Versos de amor: poemas curtos para aquecer o coração

Me parece que você já sofreu tanto quanto eu por um amor, engraçado é que as lições que a vida lhe deu não foram suficientes para evitar tamanha dor em outro alguém.

Nunca implore por amor ou carinho. Se não é dado livremente, não vale a pena ter. Talvez tenhamos que aprender a degustar a dor para conseguirmos o antídoto para nos aliviar do sofrimento.

A felicidade e o amor, são um casal perfeito, que brigam sempre...

"Seu olhar revela seu amor só para quem conhece sua alma".

Encontrei na simplicidade do teu sorriso todo amor e carinho que tentava encontrar naquilo que pensava que fosse grande.

O amor é maior que o pecado, que é fraqueza e vaidade. Ele é maior que a morte; está sempre disposto a aliviar e a perdoar; sempre disposto a ir ao encontro do filho pródigo. Tal revelação do amor e da misericórdia tem na história do homem uma forma e um nome: Jesus Cristo!

Mágoa é uma infecção da alma que, se não tratada, pode matar o amor.

O amor é tão importante como a comida. Mas não alimenta.

Paixão é aparência, amor é convivência.

Quando as flores murcham não é hora de parar de cultivar o jardim. É hora de semear com mais amor.

Você não merece tanto amor assim. Mas o meu coração não tem cérebro, só sentimentos...

Talvez amor seja isso, pedir desculpas mesmo quando você não está errado, mesmo quando você não tem culpa. Porque seu relacionamento com a pessoa é bem mais importante do que o seu orgulho.

Ei neném, de amor eu não morro!

Não é o diploma que forma profissionais. Só o amor à profissão pode fazê-lo, mesmo àqueles que não tiveram a instrução formal das faculdades.

É o amor. Terei de me esconder ou de fugir.

O amor que ainda não se definiu é como uma melodia do desenho incerto: deixa o coração a um tempo alegre e perturbado e tem o encanto fugidio e misterioso de uma música ao longe.

O ciúme não nasce do amor, e sim do orgulho.

Em toda espécie de amor feminino também aparece algo do amor materno.

Friedrich Nietzsche
100 aforismos sobre o amor e a morte. São Paulo: Companhia das Letras, 2012.

Se a memória simula esquecer os mortos, o amor, albergado no coração e sempre à espreita, a qualquer sinal açoita quem sobrevive às lembranças.

nosso “amor” era mais bonito dentro da minha cabeça.