Vida Amorosa

Cerca de 239753 frases e pensamentos: Vida Amorosa

⁠Vamos driblar os problemas da vida e assim construir um mundo bem melhor do que presenciamos hoje.

Inserida por Davis_soares

⁠A vida é uma surpresa

Sou filho de liberdade no sol de sofrimento
Ooh vida quem vai morrer pela segunda vez o pelo meu sofrimento
Todos dia só sofrimento
Orgulho de quem tem alergia enquanto eu é só saudade
Eu era feliz antes de entregar a alegria na quel patrão de sofrimento
Um dia eu tive uma apontada no meu coração
Era saudade...!
São 17:50 mais uma vez ... O meu coração quase para por sentir saudade
Além disso eu gostaria muito de fazer acabar com o sofrimento no meu coração
Ah quem pode me mostra o caminho de volta na vida prometido por Deus
Na alegria são poucos que vão ti convidar para sentir abençoe de Deus
Hum o dia sem problemas mais quando
Os filhos de doces o fim é ser feliz enquanto estamos Deus

Inserida por salvadordjedje

"⁠Para Cada Não Que Recebemos , Existirá Sempre um SIM Que Mudará a Sua Vida" ...

Inserida por CintiadeJesus

⁠Quando eu te conheci para mim foi das melhores experiências da minha vida, não por clichê e nem nada, mas nunca tive um amor igual, que se ama exatamente do jeito que sempre sonhei.
Claro não idêntico aos meus pensamentos, mas o principal tem o amor, carinho, compreensão, com paixao, amizade, tudo isso em uma união que construir com você.

Inserida por geovanademelo1999

⁠O Jiu-Jitsu constrói vencedores na vida

Inserida por marcio_de_deus

Nossa realidade é definida pelas lentes que usamos para olhar para vida.

Inserida por Edusiqueirafilho

⁠⁠Minha Vida é um Livro fechado para o Mundo e um livro aberto para as maravilhas de Deus.

Inserida por Oifb

⁠Busco ser atemporal
Em ciclos onde se medem
A vida com ponteiros
E calendários construídos
pelo próprio ser humano
Que inventou o tempo para
Medir sua própria finitude.
Sou eterna em cada dia
Que rompo o anoitecer.

Inserida por joanadeoviedo

⁠
"A felicidade no amor é a sinfonia da vida, onde cada nota se une em perfeita harmonia."

Inserida por amandasebaio

⁠A interpretação dos sonhos é a via real para o conhecimento das atividades da vida anímica.

Sigmund Freud
A interpretação dos sonhos. In: A interpretação dos sonhos vol. II e Sobre os sonhos (1900-1901). Rio de Janeiro: Imago, 2006.
...Mais
Inserida por pensador

Se a vida é fogo, aumento a chama toda vez que emano minha essência.
⁠

Inserida por Vinischuartz

⁠BEM NATURAL

Quisera a vida
E suas quimeras.
Feito flor de primavera
Quisera encontrar um canto
Num canto guardado
Só para eu achar e ouvir
Nas entrelinhas das canções
Um sorrir desenhado
__Tudo imaginação.
Quisera esse pensamento
Ser feito de vento que toca as folhas
E as fazes nas árvores dançar
Como filho pequeno que quer nos braços
De sua mãe baloiçar.
Eu seria essa flor de primavera
Pintada, as vezes de amarelo
Qual o girassol.
Ou mesmo esse canto
Saído de um piano secular
__Alguém está dentro dele
Parece um precioso lar
Eu quisera lá guardar, nossos segredos.
Moldar nossos medos.
Ou mesmo, ser aquelas folhas que dançam
Sem cor e sem nenhum pudor,
Sem nenhum poder sobrenatural
Mas naturalmente
Bem natural!

Inserida por joanadeoviedo

⁠Tempestade

Essa vida de caos
Tenebrosa essência
Da existência miserável
Perversidade eloquente
Singularidade do ser.

Inserida por kaike_machado_1

⁠A obstinação é um estado de espírito, um estilo de vida em que o único resultado aceitável é ser um vencedor, tanto na vida pessoal quanto nos negócios.

Janguiê Diniz
Seja um fodido obstinado. São Paulo: Editora Gente, 2022.
Inserida por pensador

⁠Gostaria de agradecer pelas bênçãos
Recebidas, pelas preses
Atendidas e pela dádiva da vida.
Todos dias que acordo
Imagino um novo capítulo
Desenhado e escrito pelo
Autor do universo, DEUS
Onipresente e onipotente.

Inserida por Monaacm

⁠Faça uma eliminação na sua vida, retire tudo que não te ajuda.

Inserida por Jose123sev

A vida é um palco , então viva o show.

Se permita, se ame, se respeite e acima de tudo seja feliz.

Não existe rosas o tempo todo, mas até nas tempestades seu jardim será regado, e novas sementes florescerão.

Afinal o show não pode parar.

Inserida por Monaacm

⁠No palco da vida, a incoerência dança,
Em passos incertos, a mente se balança.
Contradições se entrelaçam no ar,
Enquanto o coração tenta se encontrar.

Promessas quebradas, atos sem razão,
O comportamento oscila, sem direção.
Caminhos tortuosos, sentimentos à deriva,
A incoerência na alma, uma ferida viva.

