Versos de Amor Autor Desconhecido
O amor procura o amor como o estudante que para a escola corre:num instante.Mas,ao se afastar dele,o amor parece que se transforma em colegial refece.
O verdadeiro caminho do amor foi sentido entrando dentro de mim ao dar uma volta meu coração tocou mais forte , cheguei mais perto meu coração mudou para sempre ao olhar você , te amei sem mesmo antes de me apresentar para você!
Profanum
Despedaço, aquarelo-me em uma profusão de cores, liquidifico-me gota a gota, oceanando-me em poças irreflexivas, profundas e breves.
Transbordo-me em catarses silenciantes.
Em busca da vã quimera que me sustente.
Da ventania exasperada que me faça companhia, nos decadentes degraus solitários da porta entreaberta da catedral da vida.
Afoito por estrelas cadentes, nos véus dos céus de carbono
Emaranhando-me as raízes e ao concreto podre, retorno a terra, em uma liturgia profana.
Tornado-me o adubo de um infinito incerto.
reexisto.
http://pensador.uol.com.br/autor/eron_de_sousa_tavares/
Edital de Avaliação de Tecnologias Educacionais voltadas para a Educação Básica
1. Apresentação Resumida da Tecnologia:
Tecnologia Logistica Humana ou humanitaria será uma UMREM(Unidade Movel de Registro em Modulo).
Muito simples de fazer e muito mais de entender acompanhando os processos de registros e operações em estrategias de Arranjo Produtivo Local.
Autor da vida
Pequenos passos, grandes conquistas,
uma luta com objetividade, o caminhar sadio para uma vitória saborosa,
o espirito livre para aprender, a mente aberta para ensinar,
a experiência temperada pelo tempo, uma vida rica em sabedoria.
Faz sentido? Total!
Quando Pedro vier falar de João, falará mais de Pedro do que de João.
Autor desconhecido.
MAL RESOLVIDO (AUTOR: H.R.O)
Saudades sua, poesia
a inspiração não me convida.
Em algum lugar se abriga
num manifesto as rimas
neste mal resolvido.
Não há dor que lhe aproxime
E nem riso
E neste poema forçado
Nasce um genérico ousado
pra ficar no faz de conta.
Faz de conta que é você
Faz de conta que é rima
Que na sua ausência me ensina
E uma ilusão me apronta.
Pronto, pronta e me confronta
Me puxa pelas mãos
Me força a digitar
Me faz acreditar que é você
Mas eu sei que não é
È apena um esforço
Que me consola
Nesta ocasião fria
Dizendo ser poesia.
Comecei a te ver de longe.....
Autógrafo
Pedir autógrafo a autor lisonjeia sua vaidade
sem melhorar a qualidade da obra.
A coisa que mais me enoja num escrito é o autor que não escolhe as palavras pela precisão com que correspondem ao objeto descrito, mas pela impressão emocional que, em total prejuízo da exatidão descritiva, deseja despertar no leitor. Esse procedimento é ainda mais perverso e revelador quando se trata de termos técnicos que, por possuírem significados convencionais bem definidos, só se prestam a essa operação mediante distorções forçadas que denotam precário domínio do idioma. [...] O estilo é o homem, mesmo quando a criatura em questão tem, de homem, pouco mais que o rótulo taxonômico.
Esse tipo de eloquência, que é menos canina do que simiesca, nunca funciona, exceto ante plateias previamente dessensibilizadas para as propriedades do idioma.
Ante plateias normais e cultas, ao contrário, a precisão é a condição primeira e indispensável da força persuasiva.
Um texto literário ou não, deve ser visitado constantemente por seu autor - antes de ser destinado à publicação. Pois, a cada contato com o mesmo, o enriquecerá ainda mais; porque sempre haverá coisas boas a serem acrescidas ou ruins, a serem suprimidas. Assim sendo, a reputação de quem o escreve será salva; a língua é respeitada e o caro leitor com certeza o agradecerá.
(23.09.17).
A MOÇA (Autor: Henrique R. de Oliveira).
lá na rua da moça
na orla da moça
da rua na esquina
serena e solta.
a frente passa
e aguardo o verso
tecido vestindo
a curva da moça.
pro lado e pro outro
o verso da moça
balança solto
na prisão do vestido.
E os olhos além
desperta o libido
no embaixo do pano
o escondido.
Da curva da moça
serena e solta
que lê os olhos
como mulher vivida.
A PEÇA( Autor: Henrique R. de Oliveira).
Pra lá e pra cá.
Soletrando meu nome.
Vestida em sobreposta peça.
Formato em V se esconde.
E some.....
Pra ser descoberta
de renda, seu sobre nome
Exploro entre dois montes
Para ver aonde some
A peça que deixa encoberta
Desnuda os montes
E cobre o monte...
...de Vênus
Va-ga-ro-sa-men-te
é descoberta pela mão de um homem.
E a peça retirada
Deserta ao lado de dois corpos, flama.
Fez seu papel em provocar.
Pequena, repousa na lateral da cama.
Todo o engano e mentira são descobertos
e o prejuízo para o autor dos feitos é devastador.
Perde-se a paz, perde-se a confiança...
Feliz é aquele que vive de verdades!
