Versos de Amor Autor Desconhecido

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O RIO E A VIDA

O Rio caminha pro mar, como a vida caminha para o desconhecido. O rio tem seus meandros, suas cascatas e peixes a cuidar. O homem tem seus feitos, seus amigos e uma família para amar.

Élcio José Martins

Sinto-me caminhando pro desconhecido, pro inusitado...
Não tenho medo!
Não sei o que me espera...
Mas sei bem o que eu espero:
Espero mais, muito mais de tudo isso!

⁠Se doar ao desconhecido,
Amar sem limites,
A coragem de quem ousa sondar o "possivel"!
O preço é alto!? Sim!
Tem dor, tem traição, tem maldade...muitas vezes sim, tem sim!
No fim a lição é:
Seja vc mesmo sempre, pois fazer gênero será mais prejudicial. Essa inconstância das relações "fluidas" torna-se-a ridícula perante a realidade dos fatos.
Sejamos verdadeiros!

⁠Mudar dá medo pois convida ao novo e faz parte da nossa natureza temer o desconhecido.
É por isso também que muitos de nós desenvolvemos a “Síndrome de Gabriela” - “eu nasci assim, eu cresci assim, eu sou mesmo assim, vou ser sempre assim” e “quem quiser gostar de mim que seja assim!
Difícil, pois a vida nos convida constantemente às mudanças e quanto mais resistimos, mais pesado fica...
O desenvolvimento faz parte da nossa essência e viver não é apenas nascer, crescer e morrer...
"Conheça-te a ti mesmo" dizem que disse Sócrates.

⁠O calor de um momento
O delírio nas palavras
O aguçar de um pensamento
O viajar no desconhecido
A intimidade exposta
Uma certeza sem certezas
A ilusão que se propaga
Um conhecer sem se ver
A ternura imaginada
Fantasioso pensar
Declarações mal interpretadas
Ignorância do saber
O ego que transborda
Imaturidade de um ser
Na penumbra da noite
Desejos ocultos
O êxtase de um sonho
Nada mais a dizer
Fica na imaginação fértil
Um gostinho do querer
Pensar o que poderia,
Mas em meio arrogância
Sobrou o desprazer
Frases feitas talvez,
Você nunca me conheceu.


Poesia de Islene Souza

⁠Sob o céu vasto e estrelado,
Sou sagitariana, alma errante,
Busco o infinito, o desconhecido,
Com um coração vibrante e amante.

A flecha que dispara em sonhos distantes,
Persegue horizontes e novas visões,
Com uma paixão que não se apaga,
Explorando mundos e emoções.

A liberdade é meu guia constante,
O vento, meu fiel companheiro,
No caminho das estrelas cintilantes,
Sigo em busca do verdadeiro.

Em cada passo, uma nova aventura,
Em cada curva, um mistério a desvendar,
Meu espírito é uma chama pura,
Que nunca se cansa de sonhar.

Sou sagitariana, e no meu ser,
Arde a chama do sonho e da luz,
Com coragem para sempre viver,
E a esperança que em meu peito reluz.

⁠O desconhecido
mostra-se atraente —
ou inspira temor?

Olhar através
do breu,
traz consolo
ou traz desespero?

No fundo d’Alma,
importa não
permitir o breu,
ao que restou,
resta apreciar.

Revela-se encanto
até mesmo em momentos
onde não se pode
a luz vislumbrar.

⁠...
Toda coragem
resplandece
ao desafiarmos
o desconhecido

E o medo faz parte
desta jornada

⁠Se meu destino foi escrito pelos céus
E o dia de amanhã é incerto
Estou destinado ao desconhecido?

Buona fortuna!
Que bons ventos o levem
rumo ao desconhecido
e esses mesmos ventos o tragam
de volta ao lar.

E que na sua volta esteja pleno em experiências
e sabedoria.

Que dos seus lábios apenas escape
aquele sorriso manso de quem viveu
o que havia para ser vivido.

E que embora singrando rotas onde vórtices
de espumas do inesperado retorcem
as entranhas mais viris,
o mar te devolva com os olhos
ainda mais brilhantes.
Reluzentes por ter voltado
e também para nos contar
o que desconhecemos.

Não sei se sou capaz
de encarar o desconhecido
Mas a certeza que tenho
é que jamais conseguirei fugir.

