Verdade
No Monte
Se há uma verdade a considerar, é esta do "Monte Hermom". Este Monte foi o lugar onde os anjos caídos "200 anjos " fizeram um pacto de morte, de pecado. O pacto foi que tomariam as filhas dos homens para pecarem, dando morte aos homens.
Mas milhares de anos após a morte no Dilúvio, de uma grande parte da humanidade, por causa do pecado. No ministério de Jesus Cristo, há agora um tempo de vida no Monte de Hermom. Jesus subiu a este Monte, tomando, consigo a Pedro, João e Tiago. Ora isto não é religião dos homens, nem mais uma religião do mundo. Isto é antes um momento de vida, um momento de luz, um momento de verdade para a nação de Israel. Israel esperava Um Messias que viesse para lutar e jamais para morrer. Moisés veio e libertou o povo de Israel, mas não lhe deu a verdadeira vida espiritual. Moisés morreu, ele próprio. Mas Jesus morreu e ressuscitou, ele próprio. Elias não morreu, mas entrou em depressão, pedindo a morte, para si a Deus. Mas aqui aparece Jesus, como aquele que vai morrer, mas vai ressuscitar.
É precisamente desse momento, desse acto de Jesus Cristo que é muito falado com Moisés, Elias e Jesus Cristo. O mundo hoje também como o próprio Israel querem e esperam um Messias que não morra! Mas eis o que é falado no Monte. É sobre a morte e a ressurreição, de Jesus Cristo e de todo o povo do Senhor! É falado que a lei não pode salvar ninguém; que maior é Jesus Cristo do que Moisés; e do que o próprio Elias! A lei que foi dada por Moisés, ela era incompleta. Faltava a verdade que era o princípio e o fim. No Monte ouve- se a voz do pai, que dá testemunho do filho. O povo do Senhor tem que ter consciência que para termos vida eterna, é necessário morrer e ressuscitar.
E aqui está o autor e consumador da nossa salvação a falar desta grande verdade, que ninguém no mundo, estava com capacidade de entender. Amém!
SOBRE MIGALHAS
Quantas vezes estendemos a mão e o que nos sobram são migalhas.
A verdade é que na era do egocentrismo as relações ficam pra segundo plano.
Não é de todo errado nos priorizarmos mas, o fato é que aquelas sementinhas que deveriam ser plantadas não estão gerando frutos.
É a velha história do primeiro eu, segundo eu, terceiro eu...
Não há mal em ser o protagonista, mas a pauta aqui é sobre reciprocidade.
A vida nos pede essa troca, é quase que nosso oxigênio das relações.
Sejamos por inteiro por onde andarmos.
São as doses diárias de felicidade que
Proporcionam a paz de verdade
Que saibamos reconhecer e apreciar cada segundo
A mentira se move com rapidez, mas, de tão afoita, cambaleia e cai; a verdade caminha a passos lentos, sábios e certos.
Mesmo quando a verdade parece prejudicá-lo, não renuncie à honestidade. O que os enganadores lucram nunca iguala a dignidade dos íntegros.
Poucos buscam verdadeiramente a verdade; dizem-se assim, mas, ao menor incômodo, aceitam a mera verdade conveniente.
Vivemos em uma era de fachadas, onde a conveniência vale mais do que a verdade. O que antes era motivo de vergonha — ser alguém de duas caras ou não ter palavra — agora é encarado como "estratégia" ou "jeito de viver". O silêncio honesto foi substituído por frases prontas e sorrisos ensaiados, criando um vazio onde a confiança raramente consegue criar raízes.
No fim, quem mantém a essência e a integridade acaba sendo visto como o "estranho", num mundo onde ser falso virou o padrão de sobrevivência. Mas a verdade é que, por mais que a falsidade esteja na moda, nada substitui o valor de poder olhar no espelho e reconhecer a própria verdade.
