Vento

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Tempo

Os dias passam como o vento
O ontem é apenas uma lembrança
Lembranças boas
Lembranças ruins
Lembranças que devem ser esquecida
Talvez a própria vida nós faça esquecer
Quando se perdi as memórias
O que resta é apenas um vazio
Um olhar perdido
Um olhar sem vida
Mas triste é sentir tudo isso
O tempo passa
O vazio também
E esse se preenche de novas esperanças
Nova vida
Novo amor
O tempo passa como o vento
Quero apenas ser levado por ele
Senti a brisa
E flutuar com ela
Senti apenas que estou viva
E viver intensamente.

Inserida por erikinhamariah

Todas as palavras que eu te disse foram esquecidas e levadas pelo vento. Eu acreditei em você. Até achei que tudo estava perfeito demais pra ser verdade. Eu choro, eu sangro. Meu coração esta inteiro, mas separado por particular pequenas, não despedaçado mas sim quebrado. Eu não choro, eu amo e sangro. Meu destino é um caminho que se forma com o pó de seus erros. Eu não choro, eu sangro. E minha vida está incompleta, eu desejo saber como deixar de amar. Meus segredos estão ao vento, nada pode fazer o sangue parar de jorrar. Eu sangro, sangro, sangro e aos poucos meu coração morre perdendo o sentido de minha existência.

Inserida por leticianogara

OPOSTO DE UMA VIDA

O vento interroga meus sentimentos com constrangimentos.
Os inocentes de mais se tornam tolos de mais, e quem é tolo de mais se envergonha e deixa o futuro no inconsciente e desordena o tempo pra trás.
Os gênios são tolos mais não tem medo, os gênios não são lembrados, nem esquecidos, os gênios sempre morrem cedo.
As pessoas fúteis não são úteis nesse mundo útil onde você é usado por um minuto, e por uma eternidade se torna inútil.
As palavras calariam o mundo, se não fosse o medo de dizer o que as palavras deveriam significar, e vejo que com palavras, movo os povos de lugar.
A arrogância mede a altura simétrica com o medo, os velhos se esquecem de ser cruéis, e os mais novos aprendem a ser cruéis mais cedo.
Nas medidas que as alturas de um metro e poucos sentimentos me impôs, faço versos, escrevo pra mim, mais não deixo nada pra depois, afinal quem se dispôs, não compôs, o verso que disponibilizei pros meus iguais, ou pros diferentes de etnia e cor com pouco verso, mais com muito amor.
O sono uma vez quase me mata, mais a preguiça de viver me renasce a todo momento, levo a sério o que ouço pela vida pelos efeitos sonoros de um coração afogado de sentimento.
O primeiro beijo não marca as nossas vidas, pois são trocas de salivas, o que marca de verdade, é sentir o calor humano de quem te ama entre a sua imagem e outra alma por outras almas vivas.
Nunca liguei pro exterior das pessoas, mais exteriores se multiplicam as centenas, mais corro na vida em uma cena, a primeira vez que julguei uma pessoa pela aparência, vi que ela era linda, mais percebi que o tempo me disse que essa mesma pessoa não valia a pena.
Sou morto antes mesmo de viver, consegui ser inteligente antes mesmo de aprender, e novamente, morri, antes mesmo de nascer.

Inserida por walacemiguel

os ventos que me levou até você...
está trazendo você até a mim ...
por quê eu sou o vento que te ama ..
e você é o vento que me chama...

Inserida por fpmkta4

TRISTE 19/06/2018

Ondas de vento
me embalam o pensamento,
a cabeça fervendo em dor
de joelho clamo, clamo, por favor.

Triste, triste, bem triste
estou sofrendo fora do tempo,
lamentando, na estrada ora escolhida
indo bem longe da terra, do lar, e da vida.

hooo! tédio, dor, ódio, rancor
coração enorme neste peito atarracado,
de quem já foi e permanece parado
nesta lar de nunca, que ganhou em suor.

Triste, seguindo a mesma linha
rumo a arena do destino medonho,
levando cravada a tatuada pátria minha
a uma vida incerta que me venho em sonho.


Autor: Ezequiel Barros
Estilo; Indo, cindo e vivendo.

Inserida por EzequielBarros

QUANDO O VENTO MATAVA A FOME A ALGUNS POETAS

Agreste vento do meu viver
Arrasta-me nas tuas asas contigo,
Seja por amor ou maior castigo,
Sou aquela besta de um ser
Que nunca quiseste ser comigo.

Credor sou da má sorte de bicho
Devedor és tu de falsas esperanças
Mortas à nascença como crianças
Abandonados fetos em sacos de lixo.⁠

(Carlos De Castro, in Rio da Cerezelha, 28-06-2022)

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

⁠SE EU MANDASSE

Oh, se eu mandasse nos tempos
E nas vidas das mentes
Decretava aos quatro ventos
Mesmo que cinzentos
E sem mais lamentos:
Quem for de mente que não mente
Nem demente
Nunca deve morrer depois dos poetas!
Deve partir ao mesmo tempo de todos,
Porque os poetas
Mesmo que anacoretas,
Nasceram para escrever a rodos
Imagens de pinturas primárias
Que animam o mortal
A viver uns tempos mais
Na vida dos arraiais
Porque afinal,
É no sonho de outras vidas planetárias
Que os viventes cantam outras árias
Cantigas, a uma só voz
Por mim, por ti e por nós.

