Versos de Porquê

Cerca de 56031 versos de Porquê

estou

apavorada

até a raiz

dos cabelos

porque podem existir

partes de mim

que nunca

mais

se

p r e e n c h a m.

-às vezes penso que seria melhor se alguém derrubasse a árvore inteira & começasse de novo.”

Inserida por TaciaO

Eu nunca desisti.
Só te deixei em paz porque era a sua vida...

Inserida por Roberto_Jr

⁠Eu gosto de pessoas gentis, pessoas que não se tornam duras ou frias com os outros porque foram endurecidas pela vida, mas em vez disso dão a gentileza, o amor e o conforto que gostariam de ter recebido.
Não deixe que os momentos difíceis da vida tornem você severo com os outros.

Inserida por Roberto_Jr

⁠Acho que só não estou oca porque estou cheia de saudades.
É ela que me preenche quando você falta.
Uma presença dolorosa, mas viva.

Inserida por Vicky2

Saibamos: o homem é um erro!
Porque não há limites para o desejo e apreciamos o que nos foi proibido.
⁠

Inserida por RafaelZafalon

⁠O Silêncio dos Vagalumes

Foram-se os vagalumes,
não por medo da noite,
mas porque sua luz já não cabia
em mãos que desaprenderam o assombro.
Foram-se como preces mudas,
sem rastro, sem vestígio,
levando consigo a infância dos olhos
e a última centelha do espanto.

A cidade caminha sobre sombras,
e os passos ressoam na ausência do que era vivo.
Onde antes um lampejo fugaz
rasgava a pele do escuro,
agora há um breu domesticado,
submisso ao clarão sem alma
das lâmpadas que nunca dormem.

Mas quem sabe, em outra noite,
quando os homens cessarem o peso
sobre as coisas miúdas,
eles voltem.
E, sobre as ruas, redesenhem em claridade
o que o silêncio agora esconde:
o simples milagre
de brilhar sem porquê.

Inserida por Epifaniasurbanas

⁠Quando era criança, meu pai sempre cuidava de mim porque estava afastado do trabalho devido a cirurgias em ambos os ombros. Ele me levava e buscava no ônibus e aproveitava os momentos comigo. Em uma cena, ao descer do ônibus, meu pai desceu primeiro e o ônibus fechou a porta, fazendo com que ele tivesse que caminhar acelerado. Eu fiquei paralisada, com os olhos e o corpo congelados, e vi meu pai assustado e correndo. Não consegui gritar nem chamar por ajuda; pensei que minha intimidade estava se rompendo naquele momento. Esforcei-me para mostrar a mão para uma pessoa sentada, e ele gritou. Desci abraçada de forma forte e quente, com meu pai dolorido por correr e sofrer com os tratamentos, e ele me pegou.

Enfim, o nome dele é Argeu Bezerra Lima, melhor herói.

Inserida por lglimadeaf

Voe...
Voe porque a tempestade sempre fica,
quem passa por ela é você.

Voe...
Voe e se defenda
bata teus versos contra os que
te querem engaiolar.

Voe...
Voe e se proteja.
A armadura do passarinho é a asa.”

Inserida por Epifaniasurbanas

Sorriso nos lábios.
Esperança nas mãos.
Saia... Liberte-se!
Viva a ocasião.
Porque a vida é uma ?

Inserida por iolandabrazao

Minha Senhora! Canto-vos,
Trovas de amor! Amor!
Em minha voz de tenor!
Sabeis porquê?! Por amar-vos.


Eu cavaleiro andante!
Em cavalo branco!
Vou adiante! Adiante!
Até, que os lirios do campo,


Tenham flor e cor.
Para eu, vo-los dar!
Sim a vós, meu amor!


Porque eu, vos amo!
Com verdadeiro amar.
Minha Senhora! Ai pois! Só eu sei como!

Inserida por Helder-DUARTE

A Camões, honra e valor!
Porque foi poeta do amor.
E falou de Portugal…
Do seu grande historial!..

Oh! Velho do Restelo, cala-te!
Porque, Portugal ainda será…
Cala-te! Cala-te!... Cala-te!...
Porque Nuno, Álvares Pereira, ressuscitará.

E Dom Dinis, foi rei trovador.
E Dona Isabel, foi rainha…
E Inês de Castro, morreu por amor.

Cala-te! Porque o Brasil e Angola, são reais!
E Portugal, é sempre, terra linda!...
E nela eternamente, não haverá, mais ais!...
⁠

Inserida por Helder-DUARTE

Medo porque ter?
Medo de quê?!...
De que ser?
Mas porquê?!

Medo da morte...
Ou da vida,
Do Norte?
Ou do sul ainda?!

Medo de cão...
Mesmo de lobo,
Ou leão?!

NÃO! PORQUE A VERDADE
JÁ A TENHO...
QUE É DEUS, NA SUA TOTALIDADE!...

⁠

Inserida por Helder-DUARTE

Sim! Voltei!... Voltei!... Voltei...Aqui!... Pois.
Sim, porque ainda que morto, qu'estou...
Esta é uma morte de vida... Pois vida eu sou.
Sabei então, o porquê, de ter voltado hoje!



