Versos Romanticos Amor de Boa Noite
ESSÊNCIA
Cada um traz a essência da poesia
Formando um jardim de versos
Com pétalas aveludadas- quanta alegria
E assim viaja por todo o universo...
São poesias com essência da alma
Fala do pôr do sol ou do raiar do dia
Em cada leitura nos acalma
É o mistério que vem da poesia...
Amanhece o dia, chega um e logo o outro vem
Trazendo na bagagem um verso eloquente
Essa é a essência que todos têm
Escrevendo e encantando a gente...
É desse mar poético que tiramos
A voracidade dos pensamentos
Essa essência que tanto amamos
Embriagando-nos em todos os momentos...
Autoria- Irá Rodrigues
Santo Estevão-Bahia
Brasil
VERSOS CONTENTES
Eu cantarei o estado da satisfação
por uns termos plenos e jubilosos
que deixem aos tristes invejosos
a suspirarem o que lhes não são
Exaltarei a totalidade da emoção
exalando sentidos tão amorosos
e ao coração ritmos cadenciosos
num cântico de amor e sensação
Realizações, saudades, enredos
aquele sussurro d’alma contente
comigo hão de cortar os medos
Então, sentir o prazer que sente
naqueles momentos tão ledos...
fazendo as rimas mais contentes.
© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
14/09/2024, 13’18” – cerrado goiano
As palavras que escrevo não são poesias, versos, prosas ou poemas, são apenas palavras deixada por você tatuadas em minha alma!
Flávia Abib
Histórias em Versos de Marabá:
Uma Antologia Poética da Terra de Carajás
Marabá, cidade poema
Filha da mistura, mãe da diversidade
Às margens do Tocantins, teu rio, tua veia
Cresceste com o ferro, teu sangue, tua sorte
Carajás, região rica
Em minérios, em vida, em cultura
Atrais olhares, cobiças, disputas
Desafias limites, possibilidades, futura
Marabá e Carajás, terra de contrastes
De beleza e destruição, de luta e resistência
De sonhos e realidades, de arte e ciência
De poesia e reflexão, de amor e consciência
Em São Luís, o tempo dança
Versos são notas, em uma sinfonia de esperança
Cada rua, um poema a desvendar
Na cadência do passado, a cidade a respirar
O sol pinta o céu com tintas douradas
Ruínas e histórias nas pedras deixadas
Cada verso, uma janela no coração antigo
A poesia visual de São Luís, um abrigo
Tecendo memórias com luz e sombra
O pin-hole, artista da cena nobre
Sua câmera, uma pincelada suave
A cidade, uma tela onde o tempo se trama
Assim, cada imagem, um eco no vento
São Luís, em versos, em cada momento
A narrativa visual, poesia em movimento
Na sinfonia temporal, a cidade como um lamento.
Ela diz que meus versos
Têm um pouco de mim
Das coisas que vivo
Das coisas que vivi
Falando em viver
A poesia vive em mim
Sou poeta do gueto
Vivendo eu descobri
Meus versos são livres
Livres como pássaro
E passam despercebidos
Na mão dos que não leem
E toda poesia
Que nasce em minha mente
Tem sim um pouco de mim
Se é que me entende.
Sou mais tiroteios poéticos
Do que tiroteio entre polícia e bandido
Que venham os versos certeiros...
Deus me livre das balas perdidas.
Alguns papéis
cortam-me os dedos
certas palavras
fazem tremer-me as mãos
existem versos curtos
que assombram-me toda a vida
seu corpo-poema
rasga-me a alma feita de papel
e alguns papéis
cortam-me os dedos.
NÃO MAIS O VERSO TRISTE...
Aqueles versos que em pranto soavam
Rasgando a alma em poética convulsão
E as toadas e os acordes já imaginavam
Que vinham do mal do partido coração
No carecido verso, desagrados estavam
Pedintes, largados, vãos, ali pelo chão
Os cânticos de outrora, escalpelizavam
O sentimento... Dedilhando a emoção!
Chegou ao fim! Não mais o verso triste
À espera duma inspiração que ensecou
Cada afiada sensação, que, no entanto,
Não mais, no palpitante encanto, existe
Então, a satisfação o versar encontrou
Antes agoniado, agora, glória e canto...
© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
22 fevereiro, 2024, 16’53” – Araguari, MG
NAS ASAS DA SAUDADE
Foi em vão os versos para me serenar
Na treva afiada do sombrio sentimento
Cada rima tentou, assim, desencontrar
De ti... e mais e mais, se fez momento
A prosa insisti em versos para te amar
Na poética somente pesar e tormento
Pois, cada estrofe escreve o teu olhar
E cada suspiro aquele sonoro lamento
Pranto, sussurros, sensação e agonia
Foi-se sonhos sonhados com paixão
E agora somente está sentida poesia
Que pronuncia, tão cheia de vontade
Em um momento referto de emoção
E, tudo, então, nas asas da saudade!
© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
23 fevereiro, 2024, 18’35” – Araguari, MG
O sangue do pintor, tinta nos quadros a fluir,
Do poeta, versos encantados a reluzir.
O cantor, alma em canções que desafiam o tempo,
O ator, entrega em cada cena, em todo momento.
Para o caminhoneiro, cada quilômetro rodado,
Ao boiadeiro, cada gado passado.
E para mim, mero pensador, a cada mensagem concebida,
Que se forma em pensamentos, numa jornada colorida.
Assim como cada profissão tem sua arte,
Cada gesto, cada esforço, em nós se parte.
Somos todos artistas, em nossa própria maneira,
Expressando a essência da vida, a verdadeira riquezapassageira.
Expressar é viver
Harmonia das palavras ecoa,
Equilíbrio dos versos se revela,
Numa estrofe suave que canta,
Um universo disperso em tela.
Entre belos versos
os mais belos
Possuem detalhes
Escritos em palavras
Mas palavras detalhadas
incompletam belos versos
os mais belos
Possuem detalhes
Em belos detalhes
um verso possui
mas não em palavras
em substantivo próprio
O único verso
No mais belo detalhe
o mais belo substantivo
seu nome, Maria Raquel.
Aos versos mudos
que cutucam a
minha existência
Às palavras estrondosas
que implodem os
meus raros silêncios
Aos poemas voláteis
que estruturam o
meu corpo ereto:
gratidão
ao que descontrola
o meu controle.
Quando me canso de mim
fujo para os versos que
encobrem o meu eu
mas tem dias que eles
são muito pequenos
tamanha imensidão.
Acredito em Deus
Pois, Ele é poesia em meus
ouvidos, sabedoria em meus versos,
complexidade nas ações.
Acredito em Deus. Sem Ele não haveria o tempo em que conhecêssemos nossos pais, avós.
Ainda que não amassemos a vida, toda aquela que há em pessoas e animais, na capacidade de criar, se reinventar, construir, explorar, multiplicar.
De onde viria a inspiração?
Pois, somos a imagem de Deus, não a imagem do nada. Habita no homem, vida. Sua finalidade está implícita no momento que vive ou lê esse texto. A que chamas tal ímpeto? Ainda que haja um nome, chamo de Deus, seja perfeito ou imperfeito. Ou que a humanidade chegue ao nada, surprenderar-se...
Pois, saberá que o "nada", também é Deus!
"...Ela nem imagina..
Mas desperta poesia, versos e um incêndio de paixões
Por onde passa..."🌙🎩🔥❤️✨🌹
✍️
..............💚🌹💙
"Quem muito se mostra,
marcada fica a cara,
e os versos do texto sufocado, não consegue aparecer,
para que o leitor possa ler
e dizer o que entendeu."
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