Verdade sobre as Religiões

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Parece que odeio a religião, mas, na verdade, apenas amo a lógica. Não é minha culpa se as religiões não a possuem.

O verdadeiro ateu estuda religião para destruí-la com argumentos, não apenas com ódio.

A religião pode se tornar um instrumento de morte quando perde o compromisso com a Verdade.

O conceito “religião“ ou “igreja“ vem perdendo seu verdadeiro significado e se transformado num comércio de almas.

Inserida por VictorHugoBitencourt

“Em verdade vos digo que aquele que dizer que tal religião é a única verdade e salvação mente, e há de cair por Terra esta blasfêmia proferida contra o Reino de Deus.”

Inserida por hagp

“Eu em verdade vos digo que o Evangelho não é religião, pois religião é regra e o Evangelho não é regra. O Evangelho é ensinamento divino de sabedoria e vida, enquanto religião é ritual, dogmatismo, simbolismo, tradição e sistemática.”

Inserida por hagp

"A verdadeira religião está no sentir as sensações sem precisar usar os sentidos"

Inserida por gemariasampaio

LIVRO DE JÓ

VERDADEIRA RELIGIÃO

Introdução

O tema central do livro de Jó não é o problema do mal, nem o sofrimento do justo e inocente, e muito menos o da "paciência de Jó". O autor desse drama apaixonante discute a questão mais profunda da religião: a natureza da relação entre o homem e Deus. O povo de Israel concebia a relação com Deus através do dogma da retribuição: Deus retribui o bem com o bem e o mal com o mal. Ao justo, Deus concede saúde, prosperidade e felicidade; ao injusto, ele castiga com desgraças e sofrimentos. Tal concepção arrisca produzir uma religião de comércio, onde o homem pensa poder assegurar a própria vida e até ditar normas para o próprio Deus. Contra isso, o autor mostra que a religião verdadeira é mistério de fé e graça: o homem se entrega livre e gratuitamente a Deus; e Deus, mistério insondável, volta-se para o homem gratuitamente, a fim de estabelecer com ele uma comunhão que o leva para a vida.

O livro provavelmente foi redigido, em sua maior parte, durante o exílio, no século VI a.C. Como Jó, o povo de Judá tinha perdido tudo: família, propriedades, instituições e a própria liberdade. Ora, tudo isso era garantido por uma concepção teológica vigente até esse tempo. E aqui entra a pergunta crucial feita por Satã: É possível ter uma relação gratuita com Deus, despojada de qualquer interesse? (cf. 1,9). Podemos dizer que todo o livro é uma busca para responder a essa questão. A resposta implica superar toda a teologia da retribuição, incapaz de responder à nova situação do povo, sem cair em absurdos. O povo estava vivendo uma nova experiência, e isso exigia uma nova forma de conceber Deus, o homem e as relações entre ambos.

Para conseguir sua intenção, o autor usa uma antiga lenda sobre a retribuição (1,1-2,13; 42,7-17), omitindo o final (42,7-17) e substituindo-o por uma série de debates que mostram o absurdo da teologia em voga, incapaz de atender à nova situação (3,1-42,6). Além de pretender condenar o homem para salvaguardar a justiça de Deus, essa teologia pode ser usada para condenar a Deus, a fim de salvaguardar a justiça do homem. Como sair desse impasse? A esta altura, percebemos que o livro de Jó é uma crítica de toda teologia que se pretenda definitiva e universal. Essa teologia pode se tornar um verdadeiro obstáculo para a própria experiência de Deus. E aqui o autor dá o seu recado: É preciso pensar a religião a partir da experiência de Deus e não de uma teoria a respeito dele.

Aspecto importante do livro é que Jó faz a sua experiência de Deus na pobreza e marginalização. Experiência que ultrapassa todas as explicações, tornando-se ponto de partida para uma nova história das relações entre os homens e deles com Deus. A confissão final de Jó - "Eu te conhecia só de ouvir. Agora, porém, meus olhos te vêem" (42,5) - é o ponto de chegada de todo o livro, transformando a vida do pobre em lugar da manifestação e experiência de Deus. A partir disso, podemos dizer que o livro de Jó é a proclamação de que somente o pobre é apto para fazer tal experiência e, por isso, é capaz de anunciar a presença e ação de Deus dentro da história.

O livro é um convite para nos libertar da prisão das idéias feitas e continuamente repetidas, a fim de entrar na trama da vida e da história, onde Deus se manifesta ao pobre e se dispõe a caminhar com ele para construir um mundo novo. Tal solidariedade de Deus se transforma em desafio: Estamos dispostos a abandonar nossas tradições teológicas para nos solidarizar com o pobre e fazer com ele a experiência de Deus?

Inserida por EmOutrasPalavras

A verdadeira religião está dentro do templo que devemos construir em nossos corações.

Inserida por uccolaboradores

O verdadeiro evangélico não é aquele que conquista pela religião, mas sim pela palavra de Deus.

Inserida por Adriano1deMorais

Política e religião são as verdadeiras "bombas atômicas" que podem aniquilar a humanidade.

Inserida por aguiralfre

A verdadeira filosofia é a verdadeira religião e a verdadeira religião é a verdadeira filosofia.

Inserida por DavidFrancisco

Jesus Cristo não é religião: é a Verdade.
O Cristianismo pode ser religião, mas Cristo não é religião. É a personificação, a materialização do Amor e da Verdade.

Inserida por RoseGleize

O propósito da Religião está para homens, já uma verdadeira vida ESPIRITUAL está para Deus.

Inserida por edmilsonoficial

Religião, criada para afastar o ser humano de seu verdadeiro propósito e criar armadilhas psíquicas capazes de destruir o livre arbítrio, criando assim pessoas com medo do desconhecido, medo de viver e de morrer!

Inserida por Luckow

Que Deus fale mais alto que a religião. Que a verdade prevaleça sobre a mentira.

Inserida por Luckow

Deus enviou Jesus Cristo para pregar a verdade, o homem deu um jeito de inventar a religião para pregar a mentira e confundir tudo para não deixar a verdade aparecer.

Inserida por janicelio

A verdade não tem religião, nem a honestidade é uma virtude política.

Inserida por MichellSantana

A coisa Boa da Religião é que, JESUS CRISTO é a Verdade, quer você acredite, quer não!

Inserida por AnneApulto

Já foi dito que nenhuma religião é maior que a verdade, pois bem, eu completo afirmando que a verdade com "V" maiúsculo, somos nós em nossa essência, aquela parte intangível e mais real que tudo.

Inserida por pamasa