Veio e Passou como um Cometa
Se a vida me der a sorte, faço dela minha aliada,
Se da vida só nos resta a morte, então vivo, como uma ave alada.
Se no posto que me foi dado, não servi como deveria,
Por minha ousadia, lhe peço desculpas e que me faça perdoado.
Pois nunca engoli seco minha saliva amargando, daquele pobre povo, tenho em minhas vêas seu sangue escoando, não vivo para morrer, vivo apenas para viver, e da vida me fazer vivo, pois é assim que tem de ser.
Demora imenso tempo para aprender o que é o amor, como faze-lo ficar, como é fácil de desaparecer e como é difícil de esquecer
Demora tempo para controlar emoções, agarrar corações para sempre, soltar laços de afecto que já não tem razões de existir.
Demora tempo a aprenderes a adormecer, sem esperar pelo dia seguinte, a acordares como se fosse o primeiro dia da tua vida, a admirares e guardares a simplicidade de cada momento.
Demora tempo a perceber, como fazer para não recordares o que queres esquecer, e viver todos os dias com a sensação que jamais lembrarás.
Demora tempo para construíres uma vida, mas percebes rapidamente o quanto é fácil vê-la passar por entre os dedos.
Demora, demora imenso tempo a olhares para traz com certeza que tudo era necessário para te edificares.
Demora tempo para admitires que as loucuras é que te tornam puro e diferente.
Que os devaneios mentais são necessários para que a tua vida continue sem que a lamentes.
Que a frieza, o calculismo, a mentira, a hipocrisia, são desnecessário a qualquer Ser Humano, mesmo que para sua própria protecção. Não te protejas do mundo, enfrenta-o!
Não te distraías demasiado, ou perderas momentos inesquecíveis da tua vida.
Lembra-te que qualquer oportunidade que deixes escapar, alguém a apanhará por ti.
Entretanto, a vida continua.
Deves senti-la, e vive-la no respectivo tempo.
Não queiras ter pressa de acordar e de perceberes que este não era o mundo que querias.
Tens todo o tempo do mundo para cresceres.
E não seria maravilhoso se vivesses criança para o resto da vida?
Demora, demora imenso tempo até se aprender a saber viver.
Quando você conseguir olhar para o passado e se lembrar, com tal clareza que se sinta como se estivesse experimentando aquela mesma situação, vivenciando os mesmos momentos, as mesmas emoções, os mesmos sentimentos que lhe envolviam á época, os mesmos fatos, os mesmos dados, as mesmas certezas e incertezas, você acabará percebendo que, em todas as situações que o levaram a algum acontecimento importante em sua vida pessoal ou profissional, sejam acontecimentos bons ou ruins, você sempre teve indicativos, você sempre recebeu sinais, antes que eles acontecessem. A sabedoria estará com você quando “perceber” muitos desses “sinais” no presente e não no futuro.
Como? Vivendo, testando, experimentando e aprimorando seu “feeling”!
Seu “feeling” é sábio, ele é de fato um conjunto do seu inconsciente e da sua relação de energia com todo o universo!”
Fiquei ate pensando em te beijar, mais depois vi que se eu te beijasse, eu não iria me divertir como eu me divirto, quando estou ao seu lado apenas curtindo a noite.
Costuma-se exaltar a cabeça como fonte da razão e denunciar o coração como sede da insensatez, como músculo incapaz de ter autocrítica e de ser original. Que seja assim. E daí? Nada pior do que uma idéia feita, mas nada melhor do que um sentimento usado. A cabeça pode gostar de novidade, mas o coração adora repetir o já provado. Se as idéias vivem da originalidade os sentimentos gostam da redundância. Não é por acaso que o prazer procura repetição!
Como foi fácil amar. Como foi difícil perder. Hoje vejo com mais clareza o porquê não sinto mais as lagrimas correrem em meu rosto.