Você


Você é a canção doce de um amanhecer desconhecido – é o lamento dos pássaros que cantam, sinalizando, em meu coração descompassado, o amor. Amo-te assim, neste silêncio contemplativo, quase impassível, um tanto cálido, como o chão quente de quem pisa e sente. Esse menino espevitado, de sobrenome Diligência, escala os troncos das veias do corpo e, tenaz, na cavidade do peito, desembuça presença, agita tudo por dentro, na incoerência que desfaz a razão: ora paz, ora torrente, dias que me deixa dormente, sem mente para naufragar em outros barcos soltos no mar. Ávida por chegar aos braços do nada, desmancho-me, ancorada, entre fios de água que formam contas de terço, difundem-se em fé, correm pelas bocas castas como ladainha de beatas e rogam, como quem pede a santos, ateando-me nos braços da esperança, que vai de encontro à serenidade do seu corpo. E, assim, por fim, reencontro-me na lucidez do seu gosto e no chão firme da sua alma.

Todos, um dia, hão de partir para o desconhecido —
uma travessia sem retorno,
um silêncio onde nenhum viajante voltou para narrar.
Nada sabemos do outro lado:
se é luz, se é paz, se é abismo ou eternidade.
Quem foi, não fala.
Quem está aqui, não lembra.
Vivemos entre rumores e crenças,
mergulhados em histórias que o tempo sussurra,
mas, na essência, não sabemos nada.
Neste círculo vicioso da busca,
somos aprendizes do infinito,
almas sedentas que descobrem, a cada passo,
que a verdadeira ignorância
é acreditar que conhecemos algo que não sabemos.

Invenção


Ilusões do navegar sem destino
Viver essa energia do desconhecido
Extensão de mares revoltados
Vastidão das sensações
Laços intensamente marcados
Por nossos encontros diante das maresias.

Eu pareço tão diferente no espelho
Devo ter sido ferida pelo mundo
Meu nome parece desconhecido
Mas espero que ele chegue até você depois do amanhecer

Fifty Fifty

Nota: Trecho da música Lovin' Me.

Não me peça pra te seguir
se nem você sabe onde pisa.
Caminho desconhecido não é convite,
é risco disfarçado de promessa.
Tua estrada não aponta destino,
só gira em círculos de dúvida e ilusão.
Eu não nasci pra andar perdido
nem pra apostar meu futuro na tua confusão.
Respeito quem anda sem rumo,
mas eu escolhi direção.
Não me peça lealdade ao vazio
nem fé onde não existe chão.
Quem não sabe aonde vai
não pode exigir companhia.
Eu sigo em frente —
com verdade, com coragem,
e com o passo firme de quem sabe
que caminho sem propósito
não é caminho, é desistência.

Desejo pra você hoje e sempre: coragem para encarar o desconhecido, força para lutar até o fim e alcançar teus objetivos. Luz para iluminar teus caminhos, para que nenhum obstáculo te impeça de vencer. Lembra-te sempre: vencer não é só ganhar, por vezes, perder também denomina-se vitória.
E o temido desconhecido transforma-se em notório, do verbo... VIVER.

Desconhecido conhecido


Se te digo
"Tenho medo do desconhecido"
Minto.
Tenho medo de tentar...
Na verdade...
De errar


Medo do desconhecido não existe
Teríamos nós medo de tudo?


O próximo segundo
É desconhecido
O próximo minuto
O próximo ano
Desconhecidos
A origem! O fim! O sentido...
De tudo...
É desconhecido.


O conhecimento é desconhecido


Você se conhece?
Tipo...
De verdade?

Lógica e ignorância


Agilson Cerqueira


Ao saber o desconhecido,


me contive...


Fiz uma reflexão, e me curvei agradecido!


Lucidez sensata ou sabedoria?


Fiquei em silêncio!


Fiz o controle da respiração!


O tempo e a paciência angustiantes...


Um corpo ocupando o espaço desconhecido!


Enfim, a certeza das limitações!


Ignoro a lógica...


Continuo em silêncio!

(Des)conhecido

Há pessoas que só conhecemos realmente
Quando paramos de conviver com elas
E deixamos de ser importantes a elas
De modo que sejamos substituíveis

O amigo de outrora agora já não é mais
Tornou-se vagamente outro conhecido
Na falta de classificação adequada
Para preencher um espaço vazio

Quando os sentimentos não vêm à mente
Notamos que não adiantam chorumelas
E é natural que a vida feche janelas
Ainda que existam seres incríveis

Se tratando de tempo, pouco vira demais
Basta pensarmos em um mal-entendido
Que sem possuir uma decisão acertada
Tem a sua conclusão de um jeito frio.