Versos Soltos Rosa
eu olhei as flores e elas me lembraram do quão superficial eu sou por admirar a rosa e odiar a erva daninha
TEMPOS DIFÍCEIS - Cresci assistindo terríveis brigas entre o Cravo e a Rosa, vivia fugindo do Boi da Cara Preta, dormia com o medo da Cuca e acordava com o berro do gato.
Nossos sonhos são como um botão de rosa, se encontra um terreno fértil ele desabrocha, se a atmosfera é seca ele murcha e morre.
A rosa mais linda do jardim... é aquela que mais tem espinhos... todo mundo tem defeito... todo mundo é imperfeito... nesse mundo insano e detalhista...
ela é como rosa delicada e cheirosa mais guarda consigo espinhos para usar como arma para sua defesa ,uma flor não é só beleza por mais que aos seus olhos ela seja uma princesa.
"Mulher é como uma rosa, complexa em razão dos espinhos, mas encantadora pelo perfume e beleza das pétalas".
Uma rosa e linda se você observá la achará ainda perfeita a cor encanta,cada rosa tem seu encanto assim como cada ser tem sua forma especial de existir e fazer uma história bonita.
Quando lhe vejo acabo ficando sem jeito, fico rosa como um blush. Vem o desejo de dizer mil coisas, mas eu simplesmente não consigo. Apenas fico observando seu jeito que me encanta, que me desmonta por completo! Espero conseguir dizer o quanto te amo, antes que seja tarde.
Minha rosa, minha bela e preciosa rose. Exala um doce e amável cheiro de alegria, transformando meus dias em preciosas lembranças.
Queria poder reescrever minha vida pintando de rosa os momentos de angustia, de azul celeste os de dor e de branco os de guerra. Queria poder voltar atras e fazer, aos quinze anos, aquilo que eu teria feito aos trinta. Aos oitenta, desejarei o mesmo ao lembrar dos trinta...
E, maravilhada com aquele imenso roseiral, um rosa pequena e tão, aparentemente, igual às outras me despertou a atenção. Fui lá buscá-la pra mim. Não pude arrancá-la. Ela tinha espinhos graúdos e muito fortes. Machucou-me os dedos. Feriu-me a pele. Entendi. Entendi que aquele roseiral jamais teria a mesma beleza se lhe faltasse uma rosa. Voltei a debruçar-me na janela. As pontas de meus dedos estavam doloridas. Mas ela continuava lá. Dançando com o vento, emprestando sua beleza. E, mesmo de longe, era ela, só ela que me enchia os olhos. Era só ela que exalava perfume. Escolhi aquela rosa e agora ela era minha. Intocavelmente minha…
Hoje refleti sobre um pedaço de fita cor de rosa que segurava sobre as mãos, e brincando comecei a dar voltas. Em alguns movimentos a transformei em nós, em outros um simples laço. Inicialmente enrosquei em minhas mãos, e no vira e desvira, enrola e embola, passa e repassa transformei a fita num laço. E assim também pensei, laço é abraço, coração com coração, laço e abraço cercado por fitas e mãos. Mas onde colocar um laço? Lembrei que pode ser no presente (aquele que ganhei outrora), no cabelo comprido da moça bonita, no boque de flores que recebi de presente. O laço eu coloco onde quero enfeitar! E se eu puxar uma ponta? Aos poucos desmonto o laço, que devagar escorrega em meio aos meus dedos, se desmancha e se desfaz! Então percebo que assim é o amor. Feito de laço, que se desfaz a qualquer momento. E como diria Quintana, amor não prende, não sufoca, não escraviza e nem aperta. Porque quando vira nó, simplesmente deixou de ser laço!
