Veio e Passou como um Cometa
Acreditar que um livro de autoajuda vai livrar você do sofrimento, é como enfiar uma receita de bolo dentro do forno e esperar que dali saia um bolo.
Hoje vou falar de educação. O que é, para que serve, onde e como usar:
Educação é um item básico, todos deviam possuir.
Mas atenção, mesmo sendo um item básico, não é ordinário. Deve ser cristalino, autêntico e sob medida.
Serve para nos distinguir dos bárbaros e afins.
Deve ser usada nas palavras, nos gestos e - o mais importante - nas atitudes. Pode ser usada o dia todo, estando nu ou vestido. No inverno, no verão, e até na chuva.
Educação combina com tudo.
Só não combina com gente tosca. Deve ser por isso que elas não possuem nem fazem nenhuma questão de possuir.
O maior erro de um homem é tratar uma mulher como favas contadas.
Porque se tratando de mulher, tudo pode mudar.
O jogo vira aos 44:59 s do segundo tempo.
E não vira de qualquer jeito, não:
-De bicicletinha, que é mais gostoso.
Sabe aquele dia em que você chega cansado, um dia em que as coisas não saíram como esperado, e de tão exausto você se deita e logo adormece, mas é despertado por alguma algazarra alguns minutos depois…? Pois bem, agora você sabe como eu me sinto quando falam sobre vida após a morte.
Religião é hipótese, quando os supermercados passarem a aceitar um 'Deus lhe pague' como forma de pagamento, então a gente discute a reunião de politica e religião, até lá, à César o que é de César e a Deus o que é de Deus.
O cachorro come seus sapatos, porque ele tem medo de que você vá embora, assim como um cão ansioso agarra-se ao que tem para evitar abandono, percebo que minhas próprias angústias me fazem agarrar memórias dolorosas como forma de tentar controlar algo que nunca pude, entender esse
comportamento me ajuda a enxergar que a doença mental, às vezes, gera ações aparentemente irracionais motivadas pelo medo de ficar completamente só.
Reconstruir-me foi o mais doloroso dos trabalhos. Após o AVC, era como montar um quebra-cabeça… sem saber se todas as peças ainda existiam. Cada palavra reaprendida, cada passo ensaiado, foi uma batalha contra a fratura da minha identidade. E essa reconstrução… não era só do corpo, mas da alma: repostar a autoimagem onde antes… só havia ruínas.
O amor em excesso não escorre, não transborda, ele pesa como um lençol molhado sobre o peito. Afeto demais vira névoa densa, cobrindo meus passos, roubando o ar onde eu queria aprender a respirar sozinho. O que era abraço vira amarra. O que era cuidado vira cárcere disfarçado de zelo.
Ultimamente, sinto que meu combustível criativo está baixo, como um pássaro que pausa o voo para descansar. Mas sei que essa pausa é apenas um respiro, um momento necessário para renovar as forças. A inspiração talvez esteja se recolhendo, preparando-se para voltar com mais intensidade, e minha voz, mesmo silenciada por ora, ainda guarda em si o poder de ecoar novas histórias.
Sou como um relógio quebrado… Já não marco as horas, não desperto, não sirvo de guia. Apenas ocupo espaço, imóvel e silencioso… E quando alguém me olha, tudo o que vê é o instante exato em que entrei em colapso… Como se minha existência inteira fosse resumida ao segundo em que parei de funcionar.
Sou como um barco furado… E meus pensamentos, como as águas do mar, vão, lenta e silenciosamente, invadindo meu interior. Não há resistência, não há conserto… Apenas a certeza inevitável de que, pouco a pouco, eu vou afundando.
Como um carvalho retorcido, com marcas cravadas em seu tronco, sigo crescendo. A dor me molda, o tempo me endurece e a cada estação que passo, crio raízes mais fundas, mais fortes, mais minhas. Não sou árvore reta, mas feita de curvas, cicatrizes e permanência.
Sou como um riacho humilde que, entre pedras e barreiras, traça seu curso sinuoso; nunca estanco, apenas me desvio, impelido por uma força invisível que me arrasta para o mar infinito, um destino maior que me orienta e transcende meu próprio ser.
Não era uma simples mensagem de "Feliz Aniversário"! Era um "Oi, como vai? Estou com saudades. Continuo aqui, eu e o seu presente". Mas eu me esqueci do seu, às vezes charmoso, déficit de interpretação. Talvez no próximo ano eu te envie a mesma mensagem, mas não posso garantir as entrelinhas!
Existe um tipo de pessoa que eu admiro menos que um( a ) ambicioso( a ): a que não se intitula como tal porque faz qualquer coisa, mas só por pouco dinheiro!
A vida é como um GPS.
Mesmo que você desobedeça suas ordens, ela sempre recalcula a rota para te recolocar no caminho certo.
Da série:
"Li e a Estrada"
A inspiração é como um raio.
Vem e vai embora com a mesma rapidez.
Daí você tem que parar naquela hora, naquele minuto, exatamente naquele segundo, e em se tratando de inspiração para escrever, você tem que anotar o flash imediatamente.
No meu caso, eu paro.
Paro porque isso acontece, invariavelmente, em vários quilômetros da estrada.
Todos os outros passam por mim, e eu continuo à frente deles, mesmo assim.
É a estrada.
É aqui que eu paro, e continuo a voar.
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