Versos de Liberdade
Um Dia Feliz... Com Asas e Voos!
Feliz dia...
Viva-o com muito
amor e carinho.
Dê a ele todos os motivos
para que ele possa
te trazer alegrias.
Se acordou triste...
Anime-se!
Nunca devemos ficar tristes
quando Deus nos dá
mais um dia para somarmos
aos que já vivemos.
Respire fundo
e viaja por seu interior.
Aproveite esse
momento de isolamento
e te conheça mais um pouco...
Pois somos
seres infinitos por dentro.
Bom poder nos vermos
e revisarmos nossas
almas e espíritos.
Se acordou feliz...
Aproveita o momento
e dê mais linha a essa pipa
chamada vida... Deixá-a voar.
Voar...
Se sentir leve
e mais feliz ainda
nesse coração gigante
de amor,
que pulsa em seu peito.
Abra portas e janelas...
Deixa o ar fresco arejar corpo,
alma e espírito.
Alimente seu lado bom
e venha ser feliz
com quem te valoriza.
Dia super divino.
Maravilhoso e feliz.
Meu forte abraço
e muito carinho!
dia parece bom ate sentir seu coração chorar...
sendo apenas uma bomba de carne
obtêm sentimentos que te deferem
num ocaso transcende a vida,
quando destino impõem suas vontades... te amo.
na solidão dos meus pensamentos
sob o lua desvendo as sobras vendidas da sua alma...
o resquício da loucura é o verso do seu nome
essa exposição a torna singular...
num estado de solidão
o ardor concreto se varia numa sensatez se fim.
compreenda nossos sentimentos
sinta a dor de viver,
ame como amei e
sentirá mesma dor que senti...
a cada momento que senti a vida.
Quando a cabeça não se liberta
Das frustrações, inibições
Toda essa força que te aperta
O corpo é que sofre
As privações, mutilações
"O Proibido"
A fala proibida;
O pensamento proibido;
O ato proibido;
A vida proibida;
A felicidade proibida;
O todo proibido;
Se libertam em forma de arte!
podemos ser felizes
mais uma vez
me diga que ama
ouça mais três vezes
nos amamos numa madrugada
e apenas nos amamos...
mais uma semana é segunda feira.
então seremos ainda mesmo casal a três
vivemos a paixão ainda assim
temos o fruto do seu amor
meus amores nossos filhos...
Conta e Risco
Existem coisas inexplicáveis, mesmo se eu perdesse a memória o meu coração iria reconhecer você,
a vida é feita de momentos, vamos embaraçar as linhas do destino e escolher por nossa conta e risco apenas os momentos que nos tragam felicidade,
quero ao teu lado olhar do alto de uma montanha para o por do Sol com uma fogueira acesa e a brisa da alegria batendo no rosto sentindo aquela sensação de liberdade segurando a flor da intimidade,
enquanto houver amor, haverá paz, haverá nós.
O que somos no dever do desastre,
alucinações de uma vida perfeita,
nas sombras a perfeição do desejo
fardo da morte purificação,
se existe tem um fim...
nos mare sem fim os acordes da humanidade,
sobre essa a infame fruto do desacordo
límpido ar na amargura,
de fato os amplos fatos torna se tornados
na singularidade da incompreensão
os caminhos da escuridão,
o clássico do caminho da luz para exclamamento,
o final do firmamento...
quando se ama o amor
quando se vive o amor
tudo se quer o amor
tudo se tem é amar,
num rotulo do ador
somos definidos no que somos
ou no que queremos ser
sem definir o que somos
abrangemos laços de afetos
e amarguramos a vida
se amamos adoçamos a vida...
na tangente somos temos que ser
ou escolhemos o que somos...
para tornar a felicidade...
