Versos de Amor entre Primos

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Antes, muito antes de sermos
Primos, Irmãos, Casal,
Filhos ou Pais
Ajudante ou ajudado
Empregador ou empregado
Moral, ou imorais
Somos seres humanos
Todos iguais⁠

Inserida por FranciscoFontes

⁠onde estão aqueles que sentavam mesa nos dias festivos ,vovó e vovô ,meus tios e primos ,meus amiguinhos, pra onde foi aquele menino que corria na chuva com barro nos pés jogando bola na rua de terra batida,
Onde está o jovem apaixonado sonhador ,que queria girar o mundo com seu espírito aventureiro ,onde está o homem maduro que ainda sonha o melhor pra os que irá ficar ,o homem que sente saudades daqueles que amava ,saudades da infância inocente que passou,agora só resta um velho fraco cansado e cheio de lembranças e saudades satisfeito com a vida que se vai.

Inserida por marcio_henrique_melo

As loucuras provêm da natureza íntima do verdadeiro amor.

Antes que amor, que dinheiro, que fama, conceda-me a verdade.

O amor é vida quando não é morte; é berço e também sepultura.

No amor, a autoridade é por direito daquele que ama menos.

Nada é mais potente contra o amor do que a impotência.

O homem dá a vida pelo amor, e julga não ter dado nada.

A dor é o pai, e o amor é a mãe da sabedoria.

O amor é um egoísmo a dois.

Como a nossa fragilidade o concebe e o pratica, o amor é um sentimento essencialmente incômodo. Mal dois olhares se trocam e duas mãos se enlaçam, vem logo a tragédia das suspeitas, dos ciúmes, das zangas, das recriminações, estragar momentos que deviam ser os mais belos, os mais alegres, os mais despreocupados da vida.

O amor do poeta é maior que o de nenhum homem; porque é imenso, como o ideal, que ele compreende, eterno, como o seu nome, que nunca perece.

É próprio do amor (...) ser obrigado a aumentar, sob pena de enfraquecer.

O amor e a amizade são como o eco: dão tanto quanto recebem.

Sem a alegria, a humanidade não compreende a simpatia nem o amor.

A fome e o amor são os dois sexos do mundo. A humanidade gira toda sobre o amor e a fome.

O amor-próprio dos tolos desculpa o das pessoas inteligentes, mas não o justifica.

O mal nunca está no amor.

O amor é um poema essencialmente pessoal.

O amor nascente é tão melindroso, pueril e tímido, que receia desagradar até com o pensamento ao ídolo da sua concentrada adoração.

Camilo Castelo Branco
BRANCO, C., Cenas da Foz, 1857