Versos de Coração

Cerca de 70067 versos de Coração

É preciso, então, enxergar com o coração.

Nosso coração é sentimental e duro. Cremos estar participando do sofrimento do outro, quando, na verdade, ele nada mais é do que um pretexto para nos enternecermos conosco mesmos com a nossa própria compaixão.

Acorda coração! A sua função é bater e não apanhar.

Meu coração, cada vez que a via, queimava mais que aguardente!

Nando Reis

Nota: Trecho da letra da música "A Menina e o Passarinho"

Chega. Porque guardar roupa velha dentro da gaveta é como ocupar o coração com alguém que não lhe serve. Perda de espaço, tempo, paciência e sentimento. Tem tanta gente interessante por aí querendo entrar. Deixa. Deixa entrar: na vida, no coração, na cabeça.

Karine Rosa

Nota: Trecho da crônica "Sapato velho", publicada em 12 de julho de 2009. A autoria do texto tem vindo a ser erroneamente atribuída a Caio Fernando Abreu e Tati Bernardi.

...Mais

Ela também teve seu coração machucado. Dilacerado, imagino. Normal. Desse mal, meu bem, ninguém escapa.

Que nenhum gesto meu aperte o seu coração, intimide o seu riso, acorde o seu medo, machuque a sua espontaneidade.

Fico com medo. Mas o coração bate. O amor inexplicável faz o coração bater mais depressa.

Fé: É quando a gente diz que vai escalar um Everest e o coração já o considera feito.

Circo é lugar de palhaço? Acho que vou mudar o nome do meu coração para circo.

Meu coração é uma planta carnívora morta de fome.

Guardamos em nosso coração aquilo que nossos olhos não conseguem ver.

Tem uma coisa que ninguém sabe: Meu coração vai continuar sendo dele, mesmo que o tempo passe.

Coloque o seu coração, mente, intelecto e alma até mesmo para seus menores atos. Este é o segredo do sucesso.

O Amor depura os pensamentos e engrandece o coração.

E quando notou que aceitava em pleno o amor, sua alegria foi tão grande que o coração lhe batia por todo o corpo, parecia-lhe que mil corações batiam-lhe nas profundezas de sua pessoa.

Clarice Lispector
Uma aprendizagem ou O livro dos prazeres. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.

Coração burro, tadinho. Que preguiça desse coração burro.

‎Fantástico: o mundo por um instante é exatamente o que o meu coração pede.

Clarice Lispector
Água viva. Rio de Janeiro: Editora Rocco, 1998.

Quero não sentir nada. Quero descansar meu coração de saco cheio das minhas invenções e precisando se preparar para viver algo de verdade. Como será que é acordar e não esperar nada com o toque do celular, da campainha, do messenger, do e-mail, do ar, do chão? Como será que é sentir e gostar da vida pela sua calmaria e banalidade? Como será que é viver a banalidade sem achar que isso é banal?

Um coração nobre não pode suspeitar que haja nos outros a baixeza e a malignidade que não existe nele.