Um mar de penúria,
no tal dilema,
sofrência mais uma luz,
altiva, num instante,
meros sonhos lúcidos,
tudo tenha seja o mar coberto de sangue,
almas morreram quando a luz desapareceu,
no foco eterno o silencio da solidão...
para tais iluminadas horas que foge a imaginação...
alterando o ar e as nuvens na perdição.
o aurato joga se ao choro,
de repete lagrimas de sangue,
o mar se abre o deserto morre,
dando outros ares a noite se abre na angustia,
aflorando as expectativas,
revira volta das ondas avança sobre á terra...
desatino puro temor,
vertigens do que mais esperar da esperança...
o amor seja a ultima esperança é a vida
que exclama tudo o que temos o somos...
ilusões na alma e no espirito,
transgridem o grito do amor...
impera se o destino,
se fotografa na virtude da solidão...
flor do amor
poema da ilusão,
Tangente na vertente
magoa vigorosa,
tais és a ilusão,
amar e quer o que nunca terá,
desfrute de momentos sobre instantes,
declarações corruptas que desprende
num status obtêm o valor do frenesi,
se imácula o querer em outro querer
se tem o que devora alma,
pouco a pouco,
dia após dia,
segundo após segundo,
querendo o nunca vai ter
observando o querer indo...
pelo ar sem destino,
apenas o amor clandestino,
sob sonso momento obscurecido,
no âmbito do amor,
devido ao bem querer
arrebatando há alma
que deflora o olhar para vazio,
reagindo a voz translucida,
requer carinho atenção...
numa outra dimensão
sonhos transferem o ador...
dando sinopsia o teor da realidade.
"Me admira a leveza do seu sorriso, profundo.
Como se compartilhasse esse seu ar liberto.
Alívio da seriedade sincera desse mundo.
Desarma minha intensidade.
Desnuda minha vontade.
Me da uma chance de viver."
Rabiscos num compasso desatento...
dá se o intervalo interrupto...
vazando o curso do sentimento...
tendo assim o beijo inesperado...
aclamando cada verso...
obtendo o desejo arrebatado,
muitas vezes se querendo a paixão
diante insípido ar inóspito
abraçando a vida num instante,
refere se a conjunção atônita,
a supremacia vital que arremete,
a imersão desagradável da exposição...
vendo se que abrangeu o ato insano.
inimaginável e o impensável passam a ser
a disfunção abrupta na vertente...
repetindo a nudez clara...
na sensação da brisa espalha se a vontade...
acolhedor âmbito da vertente mera ilusão,
descabida sonsa dessa essência,
refuta o senso apropriado,
desenvolvendo o repudio do derradeiro sentimento.
o domínio da escolha lhe da o destino,
conheça a ti mesmo e conhecerá universo
debata suas crenças e verá a verdade...
entenda que os políticos são fantoches do poder maior,
esse poder que domina a sua vida minuto a hora,
sem mesmo tenha uma escolha é conduzido a escolher...
pois as opções são deles e não de vocês...
De acordo com meus sentimentos estou preso a você,
nas entre linhas do contrato seu coração me pertence
até que a morte nos separe...
Numa fração dessa culpa é daqueles devoram sua alma,
a troco do preludio de um sonho...
Sendo mero sentimento seco sem vida ou até a forma da forja
foi encontrada num nua jogada numa rua escura...
palavras nos meados semiárido da solidão...
cântico que povoa os cantos da alma,
o resquício involuntário se engole na verdade...
no hospedeiro esquecido sua voz ecoa,
por aonde ande e esperei amar,
nas noções do destino a tenho por esperança,
unicamente o deslumbre do céus,
na fé o silencio que se espera melhores momentos,
sensações na ultima gota de amor,
diria sois dia o momento da paixão,
a tentação do querer amar...
dia apos dia até depois da morte...
o medo de perder transcende num minuto.
seja verdade o dom da razão...
espalhado pelo sentimento da paixão...
de repete se tem goles de agonia,
entre as sombras alma nas profundezas...
uni se em adversidades num ato do apogeu...
contos do prologo se amam como amantes...
se vive o que profere o sentimento do destino...
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