bar,
o último gole da última dose,
a última saideira.
Eis aqui o último bar
onde todos nós iremos terminar.
Cedo ou tarde
em meio a uma floresta silenciosa,
embriagados com flores e terra úmida.
Embalsamados com cera de velas
e águas salobras,
que insistem em correr como os rios,
e transbordarem pelas margens das triste esferas.
Pelas janelas da alma.
(Poema: Drink com os vermes)
A ultima coisa que passou por minha cabeça foi ser abandonado. A ultima coisa que por mim passou foi seu vulto. Porque a primeira coisa que passou por sua cabeça foi me deixar.
Por que choramos?
Quando foi a última vez que chorou bastante?
Foi de felicidade ou de pesar?
Por um triunfo pessoal ou por um esmagador fracasso? De alívio ou de frustração? Pelo nascimento de um filho ou pela morte de um parente?
Por uma terna lembrança ou por uma dolorosa recordação?
Por reencontrar um amigo querido ou por dizer-lhe adeus?
Situações opostas, sentimentos diferentes;
Por que choramos diante duma intensa emoção?
Cumpre algum objetivo?
Poderíamos passar sem as lágrimas?
Respondam:
E ela foi dormir [...] agarrada com um ursinho e uma blusa dele [...] essa foi a ultima vez que ela chorou ate dormir .
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