Veio e Passou como um Cometa
A forma como se encara a negociação é determinante para o resultado. Se tratada como um combate, onde as pessoas se veem como adversárias e cada uma impõe suas posições a qualquer custo, o resultado será uma disputa simplista – em que ganhos para um lado resultam apenas de perdas proporcionais do outro, sem aproveitar sinergias entre as partes.
Porque somos perdoados
Seja gentil com o outro, ternura, perdoando um ao outro, assim como Deus em Cristo perdoou você. - Efésios 4:32
Se alguém matou seu filho, você poderia perdoá-lo? Pela graça de Deus, o ardente desejo de vingança pode eventualmente morrer dentro de nossos corações, mas a maioria de nós provavelmente preferiria nunca mais ver essa pessoa, nem ajudá-lo de qualquer maneira.
No entanto, essa não foi a reação de Walter Everett, um pastor metodista em Hartford, Connecticut. Quando Michael Carlucci foi condenado por homicídio culposo por filmar o filho de Everett, o pai enlutado deu um exemplo que desafia todos nós que reivindicam Cristo como Salvador.
Walter disse que perdoou Michael porque as pessoas “não serão capazes de entender por que Jesus veio e o que Jesus é, a menos que nós perdoemos.” Isso era mera retórica? Não no mínimo! Michael tornou-se um crente enquanto estava na prisão, e quando ele foi libertado e queria se casar, Walter realizou a cerimônia.
Se tivermos experimentado a maravilha do perdão de Deus, perdoaremos a outros como Ele nos perdoou por meio de Cristo (Mt 18: 21-35; Efésios 4:32). Pode exigir uma luta emocional angustiante e oração fervorosa da nossa parte. E a restauração completa do relacionamento pode não ocorrer. Mas com o poder do Espírito Santo, podemos perdoar - porque somos perdoados.
Perdoe nós agora falhas um do outro
Como nós nossas falhas confessamos,
E nos amemos uns aos outros bem
Em santidade cristã. - Westendorf
Podemos deixar de perdoar os outros quando Cristo deixa de nos perdoar. Vernon Grounds
A fome de um buraco negro
Paz eu deixo com você, minha paz eu dou a você; não como o mundo dá, eu dou para você. - João 14:27
Um buraco negro é uma massa rodopiante no espaço sideral que, como uma fera voraz, engole qualquer pedaço de matéria que se aproxime dela.
O coração humano é assim. O professor Diógenes Allen, do Seminário de Princeton, afirma: “Há um vazio em nosso núcleo que é como um buraco negro. . . . Há um vazio em nós que ameaça nos sugar também, embora o que está realmente fazendo seja dissipar uma ilusão. Não está nos destruindo, mas nos revelando que já somos uma coisa morta tentando dar-se vida tomando tudo ao seu alcance. Mas o núcleo de nós continua sendo um vazio.
O que pode satisfazer o buraco negro do coração humano? Riqueza, prazer, viagens, fama, aprendizado, arte? Estes não podem mais preencher esse vazio interno do que um punhado de pedras pode encher o Grand Canyon.
Em uma tentativa de encontrar paz para sua alma, o rei Salomão experimentou todos os recursos imagináveis. Ele escreveu: “Eu não retive meu coração de nenhum prazer” (Ec 2:10). Mas qual foi o resultado de sua busca? Ele concluiu: “Tudo é vaidade e apego pelo vento” (v.17). A realização final de Salomão foi que a satisfação pode ser encontrada apenas em conhecer e viver para Deus (12:13).
Onde você está procurando paz e satisfação?
Por que continuamos tentando
A tarifa do pecado deste mundo
Quando Deus colocou diante de nós
A alegria de Cristo por dentro? JDB
Nossos corações estão inquietos até encontrarem seu descanso em Deus. Vernon Grounds
Como pode no inverno, sentir tanto calor? Ouvi falar de sua boca como um rugido de louvor!
O inverno é passageiro, por isso está calor. Embora que a passagem sem você, me trouxesse frio sem pudor.
A sua estadia aqui perto da beira do rio me trás um calor imenso, mesmo na temperatura abaixo de zero ao relento.
