Levemente púrpura, era a poesia que silibada outrora pelos anjos ganhou o contorno do teu rosto no silêncio dos meus olhos, antes que, como uma esfinge pálida se imortalizasse em meu peito.
Diante do conflito existencial ou de uma batalha momentânea, se todos me abandonarem a ponto de ao meu redor não sobrar mais ninguém, Se me restar apenas um papel e uma caneta eu venço a guerra. Meus versos são minhas melhores armas... Sigo atirando pra todo lado!