Vida Vagao de Trem
O VERDADEIRO AGOSTINHO
A insistência de Agostinho em acusar-se de haver sido um "transviado" durante a adolescência e juventude costuma deixar a impressão de que foi um grande pecador. Mas a verdade é que fica difícil levar a serio as necessidades que tinha quando contava com seus quinze anos. Adolescente ocioso, freqüentava os banhos públicos e corria pelas ruas, quando chegava a noite, com companheiros pouco recomendáveis. Não era, porém, tão viciado como seus colegas, o que já é um indício de dignidade moral e aspiração pelo melhor. Um dos seus futuros adversários, o bispo donatista Vicente de Cartena, conta que Agostinho era conhecido entre os estudantes como um rapaz tranqüilo e exemplar. Juízo este muito mais verosímil que o de muitos autores que, por terem tomado, exageradamente ao pé da letra a retórica agostiniana, pintam-no com um estudante indecente e bagunceiro.
Não é sobre ter
Todas as pessoas do mundo pra si
É sobre saber que em algum lugar
Alguém zela por ti
É sobre cantar e poder escutar
Mais do que a própria voz
É sobre dançar na chuva de vida
Que cai sobre nós
Não posso ficar nem mais um minuto com você
Sinto muito, amor, mas não pode ser
Moro em Jaçanã
Se eu perder esse trem
Que sai agora, às onze horas
Só amanhã de manhã
CBTU - FORTALEZA-CE
Saudade dos nossos nostálgicos TRENS CBTU.... Havia um tempo, que nunca se andava de trem sem antes sentir aquele velho frio na barriga.
O avexamento de nossos pais;
O nervosismo se apresentava em todas as vezes.
Nos trens, parte da infância se construiu, pois éramos rotina deles mesmos.
Não havia vagão sem os inesquecíveis vultos antagônicos do dia a dia.
Eram eles que, diariamente, desde o primeiro engate ganhavam a vida. O pão de cada dia.
Não havia vagões sem os Crentes, as fitas cassete ou sem "Cristo está voltando".
Não havia vagões sem os pedintes e nem sem os vendedores de qualquer coisa (Caramelo).
Todo cego e seu pandeiro, fazia de seus sons um movimento mais que o inconfundível.
"tata tata tata e o toin-toin-toin"
A Estação João Felipe era sempre uma aula de história despercebida. Nos mosaicos pisavam milhares de pessoas, as quais iam e sempre voltavam.
Em toda entrada ou saída haviam os toques repetitivos das catracas.
Não havia trens sem a regra: "Não pode ficar nas janelas, pois pedras podem vir!"
Jamais será esquecido os cartazes de rostos machucados por pedradas nas janelas...
Acima das portas um adesivo, e este ilustrava o itinerário com linhas e bolinhas em suas retas.
As portas eram disputadas pelos jovens da época, era um atrativo de aventura e perigo.
Os sons dos engates, freios e pedradas na máquina forte estão martelando até hoje em nossas memórias.
Aquelas máquinas eram bravas, fortes e imbatíveis! Eram como dragões que soltavam fumaça a todo tempo.
Pelos amantes dos trens, será sempre o melhor. Inesquecível! Insubstituível!
Acho que não prestei muita atenção e entrei no mundo errado. Desconheço quase tudo que vejo pela janela. O meu mundo não é esse. Pare, motorista por favor, que eu preciso imediatamente descer!
Encare os insucessos e as frustrações apenas como valiosas oportunidades de fazer melhor ou recomeçar. Um trem sempre volta ao início da linha, mas em todas as estações que passa, sempre haverá algo novo para levar consigo.
Fumaça
Tudo sei, tudo conto;
nada sinto, nada vivo.
Sou apenas corpo a dançar pelo trilho.
E o trem vem chegando,
apitando apressado.
Meu rodopio é longo
e desengonçado.
E me assusta quando apita
E me angustia quando apita
E me corrói ao apitar
porque não tenho como escapar.
O que realmente estou fazendo? Essa é uma ótima pergunta a se fazer... As vezes me sinto como aquele cão arremessado do trem em movimento.
Na verdade não há beleza rara em tudo que se pode ver.
Isso não quer dizer muita coisa.
Porém, acredito no invisível que está muito acima dessa poeira que embaça meus olhos e suja me corpo.
Está além do salto inevitável e do chão duro ao meu encontro.
É fascinante saber que mesmo sem poder ver.
Há um único trilho que leva a dois caminhos.
Não ando no trilho, eu descarrilho
Eu me ferro, não sou de ferro.
Embarco e desembarco nas estações onde não crio morada.
É que eu sou feito água que corre entre as pedras e encontra a liberdade.
Sou encontro e despedida.
Uma alma despida a espera de uma nova viagem... Novas cores e paisagens e alguém que me cobre apenas felicidade.
Não quero dar o que não posso e nem receber o que não devo. Eu sigo na vida como um passageiro.
Que o sol nasça para todos. Que a chuva molhe nosso rosto. Que o vento sopre a nosso favor. Eu não tenho medo de altura, porque eu teria medo de saltar meus obstáculos? Cara, eu não sou nada gentil. Eu tô mais pro tipo: se tiver alguma coisa no meu caminho, ou sai da frente, ou eu atropelo. Porque? Porque eu, simplesmente, sou um trem desgovernado e sem freios.
Pra que tanta maquiagem ?
Não esconde sua tristeza
É uma grande bobagem
Tira esse batom
Seu sorriso não combina
Com esse Tom
Você ficaria linda
Até de Havaianas e moletom
Diminui esse decote
Deixa o seu cabelo chamar a atenção
Com esse lindo corte
Ele não te merecia
Fica tranquila
Essa dor no seu peito, passara um dia
Quando ele perceber a mulher que perdeu
Vai ter que tomar Muuuito Tylenol
.... Infelizmente chegou a estação
E la se foi, a garota com tatuagem de clave de SOL
Eu queria participar das manifestações que almejam dias melhores para o povo do meu país mas, sou obrigado a pegar o trem de madrugada para garantir o sustento de minha família.
- Relacionados
- Frases da vida para transformar os seus dias ✨
- 67 frases para pessoas especiais que iluminam a vida
- Charles Chaplin sobre a Vida
- Frases de efeito que vão te fazer olhar para a vida de um novo jeito
- Charles Chaplin Poemas sobre a Vida
- Mensagens de reflexão para encarar a vida de outra forma
- Frases sobre a morte que ajudam a valorizar a vida ✨