Meu irmão, coitado, morreu de hipotermia. A mulher dele descobriu, em pleno outono ensolarado, que outra, perto dele se aquecia.
Antes de falecer, colocou a mão sobre o coração e disse em uma só voz e em uma mesma entonação, nunca se desfaça de uma só canção, verso ou oração, pois, um dia baterá o cansasso e restará somente a solidão.
Acredite na grandeza de pequenos gestos.
Obrigado, bom dia ou um como vai, podem realmente mudar todo seu dia.
Basta acreditar!
Os instáveis emocionais, são como pórova perto de um barril, todo cuidado é pouco, pois a qualquer momento podem explodir.
COMO UM DIAMANTE NO CÉU
Fizeste-o, no entanto, por um pouco, menor do que Deus e de glória e de honra o coroaste. —Salmo 8:5
Os astrônomos descobriram uma estrela no céu que resfriou e se comprimiu em um grande diamante. O maior diamante áspero com qualidade e pureza encontrado na Terra foi o Diamante Cullinan com 3.100 quilates. Então quantos quilates esse diamante cósmico possui? — 10 bilhões, trilhões e trilhões de quilates?
Em nosso mundo, os diamantes são valorizados por sua raridade, beleza e durabilidade, e geralmente ouvimos a expressão: “Diamantes são para sempre.” Mas Deus não é apaixonado por diamantes. Para Ele, há algo muito mais precioso.
Milhares de anos atrás, Davi maravilhou-se com o grande valor que Deus dera aos seres humanos: “Que é o homem, que dele te lembres E o filho do homem, que o visites? Fizeste-o, no entanto, por um pouco, menor do que Deus e de glória e de honra o coroaste” (Salmo 8:4-5).
Na verdade Deus nos valorizou tanto que lhe custou muito o preço de nossa redenção. O preço da compra foi o precioso sangue de Seu Filho Jesus Cristo (1 Pedro 1:18-19).
Se Deus nos valorizou tanto assim, nós também deveríamos fazer o mesmo com as pessoas que Ele pôs em nossas vidas. Levá-las diante do Senhor em oração. Peça-lhe para mostrar-lhe o valor de cada pessoa, tão mais preciosa do que a jóia mais cara do universo. —HDF
Somos mais preciosos para Jesus do que o mais precioso dos diamantes. Dennis Fisher
CANÇÃO DO NADA
Quando cantas é como se um arrulho de pássaros
Me levassem a dormir, e tuas mãos enluvadas
Me protegiam, aquecendo-me do frio de ti
Oh, como era bom o tempo de deitar-te no colo!
E hoje minha alma deixa-se abandonada, ao solo!
Puderas, que todo arrulhos fosse o farfalhar de seus pés,
Como folhas caindo, tecendo um caminho até mim,
E caminhasses, vindo, me oferecesse o regaço.
E eu continuasse dormindo, como se sonhasse
À sombra da primavera, lá na nossa casa, no jardim
Com as palmas das mãos acariciando-me o rosto!
Eu sei nada é vida. A vida é que se pergunta,
o que sou eu? A vida, para uns é o amanhecer,
a outros o tecer do breu.
Como cantou Renato Russo: “É um não contentar-se de contente. É cuidar que se ganha em se perder. É um estar-se preso por vontade […]”
São tantos questionamentos, tantas perguntas soltas, tantas dúvidas doídas, tantas respostas vãs. Viver é uma escolha ousada e paciente. Passamos anos cruzando medos com coragem, lançando esperanças e ganhando força, travando batalhas e dissipando pesares.
Assisti recentemente ao documentário: “The story of us” com Morgan Freeman, e especialmente no episódio 3, que fala sobre o poder do amor, eu me senti envolvida pelas diferentes – e de certo modo semelhantes – histórias. Retratam casos de pessoas que movidas por uma força sem tamanho, são capazes de mudar destinos de desconhecidos, de ressignificar dores, de permitir a própria felicidade e de outras pessoas por acreditarem e optarem por um caminho, ora torto, e tão belo que é o do amor.
O amor é capaz de tudo suportar, de fazer confiar, de intensificar propósitos, de inspirar vidas, de mostrar que, com a união em busca pelo melhor, do outro e do mundo, seremos melhores para nós mesmos. Que não existem limites, barreiras e nem questões vagas quando nos permitimos responder com amor. Guerras tornam-se desprezíveis, os valores nobres, as buscas outras.
