Versos de Amor sobre Rosas

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O amor não é um sentimento, é um modo de ser. É um juramento interior de defender o ser amado até à morte, mesmo quando ele peca gravemente contra você. O amor é mesmo, como dizia Jesus, morrer pelo ser amado. Quando a gente espera que o amor torne a nossa vida mais agradável, em vez de sacrificar a vida por ele, a gente fica sem o amor e sem a vida. O amor é o mais temivel dos desafios, porém, quando você o conhece, não quer outra coisa nunca mais.

Só eu, só eu amei o amor de meus enganos.

Mas não é amor que me mantém aqui. E isto não é o que você quer ouvir.

Quando o amor se tornou tão triste? Quando ele começou a me machucar tanto? Não deveria tê-lo amado...

Amor não é encontrar sua cara-metade. É tentar, insistir e fracassar.

Incapaz de morrer é aquele que é amado, pois o amor é imortalidade.

Quanta história cabe dentro de uma lágrima... sonhos desfeitos, decepções, alegrias, amor, tristeza, saudade, frustrações, felicidade... enfim, cabe tudo o que sentimos em apenas uma lágrima!

Perdoar é um ato de coragem. Lutar pela pessoa e demonstrar o seu perdão é um ato de amor.

“Enquanto o amor humano tende a apossar-se do bem que encontra no seu objeto, o amor divino cria o bem na criatura amada” (Tomás de Aquino).

Amor era amor, e não havia feitiço que curasse um coração partido sem destruir para sempre a capacidade deste de amar.

O amor no fim é frágil, frágil para reagir, forte para esquecer.

Não há amor fora da experiência do cuidado. A vida requer cuidado, os amores também.

Perder um amor não é o fim da capacidade de amar, é apenas o recomeço de novas possibilidades.

Tenho espírito justiceiro e entendo que o amor deve seguir estes graus de preferência: Deus, humanidade, pátria, família e indivíduo.

D. Pedro II

Nota: Citação do Diário de Pedro II em: CARVALHO, José Murilo de, Perfis Brasileiros - D. Pedro II, Companhia das Letras, São Paulo, 2007

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O amor platônico é como o câncer. Ou você se cura ou ele lhe mata.

Pois que o amor e a afeição com facilidade cegam os olhos do entendimento.

Dom Quixote

Nota: Dom Quixote - Capítulo XIX - Miguel de Cervantes

O seu amor me deixa mais forte. O seu ódio me torna indomável.

Resgatar o amor em meio a mágoa, o perdão em meio ao ressentimento, a alegria em meio a dor. Coisas que só um Deus que habita em nós pode fazer.

O amor é igual a uma borboleta: quando você tenta pegá-la, ela foge, mas quando você está distraído, ela vem e pousa em você!

Não conheci meu amor, eu reconheci. Não encontrei, eu reencontrei. Pois eu acho que um sentimento assim tão forte já deve ter acontecido em outras vidas.