Vende se uma Chacara

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O investidor inteligente é um realista que vende para os otimistas e compra dos pessimistas

"O que é um homem, se o seu bem mais caro, aquilo para cuja compra vende o tempo, é dormir e comer?"

(Hamlet, ato 4º, cena 1)

O que os olhos não vêem, não vende.

QUEM COMPRA VOTO VENDE O POVO, QUEM VENDE O VOTO COMPRA O ABANDONO SEU VOTO NÃO TEM PREÇO PENSE NISSO"

Epitáfio

Pais se eu morrer , se um repentino mal acontecer vende os meus bens, escreve a minha historia, revela minhas fotos e lê minhas canções.
Joga fora minhas brigas, da risada das minhas piadas ,entrega meus sorrisos.
Leiam os meus diários, descobre a minha essência, perdoa os meus vacilos , abandona meus pensamentos e sente saudade.
Livrem-se daquela blusa nova que comprei, com poucas manchas de perfume doce e batom cor-de-rosa.
Vende também os meus óculos antigos que me davam ares...não precisarei mais de lentes ou proteção.
Entra no meu quarto, senta na minha cama, abre a janela e veja como ali não havia nada.Só um refugio que me aguardava toda noite.
...
sente como era bom aqui!
Fala pra eles... ah,eles...quanto carinho, quanto amor, quanta coisa sobrou dentro desse coração. Revira os meus pulsos, os meus olhos secos, sente as minhas poesias.
Foi o bastante.
Depois de recordar, se livra de tudo o que era meu. Não quero lembranças em mãos.
O lugar mais secreto e sensato para mantê-las é o coração.

CHORO A VENDA

Vende o choro da esperança
lagrimas expelida a banho
vende o avanço da medicina
em gotas soltas de sonho.

Compra um canto de um canto
de um amor belo encantado
compra felicidade com encanto
e paz reinando a todo lado.

Compra as flores do arrebol
com lenço branco exposto ao sol
dadiva de luz, sem nostalgia.

Compra a energia do universo
junto à poesia rimas e versos
e felicidade expressando alegria.

Antonio Montes

"Ó, verdureiro, o que é que você vende?"

(*) Diz-se em resposta a perguntas idiotas ou a truísmos.

Falar pra agradar vende mais, mas quem agrada demais não agrada a si

Confiança não se perde se ganha;
Confiança não se aceita, se concretiza;
Confiança não se vende, se conquista.

Na publicidade, o mais importante não é o que você vende, mas como você vende.

Para fazer dinheiro honestamente, há apenas dois meios: ou você presta serviços ou você vende algo. Você é bom em que? Faça planos!

Quando você vende seu tempo, vende também sua liberdade.

“Quem vende o caráter, não tem troco que pague a dignidade.”

⁠A alma do livro é o texto. A capa é apenas o seu corpo. Mas lembre-se: embalagem vende.

Quem vende sua fé por aplausos, acorda aplaudido pelo inferno.

"Um povo que vende seu voto, não faz de nenhum
político seu credor."

☆Haredita Angel

Boa noite. Isso é um relato de um acontecimento muito estranho ocorrido na minha chácara em Cotia. Chegando á casa com minha esposa encontrei no gramado o que parecia ser um recado escrito deixado por alguém em um papel dobrado. A casa estava vazia e o recado teria sido entregue no curto período de uma hora que estivemos fora. O estranho no ocorrido só foi notado quando o papel foi desdobrado e notei que o mesmo foi rasgado na metade ainda dobrado, a outra parte não foi encontrada. A coisa ficou mais estranha quando tentei ler. Eram três partes de duas cartas e junto um pequeno impresso de um Buffet de casamento, onde os noivos agradeciam a presença e ofereciam a residência, com a data de 01/03/1980. Para piorar as partes encontradas eram as do meio de uma carta escrita por eu mesmo, e outra escrita por minha mãe já falecida por cinco anos. Como se não bastasse isso, estas cartas teriam sido enviadas para minha irmã que morava no Japão em 1980. Minha irmã alega nunca ter recebido ou lido estas cartas antes, mas lendo o conteúdo e examinando as caligrafias não deixam duvidas que sejam autenticas. As únicas pessoas que poderiam ter acesso ás cartas ou as informações contidas nas mesmas alem de mim, ou estão mortas ou estão a mais de 400 km do local, tornando impossível que elas as tivessem colocado no gramado para que eu as encontrasse. Nem eu mesmo, em um surto mental, poderia telo feito, pois estava fora com minha esposa enquanto o recado era entregue. Pela portaria do condomínio de chácaras que moro não entrou ninguém de fora no período que estive na rua. Porque cartas escritas a mais de 30 anos, e que deveriam estar com minha irmã, que hoje mora em Catanduva, estão no meu gramado, e ainda dobradas em quatro e rasgadas ao meio ainda dobradas? Nem eu nem minha irmã guardamos papeis ou cartas antigas. De onde isso surgiu? Porque na minha casa? As minhas tentativas naturais para explicar o ocorrido se esgotaram, só sobrou o sobrenatural. O problema é que eu não acredito no sobrenatural. Será que devo começar a acreditar? Alguém pode me dar uma luz? Estou no aguardo. Obrigado.