Quando percebemos que não se trata de um sentimento, e sim de um modo de vida, que transpira movimento e realização – deixamos de tantas expectativas e indagações.
O amor é capaz de remover capas, desnudar reservas, desmistificar poderes, enlaçar distâncias e converter resistência. Porque mostra um caminho incerto, mas sem possibilidade e nem desejo de regresso. Escancara sensibilidades, aprimora nossa irmandade e corrobora a compaixão. Como cantou Renato Russo: “É um não contentar-se de contente. É cuidar que se ganha em se perder. É um estar-se preso por vontade” […]
No documentário, o amor foi confiado por quem apostou sem garantias, quem insistiu por incontestabilidade, quem se dedicou sem medida e quem fez muito com o pouco que dispunha, sem esperar por nada. E talvez seja realmente isso que seria capaz de sacudir a humanidade. A caçada por paz, o rastreio da felicidade, a investigação dos porquês; passam de perseguição para desprendimento, de prisão a desapego, de indignações a entendimento. Qualquer que seja a pergunta, amor é a resposta.
Sem precisar separar afeto de caridade, sem necessidade de defender o sagrado do profano, nem contextualizar escrituras ou destrinchar versos de Camões, tenho que concordar com as estrofes de “Monte Castelo”, por perceber que tão simples e atemporal é o amor. Tão presente e silencioso, tão misericordioso e valioso. Tão grande e poderoso…
Como um dia foi dito, há dois tipos de cavalos: De exibição, e de trabalho... Do mesmo modo há entre os homens aqueles que aparecem à olhos vistos falando e gesticulando com sorrisos largos e expressões bravias, e os silenciosos operadores do destino... Ao observarmos notamos que há um sistema estruturado pronto para repetir as fórmulas de funcionamento, para o que é preciso tolerar e seguir adiante... As pessoas são programadas do início ao fim para agirem de acordo com as verdades eleitas sem contestação, porém no decorrer do processo é impossível proibir questionamentos, apesar do esforçado método de opressão... Muitas vezes o incômodo será expurgado. O fato é que na base da pirâmide civilizatória, falta material para a construção do bom alicerce. A matriz fragilizada nunca suportará o peso das verdades robustas, nobres e honradas. O homem social que por vezes esforçar-se em superar a própria mediocridade, irá frustrar-se mediante aos inúmeros fracassos de resultado, acostumando com o erro... Para o agravamento da questão ocorre ainda, odiosa rejeição sobre os temas mais importantes inerentes à humanidade, desprezados pelos homens-infantis que se confortam com o muro invisível da segurança subjetiva e imaginária.
E a vida segue num tanto...
Que nem se percebe.
Como um chuvisco de leve efeito que percorre-me o corpo.
Sem a audácia.
Sem noção.
Sem ao menos o aviso de invasão
Simplesmente vida que segue.
Ao relento no vento sem tempo ou com tempo.
Qual de nós saberá enfim.
Um Homem sem amor e como um sino incapaz de produzir seu Som aos meio-dia, e como as folhas de Outono que caem sem a esperança de se removarem durante a primavera, seu mundo e sem forma e vazio, um "Vacuo no espaço" e o vazio dos seus sentimentos, O "Espaço-Tempo" dos seus dias n faz sentido algum, por não contar mais os segundos do prazer de estar do lado de sua amada, Mais um dia a Luz entrará pela brecha da janela de seus olhos , e uma chama irá aquecer aquele coração que congelado estava pelo tempo , e um sorriso irá iluminar toda escuridão que outrora era motivo de seus medos, Então ele(a) entenderá que o Amor não e um sentimento que Leva a paz e deixar incertezas.Entretanto, Trará a Paz e esperança, em saber que todos os dias de sua Vida Terá um Motivo a mais para lutar e conquistar, Todos OS DIAS, Alguém estará Lá com os braços abertos disposta de com ele Chorar, Lutar, Se alegrar, Talvez seja só uma História Bonita, contadas em livros ou filmes, mais em quando Haver "Sonhadores" esse mundo nunca perderá o sentido...
