Versos de Solidão
Vou esquece de quando
conversas foram trocadas,
Sorrisos foram provocados,
Amores foram despertados.
Talvez para mim
o som que sai de tua boca,
que soa como um sedativo,
precisa ser ignorado.
Será assim,
pela dor que dói aqui no peito,
que mata-me pouco a pouco,
que deixa-me por inteiro enfermo.
Viver por ti foi outrora a maior magia,
recompensa e sintonia,
agora será velhas páginas
jogadas ao ar!
frio
sem alma
sem vida
abandono real
momentâneo
frio real cruel
sem destino
arrebatador
monótono,
severo bravio,
triste doentio...
O coração se angustia...
A lingua, remexe-se, querendo por pra fora, oque já não suporta mas quardar.
Fluxos de sentimentos contraditorios, a todo instante.
O medo, a solidão, a duvida, pouco a pouco, nós consome.
o medo do que vira ou arrependimento do que já veio.
a Dor de lembrar que o tempo, é uma grandeza constante, e não volta, ou tão pouco se atrasa, para esperar a nossa decisão.
Por fim tudo silencia, porque amanha é outro dia, e essa angustia vai passar.
Quando morri cada vez
Olhei para seus olhos
Quando senti a morte
Te beijei loucamente
Para que tempo
Para se naquele momento,
Esteja tão perto
Que nunca deixaria,
A beleza de tudo seria
Tudo que teríamos
Nos corações
Tocados por um segundo
De nossas vidas...
Morreria esperando por você.
3:00 da manhã acordo pensando em você,
mesmo distante de mim
sua imagem some na escuridão.
mergulho nas profundezas
sem razão olho para paredes
vem do nada uma dor no peito
domingo teu aniversario
as vezes imagino que tudo pode ser muito bom,
volto a dormir num escuro sem fim.
todos roubam lagrimas que se esvaírem...
relógio toca mais não quero acordar.
chamo por por você, estou sonolento.
queria ouvir sua voz, caindo para trás
imagino nos teus braços.
depois fica sua imagem dentro do peito.
tenho ir trabalhar, olho para fora
tento sentir imensidão.
começa a chover com uma dor inexplicável.
Sentimentos porque sois vós
perdoais mais quem sois
apenas o principio e o fim.
Da dor que abata se entre nos.
cálida sobre alma latente....
nos dogmas do caos
na sobriedade dos meus pensamentos.
Respirai a forme tardia...
cansativo fonte de mar castigo
nas sombras dos meus terrores
destrato sonhos de partida
ausência de tais flores.
meus pesadelos
são como ondas no mar...
meus sonhos
são um brilho no horizonte...
o abismo soa como
parte da alma
por mais atormentada
as estrela do infinito
são apenas um pingo
num oceano de dor angustia...
dessa fúria que desfaz
no brilho do luar...
simplesmente some na escuridão.
pensei em todos desejos invadindo teu corpo
grite pensando nas surpresas
tudo que pode te deliciar
sonhe desejei meu amor
cantei uma musica na eternidade
para teu corpo fosse tocado por um anjo...
sinta entrando dentro da tuas profundezas...
a noite te convida de uma forma que te derrete...
declaro no seu ouvido bem baixinho...
tantas sensações... somos imortais.
perceba que morte é magica
que sangue é doce
que todas profundezas são um convite
dei um beijo sinta a morte
olhe nos meu olhos
sinta a eterno
ate os céus perderam o sentido
num gosto destilado
grite quando amar tanto
que vida mero sentido.
das mentiras fomos compelidos...
desses prazeres a morte lhe deu um encanto.
Ela se afogou no seu mar de mágoas,
mergulhou tão profundamente
em suas fantasias
que passou a morar
nas lágrimas
que ela mesma criou,
e vive por aí
nadando
nas profundezas
de suas próprias
ilusões.
ar perdido
dor um sonho
magoa desejo profundo,
quando fechas os olhos
pela ultima vez
loucura do fonema
estágios meros assombros.
De diem in diem (dies primus).
Minuto após minuto, hora após hora
As lembranças vêm, a saudade cresce
E você inexplicavelmente em minha mente aparece
Como é bom amar você, prometo nunca te esquecer!
Dia após dia, sofrendo saudade tirana
A tristeza vem e me chama
A solidão num encanto me seduz
E me engana.
Esse amor estava escrito!
Você veio e como um barco
Ancorou em meu cais
E hoje não me sinto mais tão vazio.
Me sinto tão bem com você por aqui
Que sempre te imagino
Sempre me preocupo e me angustio
Pensando em você fico horas a fio.
Se me sinto sozinho
Quero tua boca
Mergulho em você
Entrego-me a uma paixão tola.
Me dou conta do barulho que o silêncio faz
E da falta de você
Dos seus carinhos, abraços
Da sua calma.
SAUDADE
E o dia era só lamento
Lacrimejava o telhado com saudades dela
Nos dias de chuva tudo é mais difícil
O café na segunda xícara a esfriar
Ele ainda não se deu conta
De que ela se fora para sempre
Sua companhia agora, só a dor!
Vigias teus pensamentos
Assim não terás
que reparar tuas ações
O perdão é louvável
Mas , a insistência
no erro ,nos leva
à amargura da solidão.
7/9/15
as sombras do meu coração
olho para profundo da escuridão,
relembro fatos da morte,
esculpido na alma.
nosso olhos cansados
não um bom dia
também não há dizeres
apenas aplicações de deveres,
no final do dia olhar frio ar espeço sem dizeres,
tons da solidão doma sem tradição,
a saudade impera
com singela cordial
nos pensamentos que somem
distantemente no abito da alma.
simples sem clamores
vitais no coração...
desprendido no caos
era ouro eterno e simples.
agora arrasto correntes...
dos tais sentimentos
não posso mais expressar,
nos detalhes deixados...
na escuridão...
digo saudades.
Um poema para meu querido avô.
Uma musica toca na minha mente,
Os pássaros cantam,
O vento desvenda os sonhos,
Como a dança toca o profundo da alma,
E assim as lagrimas do tempo te levaram,
Nos dias que se passaram imaginei
Aquelas tardes que musica ultrapassava
Os limites da magia da eternidade,
Por mais e mais respiro a solidão
Que sempre me acompanhou...
Não compreendia o deplorável,
Paradigma dos meses e anos passados
Os lances pesos na minha memoria
Pairam com as palavras que deslumbro
Tudo passou tão rápido igual a um diluvio.
vozes saem da escuridão
um sentimento que nunca se cala
dentro do caixão sinto teu coração.
fogo em tuas mortalhas
diluem meus sentimentos
num olhar frio morto sinto compaixão...
sendo o uivo de lobos o encanto,
virtude que condena a alma perdição
negra na escuridão a paixão em cinzas,
que ocupa as trevas as sombras da ternura.
as dobras do tempo almejam sua voz cálida morte.
uma rosa no amor clandestino
sem adores apenas sabores
selados nas maiores magoas...
seresteiros como são devorados.
O silêncio já é um castigo.
Porém, pode ser avaliado como TORTURA quando se estabelece na boca de quem deveria dar ALENTO.
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