Versos Curtos de Amor Ciumes

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O sucesso da bailarina esta no valor que vem da emoção emanada do ventre da alma, em sua constância alegria.

A violência vem do medo de si mesmo, agredir é se humilhar.

Tem pessoas que, aos sábados, vão dançar. Eu não danço. Acho bobagem ficar rodando pra aqui, pra ali. Eu já rodo tanto para arranjar dinheiro para comer.

Não desanimar, nunca, nunca mesmo, jamais. Quase sempre, onde houver vida, há esperança.

Mesmo fazendo tudo errado, eu não sei viver sem você. Eu não posso ser nem a metade do que eu sou, se você não estiver por perto.

⁠Você tem a verdade de um lado e a felicidade do outro.

“Jiu-Jitsu me ensina que derrotas são apenas momentos, podem até ser dolorosos, mas sempre existe uma nova chance de vencer”

Nuvens escuras podem cobrir uma estrela, mais jamais deixará de brilhar ...

Ninguém pode ser insubstituível, mas pode se tornar difícil de substituir.

O sofrimento enobrece uns e acanalha outros. Essa escolha é mais urgente do que livrar-se do sofrimento.

Se a minha felicidade te incomoda, é melhor se mudar, porque, se depender de mim, a tristeza nunca vai me encontrar.

Quem não crer em Deus tambem não crer na vida. Porque Deus é a vida na sua grandeza maxíma.

A filosofia é uma meditação sobre a morte.

Engana-se, senhor, trago essa máscara risonha, mas sou triste. Sou um arquiteto de ruínas.

Machado de Assis
Quincas Borba (1891).

Viver é desfrutar intensamente das belezas desta vida, mas sem se prender a elas.

Ele fere e cura.

Machado de Assis
Dom Casmurro (1899).

Meus amigos são todos assim: metade loucura, outra metade santidade. Escolho-os não pela pele, mas pela pupila, que tem que ter brilho questionador e tonalidade inquietante. Escolho meus amigos pela cara lavada e pela alma exposta. Não quero só o ombro ou o colo, quero também sua maior alegria. Amigo que não ri junto, não sabe sofrer junto...

Sérgio Antunes de Freitas

Nota: Esse pensamento vem sendo repassado como sendo de diversos autores, entre eles Oscar Wilde ou Marcos Lara Resende. No entanto trata-se de um trecho adaptado do texto “Crônica para os Amigos” de Sérgio Antunes de Freitas, publicado em 23 de setembro de 2003.

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Havia talvez debaixo da cinza uma faísca, uma só, e essa bastava a repetir o incêndio.

Machado de Assis
A Mão e a Luva (1874).

"O que somos é um presente que a vida nos dá. O que nós seremos é um presente que daremos à vida."

As almas grandes estão sempre dispostas a fazer de uma desgraça uma virtude.