Júlio César...🌹
COMO SE TORNAR RICO
Tende cuidado e guardai- -vos de toda e qualquer avareza; porque a vida de um homem não consiste na abundância dos bens que ele possui. —Lucas 12:15
Acho interessante que Jesus tenha ensinado mais sobre dinheiro do que qualquer outro assunto. E Ele não estava tentando esconder o tesouro. Tanto quanto sabemos, Ele não pediu uma oferta sequer. Ele ensinou extensivamente sobre este assunto, porque nada obstrui mais rapidamente as nossas artérias espirituais do que o dinheiro — ao trabalharmos para ter uma fortuna ou ao desejarmos obtê-la.
Pense no homem que descaradamente pediu a Jesus: “Mestre, ordena a meu irmão que reparta comigo a herança” (Lucas 12:13). Incrível! Ele teve uma chance de “acertar em cheio” com Jesus, mas ao invés disso ele queria ter bolsos cheios.
Jesus respondeu com uma afirmação chocante, um contrasenso: “Tende cuidado e guardai-vos de toda e qualquer avareza; porque a vida de um homem não consiste na abundância dos bens que ele possui” (v.15). Ele então prosseguiu contando a parábola do homem rico que era muito bem-sucedido do ponto de vista humano — fez muitas colheitas e precisava construir celeiros cada vez maiores — mas que, aos olhos de Deus, era na verdade um “tolo”, não porque era rico; mas porque ele não era rico em relação a Deus.
Você ouvirá muitos conselhos sobre como se tornar rico. Mas somente Jesus nos aconselha diretamente. E não nos aconselha sobre o dinheiro, mas sobre a riqueza do nosso relacionamento com Ele e a alegria de transformar nossa avareza em generosidade. —JMS
Aprender a ser rico em relação a Deus rende dividendos eternos. Joe Stowell
AJUDA COM UMA REBATIDA
Servi uns aos outros, cada um conforme o dom que recebeu, como bons despenseiros da multiforme graça de Deus. —1 Pedro 4:10
Sara Tucholsky, uma jogadora de softbol de uma universidade americana fez a primeira rebatida perfeita da sua vida numa partida contra o time de Washington. Mas ela quase ficou sem receber o crédito por isso. Enquanto ela corria entusiasmada para a primeira base, perdeu a bola! Quando voltou para corrigir o erro, feriu seu joelho. Chorando, ela se arrastou de volta à base. Conforme a regra do jogo, ela tinha que tocar pessoalmente todas as bases para validar o ponto. As colegas da equipe não podiam ajudá-la, de forma alguma.
Então, Mallory Holtman, a primeira batedora do time adversário, gritou: “Estaria tudo bem se nós a carregássemos até as bases?” Depois de verificar, os árbitros concordaram. Sendo assim, Mallory e outras colegas da equipe fizeram uma “cadeirinha” com as mãos e levaram Sara carregada para contornar as bases. No momento em que acabaram de carregá-la, muitos estavam chorando, por este ato altruísta de compaixão e Sara recebeu os créditos pela sua rebatida.
A lição para os seguidores de Cristo é clara. Quando um irmão na fé tropeça e cai, precisamos seguir o exemplo destas jogadoras. Alcançá-los. Levantá-los e carregá-los pelo caminho. É uma oportunidade maravilhosa para “servir uns aos outros […] como bons despenseiros da multiforme graça de Deus” (1 Pedro 4:10). —DCE
Ninguém será inútil neste mundo, se aliviar o fardo de outra pessoa. —Charles Dickens David C. Egner
"Não sou poeta e tão pouco escritor, sou mais um mensageiro dos anjos ,nomeado como o Pensador, que escrevo e divulgo o que vem na inspiração sem nenhum temor e muitas vezes como eterno sonhador."
Crianças e Discípulos
Como o movimento vaivém de um relógio, cada nova geração reage como um pêndulo aos “pecados dos seus antecessores”. Por mais gratos que sejamos pelos bens que herdamos, estamos prontos a “corrigir” as falhas que enxergamos em nossos pais.
Parece-me que isto está ocorrendo pela maneira como uma geração emergente enxerga a salvação e o crescimento espiritual.
