Versos Sorriso
"Com uma simples palavra pode provocar e acabar com mais de mil sorrisos, mas com um simples sorriso no rosto ganhará mais de mil sorrisos."
Minha saudade tem nome, endereço e um sorriso lindo no rosto... pena que sorri pra qualquer pessoa... menos pra mim... minha saudade dói, machuca, fere... minha saudade é tudo... menos minha... e de todas outras... menos meu... minha saudade é SP saudade mesmo, porque não vai ser nem quer ser o dono da minha vida, o meu amor, o meu motivo de nunca mais sentir, saudade...
Que você tenha juventude infinita de felicidade com sorrisos perfeitos, daqueles enormes, gigantescos e memoráveis em cada gargalhada
Acredito no poder do sorriso. Quando eles iluminam minha câmera, refletem na alma uma energia tão boa que transborda em lindas cores.
Eu não me apaixono fácil. Não sou de me encantar com sorrisos bonitos ou palavras bem ensaiadas. Posso contar nos dedos de uma mão quem realmente mexeu comigo… e em um único dedo quem me tirou o ar, o sono e a sanidade. Porque quando eu gosto, é raro. Quando eu sinto, é de verdade. E quando me entrego… não tem meio-termo. Ou é tudo, ou não é nada. Quem me teve de verdade, teve o meu melhor. E isso… quase ninguém teve.
Hoje cedo, o cupido me encontrou. Olhou-me com um sorriso cansado, abraçou-me e disse: ‘Você é meu quebra-cabeça mais bonito e mais impossível.’
Hoje eu fui o motivo do sorriso de alguém… e da risada também. Obrigado, calçada. O destino é irônico: tropecei no amor… ou melhor, no meio-fio.
E o amor é o doce perfume da alma. É abraço que se dá de longe, ao sorrir. É afago ao ouvir uma música que nos deixa feliz. É poesia que enternece, o coração aquece. Assim é o nosso amor: Distantes, mas tão perto ao mesmo tempo. Nossos olhos sorriem. Pois daqui eu penso em ti, e daí sei que pensas em mim. E assim o amor em nós, permanece.
E sempre haverá um novo dia, bonito e ensolarado. Pra fazer você florir, sorrir, se permitir amar e ser feliz.
Nana neném. Bum! Bum! Mal pôde completar sua alimentação materna e sorrir enquanto dava os primeiros passos. Zuim! Vermelho, vermelho. Socorro! Silêncio. Nunca saberá o que é um pastel de feira, o cheiro de mar de Copacabana, pão de queijo mineiro, acarajé baiano, chimarrão gaúcho, frango com pequi goiano, nem virado à paulista, nem a feijoada carioca, nem a maniçoba paraense e nem o bobó de camarão. Nunca saberá o quão é bom o cheiro de chuva, jogar bola, brincar de boneca, abraçar um possível irmão e nem voar de avião. Mais alguns dias e tudo seria possível. Nana nenêm. Bum! Bum! Bum! Bum! Bum! Bum... Nana nenêm...