Mas na dança da vida, há espaço pra mudar,
Reencontrar o equilíbrio, recomeçar.
A coerência se faz, como a luz no escuro,
E na harmonia das ações, encontramos o futuro.

Assim, na busca da verdade e do ser,
Deixamos a incoerência para renascer.
No palco da vida, a dança é constante,
Mas com coerência, seguimos adiante.

Inserida por Andreamoreira

⁠Do que é feita a vida? pergunta a menina. De momentos, frações de alegrias, dores, conquistas e desespero. Você acha? Perguntou a menina.. Não acho! Tenho certeza. Respondeu a vida.

Inserida por luisvicthorino

Escopos da vida

Mais uma vez; sozinho!
Estive ontem, também; sozinho!
Amanhã não posso estar diferente.
Afinal de contas, todos os meus amanhãs
Serão sempre, sozinho.

Passei pela vida sem ter religião e nem amigos.
Ou talvez tivesse amigos; mas todos, sem religiões.

Não, não tenho arrependimentos!
Estou hoje entre a covardia de ser eu mesmo
E o mistério que é a covardia de não ser ninguém.
Ainda que para isto; eu me torne subitamente alguém.

Tenho vivido de fronte à tantas portas,
Portas que ninguém mais consegue passar...
Que não passam, porque diante de mim nada passa.

Estou indiferente a mim mesmo.
Porque tudo aquilo que não posso ser
Hoje eu sou!

Mas sem pais.

Ah, se ao menos tivesse um pai.
Se ao menos tivesse um pai, teria os ombros mais leves.
Como um pássaro carregado pela mãe.

Estou sozinho, sendo um bonifrate imaginário, sem imaginações.
Sem imaginações, porque na minha vida nada muda.
Nada melhora e nada piora, nada é novo!
Tudo é velho e cansativo, com a minha alma.

Sou um escritor que faz versos que não são versos.
Porque se fossem versos, teriam melodias e métricas.

Ah, escrever, sem versos e métricas, como a vida.
Ao passo que os meus não-versos prosseguem,
A inabilidade caminha rumo ao meu coração.
Este castelo fantasmagórico, este lugar de terra cinza.

Tudo na minha literatura é velho e cansativo.
Como o autor deitado em uma cama esticado como uma cuíca.
O silêncio do meu quarto fatiga os ouvidos do meu coração.
A minha vida é uma artéria atulhada de lembranças solitárias.

Lembro-me que ao nascer...

O médico olhou-me aos olhos e parou de súbito.
Caminhou pelo quarto e sentou-se em uma cátedra.
Ergueu as mãos ao queixo, apoiou-se fixamente sobre ele.
E ficou ali a meditar profundamente.
Passou-se o tempo e tornei-me infante.

Subi ao céu, observei o mundo e aconteceu;
Deitei o mundo sob os meus ombros.
Depois desci ao pé de uma árvore e adormeci.
Quando acordei estava a chorar de arrependimento.
Na casa que eu morava, já não havia ninguém.

A minha mãe diziam ter ido ao céu; procurar-me!
Não tendo me encontrado, tratou logo de nunca mais voltar.
E por lá ficou, e nunca mais a vi.

Nunca soube por que o destino inóspito lhe tirou a vida...
Se o altruísmo materno é a metafísica de toda a essência
Ou se abúlica vivência é pela morte absorvida,
Não seria à vossa morte um grande erro da ciência?

Talvez um pai!
- Meu pai perdeu-se nos meus ombros,
Era um fardo que eu sustentara sem nunca tê-lo visto.
Todos os meus sonhos e ambições nasceram mortos.

Descobri que a alegria de todos; era o mundo sob os meus ombros.
Olhavam-me e riam-se: Apontavam-me como a um animal.

Quando resolvi descer o mundo dos meus ombros,
Percebi que a vida passou; e nada de bom me aconteceu.

Não tive esperanças ou arrependimentos.
Não tive lembranças, culpas ou a quem culpar.
Não tive pais, parentes e nem irmãos.

E por não tê-los; este era o mundo que eu carregava aos ombros.

Este era eu.
Sozinho como sempre fui.
Sozinho como hoje ainda sou.

Um misantropo na misantropia.
Distante de tudo aquilo que nunca esteve perto.
Um espectador que tem olhado a vida.
Sem nunca ter sido percebido por ela.

A consciência dos meus ombros refletida no espelho
Demonstra a reflexibilidade desconexa de quem sou.
Outra vez fatídico, outra vez um rejeitado por todos.
Como a um índio débil que o ácido carcomeu.

Ah! Esse sim; por fim, sou eu.

Eu que tenho sido incansavelmente efetivo a vida.
Eu que tenho sido o fluídico espectro de mim mesmo.
Eu que tenho sido a miséria das rejeições dos parentes.
Eu que tenho sido impiedoso até mesmo em orações.
Eu que... – Eu que nunca tenho sido eu mesmo.

Ah! Esse sim; por fim, sou eu.

Ouço ruídos humanos que nunca dizem nada.
Convivo com seres leprosos que nunca se desfazem,
Desta engrenagem árida que chamamos mundo.

Ah, rotina diária que chamamos vida.
Incansáveis restos de feridas que sobrevivem,
Nesta torrente da consciência humana.⁠

Inserida por AugustoGalia