Verso de Felicidade
Para vencermos as adversidades da vida meditar é o melhor remédio, a meditação cura os males da alma
O que destrói a pessoa é o medo: de se frustrar, de errar, de não se superar, de desagradar, de não ser o mais perfeito possível, de cair, de decepcionar, de comentários de pessoas a sua volta, de não atingir as metas, de se perder, de dar opinião, de andar na contramão se necessário, de ser diferente dos demais, disso, daquilo, daquilo outro... Enquanto você deixar o medo te dominar, você será: A bola da vez, o invisível, o último a ser lembrado, o Zé ninguém, o fracassado, o parasita, o coitado, o trouxa, o entulho, o fardo... Vai continuar com medo do que dizem? Do que pensam? Do que te rotulam...? Te aconselho a ser feliz! Vá viver.
O mundo só precisa mesmo é da bandeira da fraternidade. Chega de patriotismos idiotas e regimes de apharteid.
Mais um dia que o Senhor nos oferece, como se fosse um eterno recomeçar. Cada raio de sol tem a força de cicatrizar as feridas, fazendo de tudo alegria. Cada brilho que adentra a janela é como um toque santo na face, a nos acordar. Mais um dia que o Senhor nos oferece, como se fosse um eterno abençoar.
Ser “amável” não é uma questão de “valer o amor que você tem”, mas de “demonstrar aptidão para ser amado”.
A seletividade do amor pode ser explicada, mas não justificada: para aquilo que não apreciamos no amor, nos tornamos voluntariamente cegos, distorcendo a percepção até que ela silencie ou nos agrade, e esta aposta na melhora espontânea do desencanto parece ser uma das maldições mais longevas de nossa espécie.
Morremos por amor, sofremos por amor, nos calamos por amor, choramos por amor, enlouquecemos por amor e nos sentimos sós porque amamos.
A Paixão é um caldo fervente de interdependência emocional que despejamos sobre outra pessoa. Ingeri-lo implica em uma perda no mínimo parcial de si mesmo.
A paixão é uma Deontologia baseada na vítima, onde a vítima é o sujeito que diz estar amando: ele deseja para si todos os direitos, inclusive o de sequestrar e parasitar o outro como uma filial, transformando-o em uma franquia externa de suas angústias destinada a trabalhar incessantemente para quitar os débitos de sua própria miséria emocional.
Ao colocarmos o amor no centro de toda expressão emocional do imaginário popular, o transformamos em uma tela utópica onde estamos sempre projetando nossas querelas sentimentais e construindo dramas vívidos, sufocantes e muitas vezes inúteis que chamamos de “romance”.
