Versos de amor: poemas curtos para aquecer o coração

Sozinho em casa em uma sexta-feira, deitado no chão pensando em um velho amor... Ou na falta de um.

Quem inventou o amor? Me explica, por favor.

Renato Russo
Antes das Seis

Quilometros importam na matématica,idade so para dirigir,e peso pra nutricionista.Mas no amor so importa os sentimentos.

Se não amas a pessoa certa, não estás no caminho errado; apenas o seu amor ainda não foi encontrado.

Amor , insanidade temporária curável com o casamento .

Ninguém é maduro quando se trata de amor.

Não me faltam homens. O que me falta é amor.

Está fora de moda sofrer por amor. Vingança é tendência.

Tenho amor a isto, talvez porque não tenha mais nada que amar - ou talvez, também, porque nada valha o amor de uma alma, e, se temos por sentimento que o dar, tanto vale dá-lo ao pequeno aspecto do meu tinteiro como à grande indiferença das estrelas.

Certos graus de amor só são perceptíveis a partir da impossibilidade de se exercerem ou da ameaça de não poderem jamais vir à tona.

Sofri um acidente de amor, mas estou legal, só quebrei a cara.

Minha vida, minha paz, é você e mais ninguém. No amor a gente acredita, esse é o amor que eu sempre quis. Faz o nosso mundo tão perfeito, esse amor que nos faz feliz.

Que bom amor... Um amor assim contagiante! É tão gostoso, é alto astral! O nosso amor é grande, ele nunca tem preço, cada vez fica melhor!

Ainda existem almas para as quais o amor é o contato de duas poesias, a fusão de dois devaneios.

O amor é bom, mas é melhor o sono.

Força, atitude, coragem, respeito, amor e memórias cravadas em meu peito!

Charlie Brown Jr

Nota: Trecho da música Puro sangue.

Se o ciúme é sinal de amor, como querem alguns, é o mesmo que a febre no enfermo. Ela é sinal de que ele vive, porém uma vida enfermiça, maldisposta.

Todas as cartas de amor são ridículas. Não seriam cartas de amor se não fossem ridículas. Também escrevi em meu tempo cartas de amor. Como as outras, ridículas...

O que é que eu posso contra o encanto desse amor que eu nego tanto, evito tanto e que no entanto, volta sempre a enfeitiçar?

Chico Buarque

Nota: Trecho da música Retrato em branco e preto.

Nem a ciência, nem as artes, nem mesmo o dinheiro, nem o amor, poderiam ja dar um gosto interno e real as nossas almas saciadas. Todo o prazer que extraía de criar, estava esgotado. Só restava, agora, o divino prazer de destruir.