Sopro do vento
Soltei palavras ao vento...
Palavras soltas como
Pássaros de asas abertas
Que não possuem destino,
Nem desatino,
apenas pulsam em vôos livres...
Pois que voem livres as palavras,
Que ecoem em canções e gemidos.
Em pranto e prece, até que se calem
Todas as feridas, todas as iras...
Que a palavra finalmente expressa,
Seja livre, doce e calma
Definitivamente liberta, pois...
Hoje quero esta calma,
Azul e mar,
Sono e cama,
Silêncio e palavra...
A vida é como uma viagem, onde vivemos de caronas;
muitos passam e nos cumprimentam, mas depois vão embora,
outros param, conversam, mas seguem sem nós, alguns nos oferecem carona, mas aí somos nós que não a aceitamos, alguns nos querem levar, e nós deixamos, mas antes que chegue o destino, seguem por outro caminho, e estamos novamente sós, poucos nos dão carona até o fim de nossa viagem, mas aqueles que realmente importam estavam seguindo a pé conosco desde o começo!
O homem que nunca olhar o mundo com os olhos da loucura, de fato nunca o verá como realmente é, pois a lucidez que julgamos possuir vem de uma sociedade doente.
Existe algo que me devora. Trata-se de uma questão incognoscível. A maneira de como são superficiais as pessoas, de como são apegadas a coisas sem valor algum, sem sentido algum, sem nenhum tipo de mérito. Nossa sociedade está cada vez mais insuportável, cada vez mais impossível de se viver no meio de tanta gente que só pensa em dinheiro, em mansões, em carro do ano, em roupas de grife, em bebidas e comidas caras que são na maioria das vezes prejudiciais ao nosso organismo e o resultado delas é se tornar um monte de xixi e de cocô. Pra quê que eu quero joias? Pra quê tanta competição? Qual a necessidade de se obter títulos, reconhecimentos? O homem se interessa tanto por tanto, por quê? Isso me devora, me assombra. Não entendo como as pessoas são tão dadas aos seus vazios egoístas, tão preocupadas com aparências, com conveniências, com regras elegantes de etiquetas que não passam de imposições comportamentais. Onde vamos chegar, onde queremos chegar? Eu sei onde eu quero chegar e sei para onde estou caminhando. O meu lamento é por estar sozinha na minha estrada. Não há com quem compartilhar o meu sonho de transformar a vida em amor e arte. Há algo que me devora: a frieza humana, a insensibilidade dos homens, o desamor ao seu semelhante. Não consigo entender.
Nunca pensei muito em como morreria mas morrer lonje de você me parece ruim, pois ainda quero acreditar que você é quem me faz felíz!
Tristeza (acróstico)
Tudo que nessa vida passo
Represento como laço
Indiferença a esse fato
Só me ata mais e mais
Tira-me essas cordas
Emaranhadas, enlouquecidas
Zelosamente atadas
As ilusões dessa vida
Inesperadamente
Seria privilegiada esta noite
Se abraçados estivéssemos...
Dentro deste cômodo,
Esta a voz do pensamento
Chamando-te inesperadamente.
É madrugada,
Talvez você pense que estou a dormir,
Sem imaginar que estou fazendo planos;
Planos os quais estão apenas eu e você.
Enquanto quase todos dormem,
Fico a liberar pensamentos
Os quais te trazem até meu quarto.
Desejo-te inesperadamente
Como se tudo roda-se em torno de você.
É inconstante este pedido,
Pois sei que o melhor agora é dormir,
Para acalmar todas as partes do corpo.
Desencontro a calma
E busco você inesperadamente
Como se eu tivesse certeza que irei encontrar.
Inesperadamente estou aqui,
Sem saber como ficar bem sozinha...
Fico sem ter idéias,
Pois só sei ficar a implorar
Inesperadamente sua presença,
Para que satisfaça meu prazer
E mate a falta que estou do seu corpo...
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