Ver
É instrutivo ver os vários retratos que fazem de nós pela vida fora. Com traços lisonjeiros ou desagradáveis, entram-nos sempre pelos olhos dentro como estranhos, a perturbar uma paz que tinha um rosto habitual, familiar, a que estávamos acostumados. À imagem tranquila, sobrepõem-se outras inquietantes que não servem no cartão de identidade, e, contudo, nos identificam publicamente mais até do que a que nele figura. É que não se trata de neutras fotografias. São perfis apaixonados, justos ou injustos, com as virtudes e os defeitos cruamente patenteados. Quem um dia nos lembrar, é por eles que nos lembra. Somos o que nós sabemos, e parecemos o que os outros dizem de nós.
O fato de você não ver Jesus no meio da tempestade não significa que Ele não está enxergando você dentro do barco.
Quando a gente não tem nada pra fazer, a gente abre a geladeira pra ver se a vida está mais interessante lá dentro.
E desta vez, por mais que eu quisesse ver você, por mais que eu te ame, parte de mim está aterrorizada que eu venha a me despedaçar de novo quando nosso tempo juntos acabar. Estou sendo puxada em duas direções, e minha reação foi fazer qualquer coisa ao meu alcance para evitar o que passei ano passado.
“Se nós pudéssemos nos ver como os outros nos vêem, compreenderíamos até que ponto as aparências são enganosas. “
Não tive tempo.
Pois é!!
Eu não tive tempo de levantar
em tempo para ver o sol nascer,quando mais precisava.
Não tive tempo de recolher os lixos que sujavam minha alma,
Não tive tempo de abraçar forte a pessoa que eu mais amava,
Não tive tempo de enviar aquela carta com palavras vindo da alma,
Não....não tive mesmo tempo de passar um email, para dizer e postar os versos , mais lindo que eu mesmo admirei-os.
Não tive tempo, de amanhecer a seu lado e dizer tantas palavras vindo do coração...
Não tive tempo de desligar o relógio, e ver que o dia já amanheceu, e eu não estava aqui para te acordar.....
Abra os olhos...veja como é lindo o pôr do sol....é mais um lindo dia que está chegando....
Obrigada meu Deus por ter o privilégio de admirá-lo.....pois ainda me sobrou tempo para ver sua beleza.....me sobrou um tempo ainda, para que eu consiga realizar o que estava sem tempo.
É interessante e porque não dizer intrigante, ver o passado.
Me refiro a tudo que passamos, conhecendo pessoas maravilhosas entre ""
E hoje percebemos que não eram tão maravilhosas assim, percebemos que a maturidade nos faz enxergar melhor certas coisas e pessoas; entendo quando na Bíblia diz que o coração do homem é enganoso.
Mas entendo que aquilo que não nos destrói por completo, nos faz ficar mais fortes.
A vitória da vida não está em possuir bens, pessoas ou coisas. Mas sim em
reconhecer seus defeitos como ser limitado que somos e lutar para sermos melhores a cada dia.
Não se contaminar com as mazelas deste mundo, mas fazer a diferença para ser lembrado não pelo que você tem "mas sim pelo que você é", quem você é ecoa pela eternidade.!
50% do que se fala brincando é verdade. Porque falar brincando é uma maneira gentil de dizer a verdade sem ofender a outra pessoa.
Cara, eu só queria te ver mostrando que precisa de mim, vez que outra. Que me amasse com ênfase nas vezes que não mereci ser amada. Porque, entre me sentir inútil só pra você e me sentir inútil pro resto do mundo, optei pela diversidade. Ok, não vou mentir, tenho sentimentos de estimação por você. Mas estou deixando de alimentá-los. Um dia eles morrem.
Ver você partir , sair de onde minha mãos pudesse alcançar foi triste o suficiente pra eu desejar com toda a minha força que vivêssemos eternamente juntos.
Eu preciso esquecê-la!
Pra sempre é pouco tempo!
Não quero mais ver, nem sentir, nem chorar, esperar...
Eu preciso esquecê-la, para que meu coração parar de mandar oxigênio para um amor sem história. Sem pé nem cabeça!
Mas isso já basta para um roteiro de um filme sem nexo, sem fim onde não quero ser apenas um coadjuvante ou o herói que morre no final.
Quero viver no final!
Mas eu preciso esquecê-la!
Ainda que tenha sido especial!
Como eu poderia conseguir esquecê-la?
Para que mandar-me ao paraíso e me trazer de volta a realidade, sem que eu possa ao menos fechar os olhos, e sentir a brisa me carregando até lá?
Para que levar-me até as estrelas e apagar as suas luzes?
Tantas viagens que acabam sem chegar ao destino.
Isso é realmente o destino?
É nunca chegar?
Odeio o jeito q o destino brinca, como uma criança inocente!
Odeio os caminhos que ele me leva!
Odeio o som do silencio da ida!
Odeia a notícia da chegada!
Odeio a razão da partida!
Odeio seguir te seguindo!
