Verão
Uma andorinha só não faz verão. Não acredito que mentalides fechadas, cegas e ainda religiosas, e que estão irracionalmente evocando significados em mitos, lendas e em superstições, essas possam com as de mentes racionais e evoluídas, terem a mesma visão ou linha de pensamento.
Sou contra a influência da religião com o estado, que deveria ter só legisladores e pensadores somente IRRELIGIOSOS, mas a misturas dessas mentalides que são distintas realmente, acabam batendo cabeça e atrasando pautas importante para o avançado e crescimento de todos. A religião na política ela é uma âncora e peso morto, assim como um carro é andando com o freio de mão puxado ou acionado.
Vem cá ser meu problema, verão no meu poema. Me quero só pra ti.
Ela chegou na minha vida como uma brisa suave em uma tarde de verão, sem alarde, sem pompas, apenas com a simplicidade encantadora de quem sabe ser autêntica. Seu sorriso era como o sol que rompe as nuvens após uma tempestade, iluminando os cantos mais escuros do meu ser.
No início, mal percebi sua presença, mas aos poucos, seus gestos gentis e sua alma generosa foram se infiltrando em cada pedaço do meu coração. Ela não precisava de grandes gestos ou palavras pomposas para deixar sua marca em mim; bastava ser quem era, e isso era o suficiente para transformar minha vida por completo.
Sua presença trouxe consigo uma nova perspectiva, um novo sentido para cada momento. A simplicidade dos nossos encontros, Encontros esses feito por vídeo chamada, os pequenos gestos de carinho, tudo isso se tornou a essência da minha existência. Ela me ensinou que a verdadeira felicidade reside nas coisas mais simples da vida, nos momentos compartilhados com amor e genuinidade.
E assim, sem que eu percebesse, ela se tornou a protagonista da minha história, a luz que guia meus passos, a inspiração que impulsiona meus sonhos. Sua chegada transformou minha vida de uma forma que jamais imaginei possível, mostrando-me que, às vezes, são as coisas mais simples e autênticas que têm o poder de mudar tudo.
A natureza se mostra tão meiga quanto cruel. Entre brisas de outono e enchentes de verão, ela oscila na celebração de cíclicas antítesis.
DEUS É BOM O TEMPO TODO
Nos dias de verão ensolarados me abre
no coração o cadeado, mas percebo que ainda o mantenho escravizado ao orgulho que me coça o pensamento. Dedilhando uma harpa em torno do próprio umbigo, não estudo, dou poucos passos, fujo das informações que me possam retirar das redes confortáveis.
E quando finda o verão, o sol cordato, ameno me espeta afetuoso a investir no aprendizado, me enforca, me enovela e me sinto preparado.....
As pessoas o verão como um quebra-cabeça a ser resolvido se você mostrar consistentemente que rejeita escolhas normalmente feitas pela maioria e persegue seus próprios interesses. Elas tentarão entender o que você está buscando, e quanto menos você se expuser e for mais discreto em seus ideais, menos obstáculos aparecerão em seu caminho.
Os que me subestimaram verão a minha ascensão como um eclipse solar, ofuscando toda a escuridão com o brilho da minha conquista.
Sol do Verão
Não o amei durante minha juventude, pois não permitia que me aquecesse como o amor fez.
Optei pelo isomento, no alto de frias colinas.
Onde permaneceria então intocável pelo seu calor, e longe de qualquer desconforto aos meus olhos.
Erro meu não deixar aberta as portas e janelas, para que seu feixe de luz iluminase meu lar.
Agora..
Tarde a amei, e cego fiquei ao amá-la..
Meus olhos já não enxergam nada além de luz, porém não sinto o desconforto.
E Além de ti, não vejo nada..,
E o verão chegou ao fim, e estávamos assim, vendo o Sol se pôr, a noite, estrelas a brilhar. É como um sonho bom que eu não quero acordar.
Não terá para mim nenhum valor a paixão sem o ardor ,as melhores dias de verão sem o seu calor, os melhores momentos sem o humor e minha poesia sem o amor.
Eu vi
Eu vi o que eles ainda verão,
Eu vira o que ninguém tinha visto,
Eu tenho visto o que alguém verá,
Eu verei o que vocês já viram.
Que vocês vejam o que teriam visto,
Quando virem o que precisavam ver,
Que vejamos então o que temos visto,
Para quando virmos continuemos a ver.
Que vós vejais o que teríamos visto,
Quando virdes o que precisávamos ver,
Que vejais o que ainda não vimos,
Para quando virdes voltemos a ver.
Se o verão não cantar em você, nada vai cantar em você. E, se nada cantar em você, não pode fazer música.
"Sem você o verão perde a graça,sem você o inverno perde o frio,sem você as nuvens não giram,sem você as estrelas perdem o seu brilho,sem você não há sentido na vida ,sem você não há beleza só tristeza"
Chuva de verão
Era verão quando te conheci, dias quentes, noites quentes.
Você apareceu como chuva no fim da tarde, tão leve e tão intensa, capaz de lavar até a alma.
Eu pude sentir cada gota dessa chuva, através de suas palavras, o seu olhar era tão luminoso, brilhante como os raios e relâmpagos, o seu silêncio ensurdecedor como o mais alto trovão.
Diante disso, meu "jardim" se alegrou, se refrescou, se apaixonou e te desejou.
Porém, é verão, e você é chuva passageira, hoje está regando a outro jardim.
Do tempo em que por aqui passou, resta saudades.
E jamais te esquecerei, por isso eu te peço por favor, que não se esqueça de mim.
ANTIGO VERÃO
E penetrar o mar. E captuar o céu.
Deitar-se ao calor, brincar com a luz. Vestir-se com a areia.
Molhar-se de suor, ter gosto de sal
Respingar água no mundo, cobri-lo de orvalho... para enxuga-lo ao sol...
Sentir quente a rua.
Vontade de caminhar, parar, não pensar.
Desfocar nas lembranças, os rostos de cada incontro, Sufocar nelas as vozes, confundindo os momentos. Ter vontade de viver até o que já morre. Predispor-se e depois ceder ao amor...
MÃOS DE VERÃO
Incontrar-se com os lhos, o espaço de um tremor.
Comunicar-se com a mente, enquanto pensa no amor.
Brincar com o olhar, por trás do último véu.
Deixar-se transportar, enquanto se apaga o céu.
Confundir o sabor do sal com o suor. Depois apertar os lábios e escutar o mar.
Um piscar de olhos, desejo, prazer. Palavras sufocadas...
Mãos violentas e doces... Em uma praia, um verão...
Paz é sentar na beira de um lago no verão. Paz é uma Coca-Cola gelada num dia quente. Paz é estar com você.
No verão semea-se
No inverno a terra germina
A primavera traz colheita
No outono tudo se renova
A planta do justo - É um caminho de nobreza, em toda estação sua colheita é brilhante como a luz da aurora, brilha dia após dia no céu, para sua vida
e abundância.
No outono te quero amor
No verão quero queimadinha
Na primavera te quero uma flor
No outono te quero só minha
