Versos de Amor sobre Rosas
Sapekinha, meu amor, meu doce encanto,
Em cada gesto teu, sinto um novo canto.
Teus risos são melodias que dançam no ar,
E em teu olhar profundo, consigo sonhar.
Teu jeito travesso é pura inspiração,
Transforma o cotidiano em pura diversão.
Com você, cada dia é uma nova história,
Escrevemos juntos nossa linda memória.
Nos teus abraços, encontro meu lar,
Um refúgio seguro onde posso descansar.
Teus beijos são promessas de um amor sincero,
E ao teu lado, querida, eu sempre me espero.
Prometo ser teu porto em tempestades,
Caminhar contigo por todas as cidades.
Ser o sol nos teus dias e a lua na escuridão,
Porque você é a razão do meu coração.
Então venha comigo e vamos celebrar,
Esse amor tão bonito que não vai se apagar.
Sapekinha amada, meu bem-querer,
Para sempre ao seu lado é onde quero viver.
Deixar aquela pessa ir não é uma desistência, prova que vc a tem um amor verdadeiro por essa pessoa, de que vc é maduro o suficiente.
O problema é que cansa ser maduro o suficiente!
são as estrelas no céu que iluminam meu caminho
mas é o amor em meu coração que lhes dá o brilho
aqui nesta noite em alto mar, eu busco o meu destino
são as pedras do mar que fazem os versos deste livro
Livro de poesia Novos Ventos
" LEVE "
O amor torna mais leve o dia a dia
e tudo fica fácil, divertido!...
O peso, nele, agora dividido,
se torna risos, festas e alegria!
Assim, todo o prazer que é recebido
se enche, após, de encanto e de magia
vestindo a encantadora fantasia
que faz, o mau humor, tombar vencido!
É, pois, assim que vence os dissabores
minimizando o fardo, a luta, as dores,
e tudo o mais num relacionamento…
Mais leve torna, o amor, o que é da vida
e essa alegria, dele, recebida
e o que nos enche de contentamento!
Eu só choro por maldade, não por fraqueza.
Carrego amor no peito, mesmo após tantas feridas.
Sei que muitos julgam sem saber o que enfrento,
Sofri traumas causados por gente ruim,
Mas meu coração continua bom,
E mesmo machucado, ainda escolhe amar.
Mesmo quando tudo parece escuro, eu escolho acreditar na luz.
O amor que carrego vem de Deus, e é Ele quem me sustenta.
Prefiro ter fé no bem do que temer o mal.
Porque quem planta amor com fé, colhe milagres todos os dias.
Tem gente que machuca quem só quer ajudar.
Ofende quem espalha amor, como se bondade fosse fraqueza.
Mas o erro não está em quem ama, e sim em quem não sabe reconhecer o valor de um coração bom.
Julgar o bem revela mais sobre quem julga do que sobre quem ama.
Que a gente aprenda a honrar, não ferir, quem escolhe fazer o bem.
Diante disso…
Diante de tudo….
Da vida….
Da dor….
Diante de tudo…
Da saudade…
Do amor….
Diante de tudo…
Do abandono…
De todos os dias do ano…
Diante disso tudo…
Eu ainda te amo….
Nenhuma doença mata mais do que a ausência de amor
Sem amor, a dor
E o ódio nos devora
A depressão mata silenciosamente
Sem amor, não há propósito e a vida decai
Sem amor, não há humanidade
E a existência não existe.
Inspirado nas palavras do
Papa Francisco
Por Marcio H. Melo
Amor em Silêncio
Renovo-me em ti a cada amanhecer,
quando teus olhos — simples luz —
revelam o mistério que só o coração entende.
És morena, doce miragem,
onde minha alma repousa e se perde.
Teu corpo, suave estrada dos meus sonhos,
me conduz por caminhos sem mapa,
em busca de uma perfeição
que só tua voz sabe desenhar no ar.
É proibido, eu sei —
mas não há força mais pura
do que esse desejo que me toma
quando lembro do teu riso contido,
do toque que nunca tive, mas sinto.
Vives em mim como brisa e tempestade,
lembrança e futuro,
e mesmo ausente,
és o alicerce invisível
que sustenta meus dias.
não merece amor quem vive em si
sem esfolar a ponta das vértebras
não merece amor quem
os nervos não esfrega em mel em cinzas
e no zinabre de fagulhas e salivas
arrastando a língua nas flechas
contra postes paredes e pedras
não merece amor quem vive em si
esquálido como um cristo que não pesca
como um cachorro que tem dor de barriga
e flores e gramíneas não mastiga
nem faz compressa
não merece amor quem vive em si
sem esfolar a ponta das vértebras
Sim, acredito no amor
No amor que cuidamos
No amor que sentimos
No amor bobo
No amor romântico
No amor incondicional.
O amor tem suas limitações quando não é correspondido.
Pai,
Nada sou sem Vós.
Nada sou sem o Seu amor.
Sua vontade de amar.
Enche todos de esplendor.
Arregaçais as margens de vida.
Melhorais a vida de cada um de nós.
Ensinai-nos o que é amar de verdade.
O que é crer em vez de querer.
Vós, Pai, escutais cada um de nós e perdoais nossos pecados uma vez deles verdadeiramente arrependidos.
Pai, só vós para suportar tantos erros nossos e mesmo assim estais pronto para nos recebes no vosso regaço.
Obrigado Meu pai.
Agora é hora de recolher o amor
Agachar diante dos pedaços,
catar o que foi espalhado com tanta esperança
e trazer de volta
Pra dentro
Pra curar
Sem pressa
Com ternura
"Soneto breve à força"
Não te rendas à dor, amor meu,
nem ao peso sombrio das horas vazias.
Dentro de ti, arde um coração de fogo,
e nenhum inverno será capaz de extingui-lo.
Mesmo que a noite se feche sobre teus olhos,
e as pedras sangrem os teus pés cansados,
sê rio, sê raiz, sê espada, sê flor:
não te rendas, amor, não te rendas.
"Soneto do Amor Sem Medidas"
Amo-te assim, sem tempo e sem medida,
como a maré que se entrega à lua cheia.
Em teu silêncio, minha voz vagueia,
e, em teu olhar, vejo a luz da minha vida.
Sou teu no vento, na manhã erguida,
na rosa que, do inverno, ainda semeia.
És minha sede, a fonte que clareia
os becos escuros dessa alma ferida.
Não te amo como quem deseja posse ou nome,
mas como quem respira, sente e some
nas mãos daquilo que não se explica.
Amor que arde sem queimar o peito,
mas faz do mundo um verso mais perfeito,
onde o teu ser, no meu amor, habita.
Quero a leveza de um amor sincero,
o brilho nos olhos, a lágrima em festa,
ao te ver chegando, rompendo o mistério.
Quero a doçura da tua mão em minha,
o arrepio quente que tua alma despeja,
como o sol da manhã na frieza dos dias.
Quero que sejas, no deserto sem vida,
o orvalho raro que a esperança semeia,
e que tua presença no meu horizonte
seja a razão entre viver... ou morrer de amor
Fragmentos para um amor morto
Teu nome
ainda arranha
meu sono.
No prato vazio,
mastigo tua ausência
como pão duro.
Minha boca chama —
mas só responde
o silêncio.
Um lençol,
um cheiro,
uma falta.
Teu corpo foi,
mas tua sombra
não desaprende.
Grito teu nome
e ele volta
sem carne.
A noite me veste
com tua ausência:
lã fria,
sangue lento.