Muitos jovens seguidores de Jesus acreditam que, no passado, dava-se muita atenção em ajudar outros a “serem salvos” através da decisão de receber a Cristo como Salvador. Nos dias de hoje, uma jovem e crescente comunidade espiritual prefere pensar em tornar-se um discípulo de Cristo. Ao invés de focar-se no livramento de um futuro julgamento, esta geração emergente vê a necessidade de submissão de todas as áreas da vida à influência e controle de Jesus como Senhor.
A nova perspectiva é importante. Muitos jovens evangélicos atuais cresceram em igrejas que não enfatizavam “discipulado” e “vida no reino”. Esses jovens reagem contra uma geração que se preocupava mais em ajudar outros a prepararem-se para a eternidade, do que em atender as necessidades de suas vizinhanças.
Na verdade, no entanto, os pais e avós dos jovens evangélicos de hoje estavam reagindo ao liberalismo e ao evangelho social da geração que lhes era antecedente. Seus esforços para esclarecer a necessidade de uma fé pessoal em Cristo e de crescimento na esperança da promessa do Seu retorno, os tornaram desconfiados por qualquer preocupação social ou ambiental.
Agora, novamente, o pêndulo está oscilando em outra direção. Em reação àqueles que veem a salvação como uma decisão de fé do tipo “uma vez salvo sempre salvo”, muitos jovens evangélicos discutem sobre o significado de trazer as necessidades de nossos vizinhos a Jesus. Ao invés de enfatizarem uma “decisão” de receber a Cristo, falam de um processo e jornada de fé que desvia nosso olhar do futuro para o presente; ao comprometimento com a cultura, não com a separação, e de ser salvo para a eternidade com o objetivo de trazer algo do eterno à terra.
À medida que são feitas as correções necessárias, é importante não perdermos algumas distinções muito claras que as prévias gerações já tinham alcançado.
Qualificações para os Discípulos — Jesus deixou bem claro que Ele pedia aos Seus seguidores que fizessem mais do que simplesmente decidir crer que Ele era o tão esperado Messias e Filho de Deus. Ele disse: “O discípulo não está acima do seu mestre; todo aquele, porém, que for bem instruído será como o seu mestre” (Lucas 6:40).
Ele disse, “E qualquer que não tomar a sua cruz e vier após mim não pode ser meu discípulo. Pois qual de vós, pretendendo construir uma torre, não se assenta primeiro para calcular a despesa e verificar se tem os meios para a concluir?”(Lucas 14:27-28)
Seguir Jesus envolve mais do que simplesmente apreciar as maravilhas do Seu perdão. Segui-lo nos desafia a colocar Cristo, Seu corpo, e Sua missão acima de todos os nossos compromissos naturais com o lar, trabalho e felicidade.
Esta chamada ao discipulado representa o nosso objetivo em sermos à imagem de Cristo, ao permitirmos que o nosso maior desejo seja juntarmo-nos a Jesus em Sua oração: “dizendo: Pai, se queres, passa de mim este cálice; contudo, não se faça a minha vontade, e sim a tua” (Lucas 22:42). Este é o tipo de fé que nos capacita a seguir Jesus em nosso próprio momento e em nosso ambiente de convivência. No entanto, não é este o compromisso radical que nos faz nascer na família de Deus.
O que é necessário para nascer em Sua família — Por mais importante que possa ser o crescimento à semelhança de Jesus, as Escrituras também nos falam sobre a importância de primeiro tomarmos a decisão de confiar nele como Senhor e Salvador. Vemos isto acontecer com um dos ladrões que foi crucificado ao lado de Cristo. Ele não teve tempo para tornar-se um discípulo. O melhor que poderia fazer naquele momento era reconhecer sua própria culpa, voltar-se para Jesus, e dizer, “Jesus, lembra-te de mim quando vieres no teu reino. Jesus lhe respondeu: Em verdade te digo que hoje estarás comigo no paraíso” (Lucas 23:42-43).