(Carlos De Castro, in Morra A Censura, em 19-07-2022)

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

⁠TRISTEZA INFINITA

Que triste este sol
Hoje, neste outono.
Vede como chora
Agora,
O vento cerol
Colado a mim como dono.

Que triste é ser tão tristonho,
Como árvore que dá flor
Sem amor,
No outono,
Fadada a não medrar.

Que angústia vai neste olhar
Nesta sempre tristeza minha,
Infinita,
Que mesmo amordaçada grita
Pela liberdade de amar.

(Carlos De Castro, in Há Um Livro Por Escrever, em 28-10-2022)

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

(DE) PRESSÃO

⁠Eu sei que:
Quando já não ouves
A voz do vento,
O chilrear das aves do céu,
O amor a cair levemente
Da razão do teu lamento
Como se fosse um véu
De noiva de neblina
Por estrear,
Ou cavalo à solta sem crina,
Dois bailarinos sem dançar...
Eu sei que:
Quando não desvendas
O mistério do teu eu,
Como nuvem presa no céu,
Prenhe sem chuva de rendas...
Eu sei que:
Quando choras, por chorar,
Sem ritmo, ou emoção natura,
Os teus olhos só podem mostrar
No mapa do teu rosto à procura
De lágrimas secas por achar...
Eu sei que:
Sofredor amigo, quase meu irmão;
Eu sei que estamos os dois
No agora e num depois
Vivendo,
Sofrendo
E chorando,
Esta imensa (de) pressão.

(Carlos De Castro, in Há Um Livro Por Escrever, em 25-11-2022)

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

A BORBOLETA

Era branca,
Com uma mescla de cinzento
E voava
Voluptuava,
Como um balão ao vento.

Poisou ela
Numa flor amarela
E ali se demorou
E extasiou,
A beijá-la.

A flor, então corou
Parecia-me até que tombou,
Mas não.

Era a flor então
Que beijou também
A branca borboleta
Com uma mescla de cinzento,
Mas, eis que surge um senão:
Soprou forte o vento,
Eu estava a ver, porém
A borboleta voou
E poisou
Numa flor branca
E não gostou.
E voou, voou...

Eu também poiso só
Em flores que gosto,
Para não sofrer o desgosto
De meter dó.

(Carlos De Castro, in Há Um Livro Por Escrever, em 28-02-2023)

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

⁠Tenho no vento um amigo confidente fiel de raiz.
É ele que me diz às vezes que faço bem em esquecer os males do mundo, para não correr o risco de me olvidar de mim e renegar que existo.

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

NOVOS TEMPOS VIRÃO

⁠Há tempos atrás dos tempos,
O vento sussurrou-me ao ouvido:

" O sol vai deixar de brilhar!
A lua, viúva, de negro vai ficar!
A chuva, disse-me, vai mirrar!
Eu, por mim, estou a esvaziar!
O céu, vai cair a arder,
No leito seco do mar!
As montanhas irão desmoronar!
Os prados verdes vão crestar!
As árvores, de podres, irão chorar!
Ouvir-se-ão estrondos de terrificar!
Ficarão inertes as aves e os peixes
Sem ar, sem água, a agonizar! "

Carrancudo, perguntei ao vento:
" Ouve lá, ó vento, então eu quero saber:
Porque razão me estás a meter
Tanto medo de arrepelação !?...
Assim sendo, diz-me para onde vou,
Ou então!?...

Aí, o vento mudou de ouvido e segredou-me:

Alguns como tu, ficarão
Na nova terra que há de brotar
Das cinzas da ressurreição,
Onde não haverá castigo nem metas,
Apenas um tempo novo
Onde habitará um nóvel povo,
No promissor mundo dos poetas! "

(Carlos de Castro, In Há Um Livro Por Escrever em 08-05-2023)

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

⁠O VENTO A ÁRVORE E A CASA

Tarde de sábado.
A depressão do tempo castigava.

Agora, chamam depressão
Ao tempo mau que faz.
Porque não!?...
Mas o vento é sempre rapaz
E as árvores também femininas
Quanto velhas mais meninas.

Com a diferença que o vento
Tem agora mais lamento
E as árvores amém,
Nestas tardes sem ninguém.

O vento soprava,
A árvore balançava
Sobre a humilde casa.
Era aí que ele habitava,
Um homem pobre,
De rosto nobre.

Invocou os deuses dos ventos
E dos contratempos
A ver se a borrasca amainava.

Qual quê!?...
O vento insistiu,
A árvore caiu
E a casa humilde ruiu.

E ele deixou de acreditar
Nos deuses dos ventos
E contratempos.

Abriu os braços e pôs-se a voar.

(Carlos De Castro, in Há Um Livro Por Escrever, em 29-10-2023)

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

Com Scarlett O'Hara,
no filme O Vento Levou,
aprendi que é possível quebrar padrões.
Os tropeços são paraobjetivar e não desistir!

Se a vida exige que caminhe pelo inferno,
ande como se fosse a dona do lugar!

Inserida por rosa_brasil

Eu te cuido para que criem raízes em mim, e se acaso ventar, você não vá embora junto com o vento.

Inserida por abraatiko

O mundo é um moinho, ser vento ou grão é escolha nossa.

Inserida por abraatiko

Às vezes nos falta atenção para poder ver as flores dançarem com o vento.

Inserida por abraatiko

E num universo paralelo, eu sou a pessoa que despenteia o vento quando passa.

Inserida por abraatiko

Só quem tem muita atenção pode ver as flores dançarem o vento.

Inserida por abraatiko

Tolo é quem perde o telhado pra tempestade e culpa o vento.

Inserida por abraatiko