Versos Sorriso
Os Gritos da África
Com os Sons dos teus gritos
Criaste em nos o sorriso e esplendor
Com ritmos e sons “bum, bum”
Apresentas a tua luz e a tua cor.
Cantas-te o Jaz
Muitos anos a traz,
Cantas-te o kuduro e Kizomba
Olha só, a festa que faz.
Criaste o dançu congo
A uçua, puita e a deixa,
Soltas a tua voz no thilóli, estleva
Represento o alento da minha terra.
Criaste o ritmo do Socoopé
Nos ritmos e ritos,
De uma competição grupal
Ajuntas gentes nas ilhas da lua,
Com, tambor, latas e garrafas.
Quando o suasua apita
Dançamos a puita calhou calhou,
Apertas a cintura em funaná
E Meches todo o teu corpo
Rebolando de lá pra cá,
E no Sons do Corvo, tocas a Quiná.
Autores: Ezequiel Barros & (Participação especial de Paloma Brandao)
Estilo: longe de casa
Dê bom dia às pessoas; segure na mão de alguém; sorria; chute uma bola; brinque de alguma coisa; ande de bicicleta; sinta o vento; ouça a chuva; dê bom dia aos velhinhos que varrem suas calçadas pela manhã; ou àqueles que passam o dia com um radinho na mão, ouvindo a CBN, ou moda de viola;
A vida é pra ser vivida; a felicidade é um direito; lute por teus direitos; seja feliz; faça alguém feliz.
Esqueça o nervosismo; ele não resolve nada. Seja racional.
Dispenso sentir saudade;
Prefiro o amor perto;
Quero andar na cidade;
E ver teu sorriso aberto.
O calor da estação;
Anuncia que virão flores;
Ainda antes do verão;
Florescerão os amores.
Ontem
Lembro teu olhar;
Aquele do outro dia;
Tua boca me beijar;
Meu sorriso de alegria.
Ontem teve a hora;
A de ter a companhia;
Foi difícil ir embora;
É que a noite eu passaria.
A boca e o sabor;
A memória do beijo;
O sentimento é amor;
A mistura é de desejo.
A lembrança faz sofrer;
A distância me destrói;
Minha vontade é de ter;
O amor que nos constrói.
Venha ser só minha;
Deita-te na mesma cama;
Em meus braços se aninha;
E diga que me ama.
Diga com o teu olhar;
Diga com o teu abraço;
Use a boca pra beijar;
Deixa o resto que eu faço.
Alegria, tristeza e sorriso
(Marcel Sena)
Dum sorriso uma lagrima cai, alvos dentes refletindo a luz do luar
De um embriagado momento de prazeres, divagações que a mente, mente.
Dum sorriso uma lagrima cai, doce semana corrida, trabalho, aula e academia.
Luta cotidiana, entre dizeres e fazeres, entrando e saindo sorrindo.
Dum sorriso uma lagrima cai, a face de um palhaço mascarado.
Brinca e folia, alegria levando ou tentando, aos próximos do coração
Dum sorriso uma lagrima cai. Um tormento nublando o coração e a mente
Tristeza sombria, por anos habitada, nunca notada, jamais perguntada.
Dum sorriso o planto rola, coração invernal, um apêndice das trevas
Uma hora desmonta, sobre um sorriso capenga, a tristeza repousa.
Um sorriso absorvendo as lagrimas, no corpo tenta enjaula-la.
Pronto, falso sorriso iluminando a noite. Recomeçamos a vida é um globo.
Cuiabá, 06 de maio de 2017
Às vezes só descobrimos que um sorriso aberto era fachada...
Quando batemos a cara na porta ao tentar entrar naquela alegria.
