Versos de Amor Autor Desconhecido
Amor era amor, e não havia feitiço que curasse um coração partido sem destruir para sempre a capacidade deste de amar.
"Nem todas as pessoas sabem demonstrar o amor que sentem, porém, isso não significa que as mesmas não amem com toda força que podem."
Cristo, conceda-nos conseguir comunicar teu amor e anunciar tua divindade pelo exemplo de nossa vida e de nossas obras.
Melancolía
En la penumbra de la noche se pone a pensar
En todo lo que pasó en su infancia
Este vivió intensamente y constantemente por ella
Ella insiste en que hasta hoy nunca pierde su lado infantil de vivir la vida
Hoy tan emocionado que ella recuerda su infancia príncipe
Lo que marcó su vida con un simple gesto
Y con la piedra del amor y sus diferentes anillo
Hoy ya no está presente
El hechizado con el empate primer amor
Hoy, que ya viejo y la ruta de destino
Sólo recuerda los buenos tiempos
Momentos de una infancia aman
Qué va a ser inmortalizado por el simple hecho de
Que nada en la vida sucede por casualidad
Y en todo lo que ya se había decidido en alguna parte
Tal vez en otras vidas ¿
¿Quién sabe
Tal vez esto es sólo un recordatorio eterno de niño melancólico.
O MENINO QUE O VALE LEVA
"Você nunca volta pelos mesmos caminhos. Você, o pequeno menino do vale, também é o grande adulto que leva. E se hoje vai embora - cheio de lentidão na marcha - é porque nunca perdeu o medo de voltar. Sempre soube que, o soluço, é o veredito pujante do perdão digerido. E eu, teimoso como sou, dou conversa ao desespero. Tenho calos por ainda ter cordas, na cabeça, para me pendurar em suas fugas. Corra ligeiro, na cidade que há em mim, com todas as suas coisas que vão perdendo o cheiro, exalando o melhor perfume da sua falta. Vale-me muito esse menino. Valei-me...volte! Pois as placas não têm nomes e, as ruas, não têm saídas. Nos fios da barba, há cama para a sua insônia. Riso também é choro. Cacto também se rega. Amor, não se nega".
SOMBRA DOS VENTOS
Cansado de ser marinheiro nauseado
De remar à unha rumo a dezembros nublados
Pus-me ao solo encravado
Aqui ando e corro descalço
Meu superego, campo farto de hectares
Da primeira à última porteira
Posse tenho das poças em que tanto afogo
Eu quem afaga a cada seca desse cerrado
Eu quem afaga
Espelho de faca
Plantarei um pássaro
Para asas fazerem sombra em meu quintal
Sujo, eivado, de esgalho (ou da migalha)
O soalho de meu quintal...
Solo, sujo, sol e chão
Farto de folhas de feridas que secaram
No outono que se foi.
Não como a sorte que nasce nos trevos
Nas vielas dos meus dedos...
A minha sorte - eu tenho outras -
Ainda é cedo
Pra mostrar
Quero (mais do que posso); vê lá se posso
Oh, esperança tão teimosa
Quero comprar uma rede
Pra me balançar
E voar em vento
Pra mo'da vida não parar
A minha sorte - eu tenho outras -
Ainda é cedo
Pra mostrar
DORES NO VARAL
"Desta vez, os degraus são de vento e, na queda boçal, quem me ampara é o tempo. Sem saber o que me dói, fiz o nome dele perpassar por entre os dentes, fazer um deserto em toda falta de saliva. Mesmo macio, disto fiz a minha dor. Ele - todo e próprio - é muita razão para a alegria que me pendura nos varais mais altos da extensão da vida. Perdoe por culpar o vento - é apenas amor."
ALFA(F)ETO
Quem colocou as letras
Em ordem
Metodizando a distância do "A" ao "Z"
Por favor me ajude
Pois pra esse amor
Eu não sei mais
O que dizer
Subirei em minhas sobrancelhas
Sentirei as sombra dos ventos
Me atravessar
Fazer caminhos
Pra que algum dia um novo amor
Possa passar...
ALGUM CANTO
ainda que longe
planalto de Todos Los Santos
hei de me anelar
na tua griz juba
ser sol, sal y chuva
tatear a tua beleza
piano em teu riso
tu-eu (o banzo)
eu-tu (encantos)
afetados
n'algum
canto
Meu amor - Ricardo Souto - Poema Premiado internacionalmente - Direitos de Autor
Penso nos amores de outrora
Nas decepções e desencantos do agora
Nas dores que afligiram meu peito
Nas paixões perdidas como efeito
Penso em como podia ter mudado
Instantes que deveria estar ao seu lado
Carinhos que deixei faltar no tempo
Imperfeições oriundas do sentimento
Penso em como poderia ter evitado
Te perder se tivesse ti observado
Muitos afagos que deixei de te dar
Sim, jamais deixarei de te amar
Desse sentimento que era infinito
Deixei germinar o grande conflito
Hoje me resta a certeza que te amei
A cada momento que contigo passei
Dedicatória:
Ao verme que primeiro roeu as frias carnes do meu cadáver dedico como saudosa lembrança estas memórias póstumas.
Onde quer que você esteja lá estarei contigo, não importa a distância, nós nunca estaremos longe um do outro. De algum modo eu te encontrarei, moverei céus e terra para estar ao seu lado, andarei por todo este mundo todo para estar ao seu lado. Nenhuma montanha ficará entre nós, nenhum oceano será tão largo, nenhum rio tão profundo capaz de me afastar do seu amor... Eu juro é a verdade, nada pode me afastar de você, não há disputa na qual eu não entre, nenhuma distância é tão longa pra me manter distante, eu sempre acharei um jeito pra te mostrar que é verdade; Nada pode me afastar de você! Não há nenhuma montanha que eu não mova só pra descansar ao seu lado e passar minha vida inteira olhando em seus olhos e contemplando seu lindo sorriso.