Há também o prostrado pecador, que no templo orou dizendo: “Ó Deus, sê propício a mim, pecador!” E Jesus disse que este homem “desceu justificado para sua casa” (ele foi declarado justo aos olhos de Deus, Lucas 18:13-14). Há também o carcereiro de Filipo que clamou a Paulo e Silas, “Senhores, que devo fazer para que seja salvo?” e eles responderam: “Crê no Senhor Jesus e serás salvo” (Atos 16:30-31).
Muitos outros textos acrescentam que: “sem mérito”, e somente “pela fé” nas provisões de Deus para a nossa salvação podemos nascer “na família de Deus” (João 3:16; 5:24; Romanos 4:5; Efésios 2:8-9; 1 João 5:13).
A resposta é por: ambos/e — A salvação pessoal é o alicerce para a nossa fé espiritual e posicionamentos. Somente ao encontrarmos o perdão, a identidade “em Cristo”, podemos encontrar o sentido de segurança e paz que nossos corações almejam.
No entanto, de acordo com o Novo Testamento, o nosso nascimento na família de Deus é o início —, e não o objetivo final de nossa fé.
Tão importante quanto era para a geração anterior esclarecer a decisão sobre a fé salvadora e a esperança de um reino vindouro, a nova geração está correta ao enfatizar as diversas consequências que estão envolvidas em ser discípulo e seguidor de Jesus nos dias atuais.
Paulo não escreveu somente sobre a salvação pela fé, mas também sobre a necessidade de um comportamento que seja: “a fim de ornarem, em todas as coisas, a doutrina de Deus, nosso Salvador” (Tito 2:10). Desta maneira, muitos jovens evangélicos estão tornando visível a sua fé em Jesus. Através de suas preocupações por justiça social e reconciliação racial, demonstram que ouviram o que Jesus falou sobre o Bom Samaritano. Em suas preocupações com o meio ambiente, muitos estão demonstrando que ainda creem que “este é o mundo de nosso Pai”.
Mais uma vez, o desafio será recolocar o pêndulo no centro e pular fora no momento em que as decisões pessoais que envolvem salvação e uma vida de constante aprendizado e atitudes de discipulado estiverem em saudável equilíbrio.
Pai celestial, por favor, ajuda-nos a descobrir o que significa viver como um cidadão dos céus — enquanto demonstrarmos a nossa preocupação e cuidado com nossa geração, assim como o Senhor demonstrou pela geração do Seu tempo aqui neste mundo. Mart DeHaan
Um Amigo em comum
…tenho-vos chamado amigos. —João 15:15
Imagine-se como um visitante em uma terra estranha, comparecendo sem anúncio prévio a uma reunião de pessoas a quem você nunca viu anteriormente e que também nunca ouviram falar de você — e você recebendo permissão para se dirigir a esse grupo apenas alguns minutos após sua chegada. Isso só poderá acontecer se houver algo que quebre as barreiras — como amigos em comum, por exemplo.
Isso aconteceu quando levei um grupo missionário a um culto em Discovery Bay, na Jamaica. Antes de deixar os EUA, meu amigo Dorant Brown, um pastor jamaicano, recomendou uma igreja para visitarmos. Ao chegarmos à igreja, mencionei o nome do pastor Brown. Fomos bem recebidos, fui solicitado a compartilhar uma palavra, e nosso grupo apresentou músicas.
Embora compartilhar o nome do pastor Dorant foi importante, não foi esse amigo em comum que nos garantiu uma recepção tão calorosa. Foi o Amigo e Salvador Jesus, que ambos já conhecemos, quem abriu os corações de nossos amigos jamaicanos à nossa visita.
Você já experimentou uma proximidade com alguém que acabou de conhecer, ao lhe contar que você também conhece Jesus? Ele é um amigo que entregou Sua vida por nós (João 15:13), e Ele transforma em irmãos e irmãs todos os que creem nele (1 Pedro 2:17).
Jesus. Nosso Salvador. Nosso Amigo em comum, une corações ao redor do mundo sob a bandeira do Seu amor.
Aqueles que se aproximam de Cristo, aproximam-se dos outros. Dave Branon
É como se existisse um mundo inteiro lá fora que não conheço, um mundo de descobertas, alegrias e tristezas. Conforta-me saber que sou apenas uma peça em um imenso quebra-cabeça e que não estou só em meus tormentos.
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