Odeio seguir te amando!
Estou na terra onde os bons se tornam maus por um simples suspiro.
Corriqueiro.
Ó dor.
Psicossomática.
Tudo bem, destino!
Me guie por esse caminho sem trilha!
Numa das viagens, talvez você me ensine a espalhar migalhas!
Ensina-me a espalhar as migalhas!
Ensina-me que esse poderia ser o caminho de volta!
À volta pro novo começo...
Existe volta pro começo?
Tudo bem, Destino!
Você pode depenar as minhas asas, mas nunca me impedirá que elas cresçam novamente!
Eu acho engraçado ver tanta gente jovem pelo mundo pensando em morte, morte, morte, vermes podres. Parece que quando se é jovem os vermes têm muita importância nas discussões sobre a morte, não é? Tem até música sobre isso.
Nos acostumamos tanto com o escuro, que não conseguimos ver a luz.
Liberte-se de tudo o que não te faz bem. Muitas vezes a “luz” está bem na sua frente, mas a escuridão te impede de enxerga-la.
TODO AZUL DO MAR
Foi assim
Como ver o mar
A primeira vez
Que meus olhos
Se viram no seu olhar...
Não tive a intenção
De me apaixonar
Mera distração e já era
Momento de se gostar...
Quando eu dei por mim
Nem tentei fugir
Do visgo que me prendeu
Dentro do seu olhar...
Quando eu mergulhei
No azul do mar
Sabia que era amor
E vinha prá ficar...
Daria prá pintar
Todo azul do céu
Dava prá encher o universo
Da vida que eu quis prá mim...
Tudo que eu fiz
Foi me confessar
Escravo do seu amor
Livre prá amar...
Quando eu mergulhei
Fundo nesse olhar
Fui dono do mar azul
De todo azul do mar...
Foi assim
Como ver o mar
Foi a primeira vez
Que eu vi o mar
Todo azul
Todo azul do mar...
Daria prá beber
Todo azul do mar
Foi quando mergulhei
No azul do mar...
Hoje, como todos os dias,sentei na frente do pc,para ver se você aparecia.
Queria que tivesse ali...
Para me ouvir,para me dizer palavras bonitas.
Para acalmar meu coração...
Que de tanta dor sangra, sangra a falta de alguém como você.
Dói a alma saber que nunca vou te ter...
Nunca Será meu de verdade,nem de longe,quanto mais aqui perto.
Somos de mundos diferentes...
Sei que tenho tanto a dar, e quero tanto receber.
Sei que a pessoa que espero é você.
Sei que estou encantada...apaixonada...
Tantas vezes nós tecemos juntos.
Tantas vezes me fez rir...
Tantas vezes rimos juntos.
Mas sei que ter você é um sonho...
Um sonho bom,um sonho que não quero acordar.
Hoje você apareceu...
E com tanto carinho me disse coisas lindas.
Coisas que me fizeram escrever...
Escrever o que sinto pôr você.
Sinto carinho,sinto paixão, sinto amor...
Queria seu colinho,seu afago, seu afeto, seu amor, queria você.
Como queria que tudo fosse diferente...
Que você fosse como eu, que eu fosse como você, que fossemos um.
Há meu amor, como é bom ter você...
Mesmo assim a tece.
Como é bom ler suas palavras doces,como é bom sentir seu carinho...
Como é bom saber de você, como desejo você...
Queria que estivesse aqui para em seus braços me enrolar, e nunca mais te deixar.
Não sou nenhuma poetiza, se fosse faria um lindo poema a você.
Como sou apenas uma apaixonada,deixo só o que sinto pôr você.
Amor...amor...amor...
Houve um tempo em que eu não podia nem te ver. Agora posso estar em frente a você que meu coração não sente mais nada...
Pior que se iludir é se desiludir e ver que tudo que você acreditava ser real não passou de mentiras.
Porque quando vem de dentro a gente faz o possível para ver o outro feliz. Quando é de verdade a gente dá satisfação e a satisfação nem parece satisfação, pois não soa como tal. Soa leveza. Cheira a leveza. Tem sabor de leveza. Quando é real é leve. E o principal: não dói.
Soneto XXII
Quantas vezes, amor, te amei sem ver-te e talvez
sem lembrança,
sem reconhecer teu olhar, sem fitar-te, centaura,
em regiões contrárias, num meio-dia queimante:
era só o aroma dos cereais que amo.
Talvez te vi, te supus ao passar levantando uma taça
em Angola, à luz da lua de junho,
ou eras tu a cintura daquela guitarra
que toquei nas trevas e ressoou como o mar desmedido.
Te amei sem que eu o soubesse, e busquei tua memória.
Nas casas vazias entrei com lanterna a roubar teu retrato.
Mas eu já não sabia como eras. De repente
enquanto ias comigo te toquei e se deteve minha vida:
diante de meus olhos estavas, regendo-me, e reinas.
Como fogueira nos bosques o fogo é teu reino.