Mas eu não o sei! Eu nada entendo...
Não sei... Pois nada compreendo!
Quereis saber mais?!... Mas, eu nao o sei.
Nem, eu sei nada! Nem mesmo vós, da lei...


Mas uma cousa sei, enfim: Voltei...
Sabeis porquê?! Nisto, em verdade, sei...
Porque eu vos amo... Tanto!...Tanto!...



Com este amor, meu. Só meu... Meu...
Qu'é vida!... Mas, não é igual ao teu...
Este!... É meu! Com o qual, eu ainda, canto!


⁠

Inserida por Helder-DUARTE

⁠Escrever

Tento outros temas escrever...
Mas vós poetas ouvi:
O porquê, neste, permanecer?!
E sobre outros, a tanto não m'atrevi.

Sabe tu irmão ser existir;
Vós sol, flores e estrelas.
Mar e tudo ao que ao poeta, faz sentir!...
Que na verdade, eu faço parte, dos homens hipócritas!

Mas sabei, que até que a morte venha,
Este homem cheio de dor...
Só no peito, neste sentimento se empenha.

Sim oh Deus! Deus!...
Tu és amor!...
E eu escrevo sim! Mas sobre actos teus!...

Helder Duarte

Inserida por Helder-DUARTE

⁠Vaso

Neste momento escrevo, o que me vai na alma!
Estou perguntando a mim próprio, afinal,
Porque não ter sempre toda a calma?
Se não há mal que me venha, que não seja racional!

Tudo o que me acontece, mais qu'eu não entenda,
É para qu'eu, se mal faço, disso tenha emenda!
Se o mal não faço, mas mal tenho., isso é para bem!
De mim próprio tenho essa glória também!

Afinal todas as coisas, que me vêm me fortalecem!
Dão-me conhecimento e experiência, neste mundo,
E fazem com qu' eu seja, menos imundo...

Pois , a meu ser do bem, enriquecem,
Como um vaso, por o oleiro formado.
Até que seja por ele criado!

Inserida por Helder-DUARTE

⁠Gentil

Alma minha gentil alma, porque choras?
Não o faças pois não deves a tanto te dar,
mas vai, antes, às da luz zonas buscar,
a tua música, muito suave, para todas as horas.

Música da viagem, até ao não tempo,
local onde habitam, as melodias, lindas,
dos seres espirituais, que as tocam sempre,
nos de louvor tempos, ao rei das vidas.

Mas tu alma minha, entra pois neste ciclo!
da tua, alvura, e possui o ornamento,
mais que todos sempre pacífico.

Anula todo o teu muito e doloroso agitar,
possui o teu, lindo momento do eternamente,
que é o reino, do sempre muito amar!...

Inserida por Helder-DUARTE

⁠Adão

Pai Adão, mãe Eva!
Porque a morte escolheste!?
Estado de vida perdeste.
Vós, filhos vossos, toda a terra

Ai se mal, não escolheras!
Também, eu mal não tivera...
Neste imundo ser.
Que o bem, fazer não quer.

Mas sabei vós filhos de Eva!
Que nossa morte,
Vitória não tivera!...

Porque vencida, a vencera,
Jesus, Deus forte!...
Que virá, é e era!...

Inserida por Helder-DUARTE

⁠Deus Meu









Deus! Deus meu!
Porque me haveis abandonado?
E só deixado, este servo teu?

Mas se este cálice, tenho de beber!...
Que seja feito o teu querer...
Não o meu, mas o teu...

Porque teu é o reino!
Teu é o existir ser!
Teu é tudo!

Vem! Vem! Reinar!
Em teu poder!
Em teu amar!

Inserida por Helder-DUARTE

⁠Raça Humana



Oh vós que humanos sois!
Porque não voltastes para Deus?
Para vida terdes pois,
Deixardes a morte e de ser ateus!

Vossos pais, para ele voltaram,
E felicidade alcançaram.
Encontraram a verdade
E também a liberdade.

Eles foram:
Adão, Sete e Noé,
Que por vós oraram,

Porque a Deus amaram!
E pela fé,
Paz alcançaram!!!

Inserida por Helder-DUARTE

⁠Indignação

Diz o Senhor: Porque a minha intenção ,
é esta, ajuntar todas as nações, congregar,
os reinos, numa grande e forte reunião,
para sobre eles, a minha indignação eu derramar.

E derramarei a minha acumulada e grande ira,
naquele dia, no Armagedom, sobre os reis da terra,
que se ajuntaram, para me fazerem uma grande guerra.
O reino dos homens arrogantes, a minha pessoa lhe o tira.

Os povos que eu eleger me servirão de comum acordo,
e eu serei rei de toda a terra, onde os povos serão puros.
Da Etiópia serão meu povo, e de Tarsis e do mundo todo.

E então na terra haverá a verdadeira aguardada paz,
porque os corações do homens jamais serão duros.
Minha presença de todo, para sempre os satisfaz!


Inserida por Helder-DUARTE