Versos de Sonhos
Eu penso um dia te encontrar
Para um abraço te dar
Encanto dos sonhos meus
No destinho do meu caminho
Eu quero te vet sorrindo
O teu amor os sonhos meus.
Sob o Mesmo Céu
Sob o mesmo céu, somos iguais,
Corações que batem, sonhos vitais.
Princípios nos unem, pontes se erguem,
A justiça floresce onde os valores seguem.
Cores, crenças, não nos separam,
É no respeito que mundos se amparam.
Que a igualdade brilhe, farol de união,
E faça do amor nossa maior razão.
PRINCESA DOS MEUS SONHOS
Em meus sonhos,
Pedi ao Pai
Uma princesa,
Linda e maravilhosa princesa.
Teus cuidados confiei
Às mãos do Criador,
Que, com infinito amor,
Aguardou cada detalhe teu.
Essa princesa,
Que meus olhos tanto desejaram,
Foi moldada com carinho,
E em seus braços fui presenteado
Com amor sem igual.
Linda demais,
Princesa dos meus sonhos,
Já te via em pensamentos,
Já te queria em minha vida.
E hoje, princesa dos meus sonhos,
És real, és minha.
Te amo com um amor incondicional,
Minha amada princesa,
Minha eterna rainha.
Em meus sonhos,
Pedi ao Pai
Uma princesa,
Linda e maravilhosa princesa.
(Aden Brito, compositor)
Manaus-AM, Vale de Moriá
17/05/2014 – 02:27
Todos os direitos reservados – Lei nº 9.610 de 19/02/1998
Marcas que o tempo deixou
De sonhos interrompidos
Paixões mal resolvidas
Perdidas no véu do tempo
Seus olhos tiram meu sossego
O tempo não para ...Eu parei
sem tempo ...sem sonhos
me perdi lá em seus braços
Lembranças por ti esquecidas
Essa teima do meu coração
me enlouquece a cada dia
Com sua ausência apenas sou
Aquele barco ancorado no cais
Que a vida fere e balança
mais a saudade mantém no lugar
Não sei se dia é noite....
Será que a noite virou dia
O tempo vai curando...Mas...
Minha cabeça abre novas feridas
E destaca as cicatrizes
Vitima de um sonho bom
Hoje sou pedaços ...
Que eu mesma junto
Ao longo ao logo do meu caminho
A saudade ...Companheira
Da tristeza prisioneira...
Batidas de desejo...
Sonhando com o amor...
As delicias apaixonadas
Os sonhos regando flores
deslumbradas... desejadas
Olhar imaginando bobeira
Desejar criando paisagem
Sem pedir ...Coração foge
Na lembrança de alguém
Que longe...Continua aqui
Habitando alma e sonho
Coração acha-se feliz
Fantasiando em segredo ...
É o amor que chega
vivemos acerelados
Por um olhar enfeitiçado
Seguimos laçados
O que foi dor vira sorrisos
O corpo todo é coração ...
Batidas e desejos
tem o ritmo da paixão ...
Mesmo que como o vento
eu chore minha saudade
Mesmo que meus sonhos
Anoitecidos no medo
Conheça no alvorecer
a solidão, ainda assim...
Vou sentir a emoção
Da magia em que vivi
O perdão em mim
Não deixará de existir
A vida me fez templo
Onde o sagrado é viver
Ainda Ouço... Ainda Sinto
O pulsar da vida
Explodindo lá fora
No perfume das flores
Tecendo o futuro
No jardim da existência...
São meus sonhos
Que fertizam minha alma
Que da cor a toda ternura
Brilhando solta no olhar,
Que seja toda essa vontade
de caminhar de mãos dadas
Que seja toda essa paz
A deixar o sorriso do tempo
trazer todas as certezas
Contidas no verbo amar...
Que fique no passado os lamentos
E somente a esperança reine
Que o tempo não venha corroer
A crença de ser feliz e florescer
Zeni Muniz
Precisamos incentivar uns aos outros
ter sonhos, dividir ferramentas, multiplicar experiências.
E seguir em frente mesmo correndo riscos.
Sonhos,
De empacotador à administrativo,
De Administrativo à professor,
De professor à engenheiro,
De engenheiro para qualquer que for.
Sonhos,
Pequeninos porém gigantes,
De um menino que virou homem,
Que dos sonhos não se perdeu.
De tudo o que há na vida,
Se sonhados com alegria,
Tornam realidade para quem acredita.
Sonhos...
.
Monotonia que se faz dia,
colorido que revela sonhos.
Arte que mistura os opostos,
e apreciar é, então, absorver essa dualidade.
Se apreciar é absorver, por que o estado é distinto?
Distinto, porque ser colorido é ser alegre, e a alegria é fúria.
Monotonia é ser parcial, sem graça, mas previsível.
Por que, então, o estado da apreciação é tão singular?
Singular porque a arte, em sua mistura,
traz à tona o melhor de cada gesto e emoção:
seja dor, seja amor, a vida, como destruição, é também união.
É preciso harmonia para existir, e destruição para alcançar o ápice desse encontro.
Um pedaço dilacera da alma perdida,
como sonhos aprisionados que, sem abertura, sufocam
em meio aos nãos, entre paredes que trancafeiam multidões.
Um anseio pelo fracasso que não chega,
mas que convida a procrastinação,
um anseio de não chegar,
que chega sem falar.
Suspiro que nasce deste mundo,
é simples, é se calar,
seguir a este tormento, fazendo este eco soar,
para que o sim, tão detido e distraído,
se possa enfim chegar,
fazendo alusão ao sucesso que, a todos, de forma diferente,
anseiam, desta vez, transbordar.
Quem dera pudesse nesse meu cantar,
Reviver o canto alegre dos pássaros.
Adormecer entre sonhos de criança
E num leve sopro de mãe despertar.
Duas etnias, um casal, o júbilo de um mero homem por ter encontrado uma realizadora de sonhos.
Noites passadas renovando um sentimento confundido com amor, quando tudo não passava de uma sensação de segurança e tranquilidade transmitida pelo senhor que todas línguas fala, o mesmo que quando se ausenta cria uma instabilidade.
Desilusão preenche parte da alma.
Que os sonhos sejam para nós um motor
que impulsiona nossa vida. Que eles nos tragam esperança e
certeza de que nunca devemos desistir.
"Fui batizado na esperança de sonhos perdidos.
Tornei me invisível agradeço, não vou lástimar.
Dipolo pela atração de dois corpos induzido.
Dedico canção para aquele, de amor bipolar.
Viva o que sonha, e morte de alguns atrevidos.
Sonhos não levo a sério, em que vou me lembrar.
Vivo a vida de vida, de um foragido.
Morro diante de sonhos, eu não devo sonhar.
Eu sou somente a canção eu não sou conhecido.
Morro diante de sonhos, eu não devo sonhar
Não devo sonhar, não posso sonhar, eu vou levantar, não posso sonhar, mas tenho a certeza, eu tenho a certeza, é minha canção.
Eu vi o bípede sem pena, sem amor e sem
compaixão
Eu o vi juntando papéis para voar seus
sonhos
Eu o vi voar de grades mesmo destruindo linhagens
Eu o vi repleto de árvores enquanto outros bípedes sem ninhos,
sem frutos, sem liberdade...
Muito já sorri, não pouco eu chorei. Pesadelos já sofri, lindos sonhos já sonhei.
Na paixão me iludi, no amor realizei.
