Versos de Amor Autor Desconhecido

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Eu preciso escrever um poema


​Eu preciso de um poema.
Eu preciso escrever um poema de versos brancos,
que não se preocupe com rimas.
Eu preciso escrever um poema
que fale de amor sem dizer “eu te amo”.
Eu preciso de um poema.
Eu preciso escrever um poema
que não tenha travas,
que não tenha nada que me feche os olhos.
Eu preciso escrever um poema
que faça com que você enxergue
e que eu também possa enxergar.
E que eu possa ver o amor
nas coisas simples e banais do dia a dia.
Eu preciso escrever um poema
que não rime com nada,
só com alegria.
​— Nildinha Freitas

Versos que caminham
Seu andar me cativa,
seu perfume me encanta,
seu semblante me versifica em ondas de histórias lindas e incríveis.
Você está se tornando uma silhueta histórica no meu livro chamado Vida.

Seus filhos são os versos que ela já escreveu,
A prova viva de que o céu a escolheu.
Guerreira de dia, no combate e no lido,
Mãe que, à noite, cura cada gemido.⁠


-------- Eliana Angel Wolf

Pelos versos que deixam o rastro na areia,
Pelo olhar de loba, firme e sereno.
Pela alma de anjo que a fé incendeia,
E faz o gigante parecer bem pequeno.


-------- Eliana Angel Wolf⁠

⁠Que o anjo que guarda o teu coração atento,
Sussurre versos suaves ao pé do teu ouvido,
Pois o mundo precisa do teu nobre talento,
Para colorir o amanhã com o amor renascido.


---------- Eliana Angel Wolf

O baluarte deste poema não denota versos vãos; Patrícia,
anda, é agora,
nosso filho tá pra nascer.
Eu lhe amo e sou meio insano
como o metal
que nada pode deter; O que mais gosto de ti
é quando me faz carícias
e fere o fogo
de chão
sem piso.

O poema varreu o quintal hoje
Com o vento nas árvores
Para que esses versos
Te alegrassem

⁠Depois que eu virei
boi chifrudo
Fiquei poeta.
Só pra lembrar
em versos
O que me aprontou ela.

Entre nomes e pronomes, fome
Entre versos e reversos, tropeço.
Entre ímpios e divinais, castiçais.
Entre bela e fera, quimera.
Entre rimas e utopia, poesia

*
"Meus versos quais pássaros,
criaram asas e voaram antes da colheita da escrita,
e meus olhos registraram aqueles vôos"


***

(Roxo por inteiro) 02/12/24

Onde se encontram os versos que um dia foram coloridos?

Por onde anda o poeta que foi enquelino ?

Uma resposta em branco, quase cinza, sem vírgulas, sem pontos e nem linhas. Preto, o que mais se aproxima.

Copos vazios, espelhos embaçados, resíduos dum carrossel que já foi animado, a fuligem, sobras do passado.

Relaxado por aí, vivendo o cotidiano um sorriso quase verdadeiro, que serve para os curiosos como engano.

O amor que agora é desejo, um fogo que agora é gelo. Uma japa linda, que só falta dar uns beijos.

Desculpa, Morfeu, nem azul nem vermelho, roxo por inteiro.

Verdade ou ignorância? Estranhamente ambas.

Adner Fabricio

VERSOS PERDIDOS

Sem saber escrevo,
sem nada que de tudo sobre,
sem nexo,
no viver inexorável de um dia,
mundo a fora,
jazigo em castigo,
fazendo a cada uma coisa,
doce amarga poesia.

Um dia,
um vinho, um chatô,
um amor, uma decepção,
uma poesia,
doce amargor de perder uma paixão.

Momentos,
realentos levados,
fazendo perdidas,
currutelas em pântanos,
poesias aladas,
dormindo em prantos.

Implicados com os poetas os pagãos de leituras,
pobres de leigos,
não sorverão de doce amargo,
poesias escritas.

Versos livres.


Os meus versos são livres
de qualquer preconceito linguístico.
Neles, eu não sigo regras
gramaticais ou sentimentais.


Eu ultrapasso todas as barreiras do tempo imaginário
criado por mim mesmo, em um cenário adaptado
cujo o cenário pode ser confuso ou até mesmo hilário
dependendo da construção de quem está lendo.


Aqui, não falo de verdades ou mentiras
de relações ou previsões.
Mas deixo presos em papéis versos livres
para que cada um possa ler
e tirar suas próprias conclusões.

VERSOS EM RECONSTRUÇÃO

A xícara de café esfriava ao meu lado,
enquanto meus dedos digitavam
metáforas dispersas.
Aos poucos, as palavras tomavam forma,
dançando aleatoriamente até se encaixarem
em minha mente inquieta.
Foi aí que formatei os versos de minha alma.

Lu Lena/2026

​JANELAS ABERTAS

​Abri a janela e o vento bagunçou meus papéis. Os versos caíram, mas o mofo do passado voou com a correnteza. Respirei o aroma de flores. Juntei as letras e, hoje, a poesia sorri para mim.

Lu Lena / 2026

A vida é poesia…
às vezes em versos,
às vezes em prosa.


O importante não é escrever perfeito,
é ter coragem de continuar escrevendo
um pouco a cada dia.


Viva sem medo do ponto final.

O Mapa do Teu Olhar

Antes de você, eu vivia em rascunhos,
Cores sem brilho, versos sem punhos.
Existia uma música, mas faltava o refrão,
Um mapa em branco, sem tua direção.
Mas quando teus olhos cruzaram os meus,
O mundo parou, desfez-se em anseios.
Não foi raio, nem fogo, nem clichê de cinema,
Foi a calma que encontra seu próprio teorema.
Sua risada é melodia que a alma compreende,
Teu silêncio é abrigo que me defende.
Em cada detalhe, um universo se revela,
Na tua presença, a vida se sela.
Não te declaro um amor de contos passados,
Mas um futuro tecido em fios dourados.
Com a verdade que emana de cada um de nós,
Na nossa melodia, em nossas próprias vozes.
É paixão que acende, é carinho que aconchega,
Minha alma em ti, que se encontra e se entrega.
É saber que em meio a bilhões de estrelas,
O meu melhor lugar é em suas singelas.

Uma ideia leve e graciosa
Pintando a mente — flor
Na cor que esses versos
Lhe chega ao gosto
Leitura que pincela um
Rosto em tela — verso epousa
Letras que sabor
Graciosa a mente fica
Pelo gesto de olhar
Com amor
A ideia leve e graciosa
A imaginação é — flor
Que desabrocha
Com o brilho do leitor
Exalando como
A mais — a mais
Palavras com sede
Sede de como
Como — flor






Leonardo Mesquita

⁠Inspiração dos meus versos
Não quero acordar
Sonhei contigo
e eu nem estava dormindo.

Nave vai ao espaço
Versos vêm assim
Decolamos


Mente
Mente
Mente


Decoramos