Veio e Passou como um Cometa
Paixão, segundo os especialistas, dura até que certos hormônios param de agir. Como paixão é algo mais físico que transcendental, se isso não se transformar em amor, já era. Não somos muito diferentes em nada. O amor real transcende essa barreiras hormonais. As exigências do corpo não são maiores que a exigência do coração. Depende apenas dos envolvidos.
Quando você estiver a ponto de desistir, lembre-se: o Divino, como quer que O conceba, está apenas a uma oração de distância. Distância pequena ou grande, pois Ele habita seu interior, basta encontrar o caminho, o seu caminho.
Você não faz ensaios, você não se prepara como viver. Cada momento chega e traz a situação. E você está vivo para responder àquilo. Pelo menos teria que estar. Se você está morto por dentro não terá como responder. Somente os despertos de verdade tem essa capacidade. Você é capaz, todos podem ser capazes. Responder à vida é como responder ao Divino, como quer que O conceba. Responder à vida é como responder a si, pois o Divino também está dentro de você.
Dizem que algumas pessoas, como o vinho, melhoram com o passar do tempo. Duvido. Depende da qualidade das pessoas. Algumas simplesmente azedam e viram vinagre. Se não prestar pra nada, pelo menos servem pra temperar saladas. Sempre alguém serve pra alguma coisa, depende de quem os observa.
Como sempre digo, não estamos aqui para mudar o mundo, mas se ajudar "meia pessoa" a mudar seus conceitos com os nossos pensamentos, sem forçar nada, já será uma vitória. Não guarde a luz para si, deixe que ilumine também para fora.
Algumas pessoas são como vidro estilhaçado: duras, cortantes e sem sentimentos. Melhor deixá-las assim mesmo, quebradas, do que se ferir tentando consertá-las. Ainda mais se estivermos estilhaçados também. Não se lambe feridas alheias sem antes lamber as nossas.
A recusa de aceitação do outro tal como é, está intimamente ligada ao preconceito. O reconhecimento do outro como seu semelhante sempre foi um problema, renegar o outro é de certa forma afirmar sua identidade a partir dessa negação. Por conta dessa negação da cultura do outro, a humanidade assistiu, no decorrer de sua história, a violações frequentes à liberdade pessoal.
Como fenômeno estético a existência ainda é suportável. Como fenômeno espiritual ainda está na fase embrionária.
Todos temos direito se sermos exatamente como achamos que devemos e podemos ser. Isso é óbvio, desde que essa maneira de ser não interfira na maneira de ser de outra pessoa. Passar disso não passa de sintoma de alta recreação. Como dois anéis que se cruzam, apenas uma pequena parte deles intercruzam. O que sobra para os dois lados, é o espaço santo de cada um.
Homem, não trate sua mulher como filha. Mulher, não trate seu homem como pai. Mulher, não se sinta filha do seu homem. Homem, não se sinta filho da sua mulher. Cada um já teve ou tem seu pai e sua mãe e o que passou, passou. Não precisa reinventar o passado.
Sou o que sou da maneira que acho que devo ser e não da forma como outros acham. No final de contas pagarei - ou não - pelo que sou e não da forma como fui moldado, às vezes de forma conveniente para meus objetivos, subterrâneos ou não. Dividir responsabilidades, somente em casos específicos. Quando se trata de personalidade e caráter, cada qual assume sua parte.
Como as pessoas só valorizam aquilo que conseguem com seu próprio suor e esforço próprio, não gaste energia sem necessidade. Venda conselhos.
A satisfação de nossos desejos mais profundos é uma tragédia, assim como a não realização deles. Apenas depende dos desejos.
Volta e meia tentam saber se sou vegetariano. Sou. Como boi que come capim. Se fosse carnívoro comia jacaré, que come carne. Santa paciência para aguentar as escolhas alheias, como se não bastasse aguentar as minhas.
Não há nenhum óbice entre você e você mesmo. Os obstáculos são apenas na imaginação e como já sabemos, a imaginação pode ser influente, violenta e linda. Tudo depende de como a usamos.
Não se pode pensar como vítima de nada, apesar que as pessoas adoram colocar culpas de qualquer coisa que se lhes aconteça nos outros pois é bem mais fácil não ter que lidar com a própria consciência. Parece que colocar culpas nas costas alheias serve como um anestésico das nossas próprias. A partir do momento que vamos contra os conceitos dos outros achando os nossos mais importantes e fazendo exatamente o que bem entendemos sem respeitar o espaço alheio e principalmente suas regras pessoais de vida, moral e ética, há que se saber enfrentar as consequências de cada ato praticado, sem vitimismo.
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