Versos de Amor Autor Desconhecido

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A dissimulação é um dever quando a sinceridade é um perigo.

Machado de Assis
Helena (1876).

Nota: Citação um pouco modificada do trecho original, que diz "A reflexão corrigiu a espontaneidade, e o padre reassumiu o gesto usual com essa dissimulação que é um dever, quando a sinceridade é um perigo."

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Quem não sabe governar a si próprio, como saberá governar os outros?

Miguel de Cervantes
Dom Quixote de la Mancha

É fraqueza entre ovelhas ser leão.

Luís de Camões
Os Lusíadas

Não há grandes batalhas sem grandes oponentes.

Jesus convida todos a buscar um novo caminho, um sentido para a vida na Terra. Nenhum homem ou mulher nasce fadado ao sofrimento.

De certo, no dia do juízo não se nos perguntará o que lemos, mas o que fizemos; nem quão bem temos falado, mas quão honestamente temos vivido.

Os acontecimentos humanos dependem de circunstâncias fortuitas e indiferentes. Chame a isto acaso ou providência; nem por isso a coisa deixa de existir.

Machado de Assis

Nota: Trecho do conto Antes que cases.

Multipliquei-me para me sentir, para me sentir, precisei ser tudo, transbordei, não fiz se não extravasar-me, despi-me, entreguei-me, e há em cada canto da minha alma um altar a um deus diferente.

Mas se tu me cativas, nós teremos necessidade um do outro. Serás para mim único no mundo. E eu serei para ti única no mundo...

Pensamentos depressivos, que nos leva pensar na morte, morte de sentimentos já destruídos, morte das suas forças já acabadas, morte da sua alma, que já não existe mais...

Engana-se, senhor, trago essa máscara risonha, mas sou triste. Sou um arquiteto de ruínas.

Machado de Assis
Quincas Borba (1891).

Mesmo fazendo tudo errado, eu não sei viver sem você. Eu não posso ser nem a metade do que eu sou, se você não estiver por perto.

A vida é uma verdade que precisamos mentir para nós mesmos para aceitar a dor que ela nos causa.

“Jiu-Jitsu me ensina que derrotas são apenas momentos, podem até ser dolorosos, mas sempre existe uma nova chance de vencer”

Havia talvez debaixo da cinza uma faísca, uma só, e essa bastava a repetir o incêndio.

Machado de Assis
A Mão e a Luva (1874).

A fidelidade aos amigos era antes resultado do costume que da consistência dos afetos.

Machado de Assis
Helena (1876).

Viver é desfrutar intensamente das belezas desta vida, mas sem se prender a elas.

Ele fere e cura.

Machado de Assis
Dom Casmurro (1899).

Agnóstico: não possui todas as respostas. No entanto, possui todas as perguntas.

Meus amigos são todos assim: metade loucura, outra metade santidade. Escolho-os não pela pele, mas pela pupila, que tem que ter brilho questionador e tonalidade inquietante. Escolho meus amigos pela cara lavada e pela alma exposta. Não quero só o ombro ou o colo, quero também sua maior alegria. Amigo que não ri junto, não sabe sofrer junto...

Sérgio Antunes de Freitas

Nota: Esse pensamento vem sendo repassado como sendo de diversos autores, entre eles Oscar Wilde ou Marcos Lara Resende. No entanto trata-se de um trecho adaptado do texto “Crônica para os Amigos” de Sérgio Antunes de Freitas, publicado em 23 de setembro de 2003.

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