Vou louvar meu Senhor
Autor: Marrom(Ronan Marcelino de Souza - 04 e 05 de Abril 2010)
Ritmo: Banguela (Depende da adaptação)
Coro:
Lê,lê,lê,lê,lê
Lê,lê,lê,lê,lá,lá
Coro:
Lê,lê,lê,lê,lê
Lê,lê,lê,lê,lá,lá
Vou louvar ao meu senhor
Que veio pra nos salvar
Vai mudar a minha vida
Ensinar o que amar.
Coro:
Lê,lê,lê,lê,lê
Lê,lê,lê,lê,lá,lá
O caminho e a verdade
É a nossa salvação
o seu nome é JESUS CRISTO
É a luz na escuridão
Coro:
Lê,lê,lê,lê,lê
Lê,lê,lê,lê,lá,lá
É jogando capoeira
balançando e cantando
È gingando e louvando
Em teu nome profetizando
Coro:
Lê,lê,lê,lê,lê
Lê,lê,lê,lê,lá,lá
Por amor venceu a morte
Pra mostrar o seu perdão
vai mudar nossa história
pra mostrar sua compaixão
Lê,lê,lê,lê,lê
Lê,lê,lê,lê,lá,lá
Coro:
Lê,lê,lê,lê,lê
Lê,lê,lê,lê,lá,lá
BONS VIZINHOS (Autor: Henrique Rodrigues de Oliveira).
Ser morador deste mundo
Buscando a felicidade
Saltar ou desviar do muro
Aproveitar da ponte à passagem.
Viver controlando o impulso
E adormecer a maldade
Com vozes de crianças no fundo
Canção de ingenuidade.
Semeador, aprendendo
Semear a dor, aprendizagem
Porque toda vida tem luto
Eu luto em conviver com a saudade.
Figueira é estéril do fruto
Ser fértil ao decorrer da passagem
Nos gestos ensinar como busco
Sem contradizer com as palavras.
Boneca, barco de papel
Pipa no ar, brincadeira
Bolha de sabão arrisca o céu
Brincar de pique bandeira.
Deixar o sentimento como herança
E da paz fazê-los herdeiros
Ser morador deste mundo
Pra realizar o quê hoje não é verdadeiro.
SONHAR ACORDADO (Autor: Henrique R. de Oliveira)
Do olhar pra dentro,
sonhar acordado,
nas imagens que criamos.
E sorrimos só pra gente
do que pensamos.
Vivenciando o imaginário.
Acreditando.
Querendo e ensaiando.
Para torna-lo verdadeiro.
E ocupar a vida real
Mais desinteressante
Daquilo que sonhamos.
QUANDO EU ESTIVER ORANDO (Autor: Henrique R. de Oliveira).
Quando eu estiver orando
quero que minha concentração cale,
convertendo o barulho em silêncio.
e o nirvana se instale.
E a prece baixa que meus lábios clamam.
Seja a exatidão do sentimento.
Para eu ouvir a resposta de Deus,
na segunda voz, que é o meu pensamento.
Quero recebê-lo, senti-lo.
E como filho,
receber o afago do pai.
Da atmosfera que me envolve com a leveza da paz.
Quando eu estiver orando
Que meus olhos umedeçam
Brotando um sorriso chorando
germinado pelo Espírito Santo.
E a graça seja recebida.
Porque quando eu estiver orando.
Que o silêncio e a luz me fale.
POEMA TRISTE. (Autor: Henrique R. de Oliveira).
Ondas em rochedos.
Canção do mar.
Brisa no rosto a acariciar.
Por que de todo peso.
A leveza ao avistar.
O mar, o céu, um beijo.
E o horizonte o encontrar.
Expirar, botar pra fora.
Deixar o ar sustentar.
Repentino vento sopra.
E os problemas a dissipar.
Num vai e vem incessante.
Uma onda grande a formar.
Forte, bate no rochedo.
Formando gotas no ar.
Só pra me banhar.
Pra me lavar.
E a natureza me curando.
Sabendo o meu necessitar.
As pedras sem arestas que avisto.
Polidas pelo oceano num confrontar.
Eram pontiagudas, com cantos vivos.
Mas se sucumbiram e vivem a se moldar.
Pela persistência do mar, a força do mar
No meu observar.
Eu na pedra sozinho.
E os sinais da paisagem a me ensinar.
FELIZ CONSIGO MESMO (Autor: Henrique R. de Oliveira).
Ser feliz consigo, de forma simples,
sem dependências....
Apenas ser porque está vivo.
Com aquela alegria que vem de dentro.
Movimentando e sustentando a felicidade:
apenas ela, a sua luz e você.
Que você não divida a felicidade: Apenas multiplique.
E caso perca este múltiplo.
Não fique pela metade.
A felicidade tem que ser sua.
Construída por você, zelada por você.
Originalmente, pertencente, branca, paz, sua...
Não dê ela a ninguém.
Apenas use-a para despertar a felicidade do outro,
fazendo-o descobrir que é possível ser feliz.
Mas não com a sua presença e sim com ele mesmo.
E se um dia sofrer: Chore!
Deixe a água sair com aquele gosto de soro.
Limpando, suavizando o espírito e o corpo.
Será apenas a sua felicidade precisando ser lavada.
