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Viva a Vida como se Fosse a Ultima

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Sonhei com um amor de romance, acreditei que a alma gemea existia, vivi uma vida esperando, sonhando e um dia, enconteri você.

A morte não está mais perto
do idoso do que do recém-nascido.
Nem a vida.

Não existe nada melhor na vida do que fazer o que se ama, ter bons amigos, amar e ser amado, viajar o mundo, se abrir para o novo, aprender com os erros, viver intensamente cada momento que a vida nos proporciona!

Em tempos ruins e bons, eu nunca perdi meu senso de entusiasmo pela vida.

Tem dor antiga que, ao longo da vida, muda de tom, em dégradé, mas sempre arruma uma maneira de doer. Tem dor recém-chegada, as malas ainda no chão, que a gente não sabe sequer o nome que tem. Tem dor de tudo o que é jeito na alma

Você é a melhor parte da minha vida.

Existem dois tipos de vida. Uma orientada pelo medo; e a outra, orientada pelo amor. A pessoa orientada pelo amor é aquela que não tem medo do futuro, não tem medo dos resultados e consequências – é aquela que vive aqui e agora.

Recordações

As coisas boas da vida não são aquelas que duram para sempre.
Mas são aquelas que deixam boas recordações.

A vida, no que tem de melhor, é um processo que flui, que se altera e onde nada está fixado.

O homem nasceu para aprender, apreender tanto quanto a vida lhe permita.

Tudo na vida depende do quanto você quer comer alguém.

A ansiedade é a ferrugem da vida; quando se acrescentam os fardos de amanhã aos de hoje, eles se tornam insuportáveis.

⁠Em toda a minha vida, não conheci pessoas sábias que não liam o tempo todo - nenhuma, zero.

Não é que eu não confie em você, é que a vida me ensinou a não confiar em ninguém.

Mude sua vida hoje. Não deixe para depois, aja agora, sem demora.

Simone de Beauvoir

Nota: Citação encontrada em The Book of Positive Quotations, John Cook, 2007

⁠Pra que se lamentar
Se em tua vida pode encontrar
Quem te ame com toda força e ardor
Assim sucumbirá a dor

Para escrever sobre a vida primeiro você deve vivê-la.

Não existem heróis... Na vida, os monstros vencem.

Bem aqui no ar frio que eu finalmente posso respirar
Eu sei que deixei uma vida para trás
Mas estou aliviada demais para lamentar

Quando penso na pequena duração da minha vida, absorvida na eternidade anterior, no pequeno espaço que ocupa, fundido na imensidade dos espaços que ignora e que me ignoram, aterro-me e me assombro de ver-me aqui e não alhures, pois não há razão alguma para que esteja aqui e não alhures, agora e não em outro qualquer momento. Quem me colocou nessas condições? Por ordem e obra e necessidade de quem me foram designados esse lugar e esse momento? Memoria hospitis unius diei praetereuntis. (A lembrança de hóspede de um dia que passa. Sabedoria, V, 15.)

Ante a cegueira e a miséria do homem, diante do universo mudo, do homem sem luz, abandonado a si mesmo e como que perdido nesse rincão do universo, sem consciência de quem o colocou aí, nem do que veio fazer, nem do que lhe acontecerá depois da morte, ante o homem incapaz de qualquer conhecimento, invade-me o terror e sinto-me como alguém que levassem, durante o sono, para uma ilha deserta, e espantosa, e aí despertasse ignorante de seu paradeiro e impossibilitado de evadir-se. E maravilho-me de que não se desespere alguém ante tão miserável estado. Vejo outras pessoas ao meu lado, aparentemente iguais; pergunto-lhes se se acham mais instruídas que eu, e me respondem pela negativa; no entanto, esses miseráveis extraviados se apegam aos prazeres que encontram em torno de si. Quanto a mim, não consigo afeiçoar-me a tais objetos e, considerando que no que vejo há mais aparência do que outra coisa, procuro descobrir se Deus não deixou algum sinal próprio.

O silêncio eterno desses espaços infinitos me apavora. Quantos reinos nos ignoram!

Por que são limitados meu conhecimento, minha estatura, a duração de minha vida a cem anos e não a mil? Que motivos levaram a natureza a fazer-me assim, a escolher esse número em lugar de outro qualquer, desde que na infinidade dos números não há razões para tal preferência, nem nada que seja preferível a nada?

Blaise Pascal

Nota: Fragmento 72 do livro póstumo “Pensamentos”. Extraído do volume “Pensadores Franceses” da coleção Clássicos Jackson, volume XII. Tradução de J. Brito Broca e Wilson Lousada.

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