⁠Essa é a história de um homem que possuía uma pequena chácara à beira da estrada onde criava frangos.
Os frangos, assados pela sua mulher, tornaram-se famosos.
Ele viu que poderia transformar aquilo num bom negócio. Mandou reformar a fachada da casa, colocou algumas mesas ao ar livre, mandou fazer um grande painel na frente.
A frequência se tornou grande e seus lucros também, o negócio crescia cada vez mais.
Agora, em diversos pontos da estrada havia cartazes indicando: "Frangos assados, os mais deliciosos da região."
O negócio ia tão bem, que o homem pôde colocar seu filho nas melhores escolas e, mais tarde, mandou-o para a Universidade.
Quando o filho voltou, já formado, disse ao pai:
- "Papai, o país está atravessando uma série de crises, acho melhor começar a fazer economia se quer que o nosso negócio sobreviva."
Uma das primeiras providências foi suspender a confecção de novos cartazes e cortar a verba de conservação dos já colocados.
E o filho recomendou: "É melhor não acender mais o cartaz de neon, é preciso economizar luz."
Com essa medida, a frequência, como era natural, foi caindo; verificaram que muitas mesas ficavam vazias e decidiram retirá-las. Poucas semanas depois, quase não restavam mais mesas.
Os motoristas continuavam passando pela estrada, mas agora não sabiam que naquele lugar comia-se um ótimo frango assado.
Assim foi indo, até que nenhum negócio mais foi realizado.
Olhando para o que sobrava do que outrora foi um restaurante, vendo o neon apagado e corroído, os cartazes jogados à beira da estrada, o homem viu como seu filho era inteligente e como pôde, com tanta antecedência, prever o caso.
"É... meu filho tinha razão, a crise foi feia mesmo."
Enquanto isso, muitos outros negócios de frango assado, não tão bons quanto aquele, prosperavam porque seus donos não sabiam que "a crise vinha aí".
Autor desconhecido

São tantas dimensões é, tudo finaliza, no chácara do seu básico, complemento superficial, que ainda, não saiu do sacral, despertas mulher, tú, também é um ser, das altas esferas no espiritual.

Inserida por ClaudethCamoes

A chácara e a avó

Ontem, 09-08, dia dos pais, fui à chacará em Pirituba. Nem de longe se parece com aquela chácara daqueles bons tempos de infância. Tá certo, as coisas mudam, mudam muito mais do que poderia imaginar ou desejar. Tem os seus pontos positivos e negativos. Olho ao redor, não vejo mais o verde que alegrava meus finais de semanas, não vejo aqueles babuzais dos tempos de pipas, não vejo nas a jaboticabeira com sua generosidade trasmudada em frutos. Ah, sim, aquela jaboticabeira...que às vezes debaixo dela eu ficava para descansar, ou que por vezes subia para olhar de um lance só toda a chacara. Já não existe mais. Somente na alma, em um tempo onde a traça não pode corroer. Quando cheguei, me deparei com aquela portinha de madeira, que antes era azul e que hoje está pintada de bege. Lembro-me das vezes que chegava, que a minha avó Haydée me esperava, debruçada gritando de lá de cima da casa: "Cado, que saudade de você!" Mas vi que ela não estava lá. Por um momento, parei para esperar que viesse e me recordei que me esperavas na portinha de madeira, por aquele farto café da manhã, com sabor de família, simplicidade, como se estivesse no interior. E realmente estava. O almoço, a tarde conversando, passando a limpo a intimidade em família. Me lembrei que me esperavas no hospital, na UTI para que rezassemos o pai-nosso, a ave-maria, para que horas depois, se despedisse do tempo. E por isso que penso que não basta ser parente, é preciso ser amigo, intimidade que não me mede com palavras, mas com olhares que sabem fazer a leitura de uma alma. Invoco Mario Quintana: "De que me adianta os livros, se ainda não aprendi a ler as pessoas que estão ao meu lado?" A saudade é grande, mas a gratidão também é. A segurança de ter passado na vida das pessoas e ter vivido com intensidade cada momento com elas, é o segredo que preciso aprender cada vez mais. As pessoas também. Não adianta violentar o ser depois que a morte nos ceifa alguém especial e amado. É sintoma de que não houve um aproveitamento qualitativo. O amor no qual amamos as pessoas não nos autoriza transformá-las em propriedade particular. Pelo contrário, ensina-nos que o amor passa pelo crivo da liberdade, mas que deve ser vivo nos detalhes, intensamente, entretanto, as pessoas que amamos não nos pertencem. Indo mais longe, nem a nós mesmos nos pertencemos! Tive a experiência de amar minha avó que não mais encontra-se no tempo. Mas está no meu coração e nas recordações mais lindas que me fizeram ser homem e ser pessoa. O verde pode ser plantado novamente na chácara, mas a ausência dela povoa meu coração, mas não é mais forte do que a certeza de que ela vive no pensamento de Deus!

Inserida por ricardo.ferrara