Versos de Tristeza
Você vem e vai
Vive mexendo com meus sentimentos.
Brincando com eles como se nada fosse.
Me trata como um nada.
Dia após dia estamos a nos afastar.
Um amor que para muitos era perfeito.
Se tornou um pesadelo
Vivamos a nos atacar… não fisicamente.
Mas sim nos sentimentos
Diversos planos
Que hoje não passam de sonhos!
Cada um em seu canto.
Sem ao menos nos despedir.
Um amor deixado de lado.
Sendo lavado com tempo
Esperando um de nós enfim partir.
Emoções
A vida me trouxe aqui
Despido de ilusões
Apreciando as estações...
Lembranças que me trazem emoções
O sentido, crido e vivido
De paixões escarnecido
Mostrando que o delírio
Não podia ser mais exaurido
No olhar foi se desgastando
Do peito foi se afastando
Cada passo, cada beijo
Caíram no esquecimento subterrâneo
A luz que havia em mim, agora jaz!
As flores perderam sua beleza
O que me fazia chorar de alegria
Hoje me faz sorrir de tristeza
Em seu coração, um buraco, linda moça; olhos castanhos.
Vive no escuro, um túnel sem fim; mas uma luz está por vir, e se vir.
E sempre vem, mas se apaga no primeiro ou segundo tropeço; maldita hipocrisia e ilusão, imensa devastação.
Tristeza, a parasita da alma; mas há um remédio permanente, o amor verdadeiro, maior obreiro, que edifica e dá força à um barco sem remo.
Eu olho mas não vejo
Eu sinto mas não desejo
Talvez exista algum anseio
De te ver novamente
Sobre a luz que resplandece a aurora e se desfaz no rubor fulgaz da perda da consciência alimentando o cárcere do passado não longínquo que emerge sob o efeito das anfetaminas que dominam o mundo e os homens pertencentes a ele.
No fone aquele som que eu escrevi quando chorei por você.
Mas se toda vez que eu chorasse escrevesse um som já teria mais de mil CDs
Corações rasgados como papéis ao vento...
Recordações que apunhalam ...
Sentimentos dispersos na multidão...
Nuvens tempestuosas sobre sua cabeça...
Vagalumes que brilham no fundo do seu coração...
Um dia os papéis se colam, as recordações viram lembranças , os sentimentos acham seu lugar, as nuvens cessam de chover, e os vagalumes ,ah os vagalumes vão brilhar em você!
Sou um mero dissidente da vida comum; Sou um forasteiro do convencional e previsível.
Muito prazer, eu sou menos um na multidão!
Falar de amor, para algumas pessoas é
falar de vida e esperança, para mim,
é falar de magoas e solidão.
Doía-me toda vez que ela
Me perguntava se eu
Estava bem, e eu tinha
Que mentir dizendo que sim
Para não deixa - lá preocupada
E poupar explicações.
Espero que um dia você volte para
Meus braços e eu possa ver o mundo
colorido como você deixava o meu.
Olho-me no espelho e vejo o medo.
O que eu fiz para merecer isso,
O que eu me tornei, vejo que eu virei
O que eu mais temia.
Poema - Para quando você voltar
É querer meu ter você aqui por perto,
Mas isso não está sob meu controle.
Você sabe que meu coração estará sempre aberto,
Aqui dentro te dando mole.
Sinto que aquela despedida
Não foi, por certo, o fim.
Foi apenas uma partida
E haverá de voltar para mim.
O tempo vai custar passar.
É difícil, eu sei.
A saudade vai apertar.
E estes versos guardarei,
Para que um dia eu possa te mostrar
Que em todas as horas da vida eu te amei.
E quando você percebe já são oito horas, e tudo começa a funcionar, a mente entra em um emaranhado de pensamentos.
E nem todos eles são bons.
Em um café ela estava, sentada por horas mexendo a xícara de café sem açúcar, ela mexia por longos minutos, olhava para o longe, ela estava longe, ninguém seria capaz de adivinhar o quão...
Ela? Aparentava ter seus 26 anos, cabelos escuros e longos, olhos cor de terra recém molhada, tinha uma beleza comum, não era desenhada, não era a perfeição julgada pelas revistas de moda... Ela era bela, bela pelo charme, pelo olhar longe, era bela pela inquietude, bela por todo o cenário que a usava ou era usado por ela, sim, ela era parte daquele café, cadeira e mesas de madeira velha, rustico e delicado, o ambiente era úmido, o cheiro forte de café fresco se espalhava, a janela pela qual ela olhava era a desculpa perfeita para uma possível admiração do fora sem ninguém perceber o quanto ela olhava para dentro, ali,sem açúcar mexendo aquela xícara de café.
"Vejo vidas vazias; Preenchidas de ilusões... Porém, reais em mundos objetivados fora de si.
Vejo olhares sedentos de vida; Saciados em 'sepulcros humanos' carentes de cadáveres que ainda respiram.
Vejo desejos de eternidade; Realizados em deuses de origem humana.
Vejo o Ser carente de amor; Clamando por "migalhas" de afetos mesquinhos de quem nunca amou.
Vejo pessoas sozinhas; Felizes assim, porém, sonhando outra realidade...
Vejo algo que ninguém vê; mas sente; acha estranho; vive e não quer conhecer, porque tem medo da própria realidade.
Vejo sonhos e medos; Medo do inesperado, do imprevisível... E sonhos de não-ser-o que-se-é... ou de nunca ser modificado...
Vejo o Início e o Fim; Alguns já se foram mesmo estando aqui e outros ainda não chegaram, mas já não existem.
Apenas veja como num espelho que não reflete mentiras.
Veja e serás visto.
Na hora certa de chorar
Faltam as lágrimas, e sobram as palavras
E nas horas de falar faltam palavras
E sobram as lágrimas...
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