Versos de Amor Autor Desconhecido
Escolhi esperar mais um tempo, pois não acredito que as pessoas de hoje merecem o que tenho a oferecer.
Senhor, dê-me serenidade para aceitar as coisas que não posso mudar. Coragem para mudar as coisas que não posso aceitar. E sabedoria para esconder os corpos daquelas pessoas que eu tive que matar por estarem me enchendo o saco.
Nota: Trecho de um texto cuja autoria é muitas vezes atribuída erroneamente a Luis Fernando Verissimo.
...MaisTive vergonha de mim próprio quando percebi que a vida é uma festa de máscaras e participei com meu verdadeiro rosto.
O grande barato da vida é olhar para trás e sentir orgulho da sua história. O grande lance é viver cada momento como se a receita da felicidade fosse o AQUI e o AGORA. Claro que a vida prega peças. É lógico que, por vezes, o pneu fura, chove demais... mas, pensa só: tem graça viver sem rir de gargalhar pelo menos uma vez ao dia?
Nota: O pensamento costuma ser atribuído a Carlos Drummond de Andrade, mas não há fontes que confirmem essa autoria.
...MaisEu quero. Eu quero te defender, eu quero te ajudar, mas não consigo olhar pra você, olhar e confiar. Eu quero... mas não posso.
As vezes nos esquecemos que somos humanos e sem perceber passamos por cima de nossos próprios Sentimentos!
Às vezes é preciso bater com a cabeça na porta várias vezes, para se dar conta de que não é a porta que está no lugar errado e sim você.
Quando você estiver perto de chorar, lembre-se de que um dia tudo passa e que um dia vamos chegar lá... bem no alto. Pois mesmo o impossível é fácil quando temos um ao outro!
Nasce boneca, rostinho de porcelana, corpinho de pano. Da boneca, o pano vai se desgastando, rasgando, a porcelana racha, quebra a cara. Tenta se esconder achando que fuga é proteção, e de repente: Cadê a boneca que tava aqui? Fica sem graça ao perceber que não perde a graça trocando porcelana e pano por carne e osso, e aí já é tarde demais. Virou gente, e então fica tudo mais complexo, as coisas saem de controle. Aí diz uma coisa, repete, diz uma coisa, e nós aqui, vendo outra coisa. Contradição. Confusão. Como cantou Cazuza: Tuas ideias não correspondem aos fatos! E essa confusão grita aos olhos do público. Quem é você? Você sabe? O que você deseja? O que você faria se pudesse escolher, você sabe?
Vai lá boba, manda mais uma mensagem, como se ele não tivesse recebido todas as ultimas. Enche a caixa de entrada do celular dele, como se isso fosse fazê-lo sentir algo por você além de enjoo. Enjoo do teu exagero, enjoo de quem insiste em dançar sem musica, sem ritmo, sem dança, sem pista, sem par, que tal se valorizar?
